Aqui tenho três protótipos de galerias, com trabalhos feitos em momentos de ócio, quando o mundo para para que eu brinque com o lápis, a caneta Bic e o nanquim.
Trago nas mãos as notas de uma lira despedaçada. É a música dos loucos dedilhando saudades e sonhos perdidos. Reviro o mundo pelo avesso, pendurado sob o céu e amarrado a pedras para não despencar em queda alada. Deixo as ruinas para alcançar os corpos invisíveis de um tempo impreciso, sufocando sonhos, criando outros, num pêndulo invertido. Sendo, sou minha aparencia em pólos inconsiliáveis. Sendo, desmancho verdades e construo devires. Bem vindo ao (des)mundo do (in)verso. mais sobre o autor »