Psicologia da Gestalt e Gestalt Terapia: uma pesquisa biobibliográfica (em construção).
Luiz Fernando Calaça
A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre Psicologia da Gestalt. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em seus teóricos fundadores de sistemas e correntes teóricas, classicas como o Wundt, Pavlov, William James, Watson, Titchner, Fechner, etc.
A Psicologia da Gestalt sempre desperta um certo fascínio nos alunos em início de graduação, principalmente por causa das imagens ligadas a ilusões de ótica e estímulos ambíguos. O que acontece, no entanto, é que esse sistema teórico da Psicologia é, muitas vezes, tido como morto, situado apenas historicamente, sendo suas contribuições tidas como perdidas, devido à crença na ausência de teóricos que dessem continuidade aos estudos da Gestalt.
Certa feita ouvi de um professor meu, quando da época dos concursos para a Universidade do Recôncavo da Bahia, que não havia mais razão de se contratar professores para a disciplina de TSP II – Teorias e Sistemas Psicológicos II, que trata geralmente da Gestalt e da Fenomenologia, por a Gestalt já não se constituir como um sistema psicológico significativo, sendo, no seu ponto de vista, mais adequado substituir pela Psicologia Cognitiva e Neurociências.
É verdade que muitas faculdades, principalmente as privadas, já não tâm a Psicologia da Gestalt em sua grade curricular, sendo ocupada por disciplinas da Psicologia Cognitiva e Neurociências. Não nego a importancia de se estudar essas dsciplinas, mas me incomoda, no entanto, se ignorar a contribuição direta dos teóricos da Gestalt para essas duas disciplinas, tanto pelo pioneirismo nas pesquisas psicológicas nessas áreas, como pela assimilação de seus estudos e conceitos dos campos da percepção, aprendizagem, memória e resolução de problemas – temas clássicos da Psicologia da Gestalt.
Um outro grande equívoco que vejo acontecer é reduzir a contribuição da Psicologia da Gestalt a esses temas de pesquisa, ignorando-se as contribuições nos campos da Psicologia Social, Psicologia Ambiental, Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia da Arte, além da influencia exercida e, outras áreas de conhecimento e prática como as Artes Plásticas, Arquitetura, Design, Comunicação, Pedagogia e Ciências da Computação. Esse equívico se dá, principalmente, por restringirem a compreensão da Psicologia da Gestalt aos três teóricos da Escola de Berlim: o Max Wertheimer, o Kurt Koffka e o Wolfgang Kohler.
Somente em 2006, quando da vinda do teórico estoniano Jaan Valsiner – teórico estudioso principalmente da obra de Vygotsky -, para dar seminários sobre Psicologia Cultural, na UFBa, foi que fiquei sabendo da existência daz 3 Escolas da Gestalt: as escolas de Graz, de Berlim e de Leipzig. Essas escolas são citadas nas obras de História da Psicologia do Schultz e Schultz, Teorias e Sistemas Psicológicos de Max e Hillix, e no artigo do Arno Engelmann sobre a “Psicologia da Gestalt e a ciência empírica comtemporânea”, que a meu ver é o melhor e mais completo artigo sobre a Psicologia da Gestalt já escrito em lingua portuguesa.
Outra confusão que acontece é a de confundir a Psicologia da Gestalt com a Gestalt-Terapia. Quando sou convidado a falar sobre Gestalt, geralmente os professores pensam na Psicologia da Gestalt e não na Gestalt Terapia, ou tem-se a crença de que a Gestalt Terapia é uma aplicação direta dos conceitos – e das imagens de ilusão de ótica – da Psicologia da Gestalt na prática clínica. O que desconhecem é que, apesar de sofrer influência direta das teorizações da Psicologia da Gestalt, a Gestalt Terapia é uma abordagem humanista, fenomenológico existencial.
A Psicologia da Gestalt é, fundamentalmente, um campo de pesquisa experimental, com procedimentos realizados em laboratório, diferente de uma abordagem eminentemente clínica como a Gestalt Terapia. É inegável que muitos conceitos são assimilados no jargão da Gestalt-Terapia nas teorizações da abordagem, conceitos como figura-fundo, pregnância, “boa forma”, homeostase, auto-regulação organísmica, campo, etc. Todos esses conceitos foram desenvolvidos por teóricos da Psicologia da Gestalt, e das teorias de base gestáltica, como a Teoria de Campo do Kurt Lewin e a Teoria Organísmica do Kurt Goldstein.
A contribuição da Psicologia da Gestalt para a Gestalt-Terapia se deu principalmente pela ligação de seus criadores aos estudos da Psicologia da Gestalt, ainda na Alemanha. O Fritz Perls foi assistente nas pesquisas neurocientíficas com lesionados de guerra do Kurt Goldstein, e a Lore Perls, além de ter sido aluna do Goldstein, defendeu sua monografia de doutoramento sob a orientação do Max Wertheimer.
Além dessas influências teóricas, a Gestalt Terapia tem fundamentação teórico-filosófica na Fenomenologia do Husserl, no Existencialismo de Sartre, no Existencialismo Dialógico de Martin Buber, no Holismo de Cristian Smuts, na Psicanálise de Freud, Otto Rank, Karen Horney, na Bioenergética de Reich, no Zen-budismo e no Taoísmo, no Teatro Expressionista de Max Reinhardt, no Psicodrama de Moreno, etc.
A Psicologia da Gestalt surge na Alemanha entre fins do século XIX – quando é cunhado o termo gestaltqualitaten nos escritos sobre as “qualidades gestalticas” em esperimentos musicais desenvolvidos pelo Christian von Ehrenfels, da Escala de Graz, publicados em 1890 – e não apenas com os experimentos do fenômeno phi do Wertheimer, em 1910 . A Gestalt Terapia surge apenas em 1950, nos Estados Unidos, com a reunião do Grupo dos 7 e a publicação do Gestalt Therapy, do Perls, Hefferline e Goodman.
Do período entre o contato da Lore e do Fritz Perls com o Kurt Goldstein, e a criação da Gestalt Terapia, há um período de cerca de 30 anos, em que ambos exercem a Psicanálise em seu formato mais ortodoxo, na Africa do Sul e Estados Unidos. Para que a Gestalt Terapia ganhasse corpo foi necessário um longo processo de assimilação e elaboração e conceitos e técnicas, que progressivamente foram se estruturando, passando por reformulações progressicas, até os dias atuais.
Além desses esclarecimentos, que considero fundamentais para que haja a devida diferenciação entre a Psicologia da Gestalt e a Gestalt Terapia, considero importantíssimo que haja um resgate da Psicologia da Gestalt, tanto como sistema teórico, como pelas contribuições que esta dá, efetivamente, às formulações teóricas da Gestalt Terapia. Para isso vejo como de fundamental importância o resgate da produção bibliografica, tanto da Psicologia da Gestalt quanto da Gestalt Terapia, submetendo-a a análise dos conceitos, campos de influência e desdobramentos.
Até o momento, tenho feito de forma independente apenas a coleção dessas obras e organização de uma bibliografia sobre o tema. A grande maioria dessas obras estão esgostadas ou não estão traduzidas para a lingua portuguêsa. Através dessa bibliografia é possível reconstruir a história da Psicologia da Gestalt através dos autores, dos temas estudados, dos conceitos elaborados e das articulações com outras teorias e campos de conhecimento.
Ter acesso a esse material mostra a diversidade da Gestalt e o caráter múltiplo e dinâmico de seus desdobramentos, sua atualidade e vivacidade enquanto campo de pesquisa. Diferentemente de algumas aborgadens psicológicas que acabam restritas a autores canônicos, a Psicologia da Gestalt se adaptou à tradução da cultura alemã para a americana, ampliou seus horizontes e adaptou-se às demandas sociais e históricas emergêntes, saindo de um campo meramente teórico para a aplicação.
Também consta, neste levantamento bibliográfico, artigos em língua inglesa contidos em site e disponíveis na internet, tanto em formato HTML quando em PDF. Algumas referências já contêm os links para artigos ou para os sites que têm a obra para ser baixada da internet.
Essa pesquisa não se propõe exaustiva e está sempre em curso, à medida que encontro títulos disponíveis tanto para serem adquiridas na sua forma impressa quanto digital.
Segue listagem de livros em anexo, que, a medida do possível, irei comentando.
(Quem tiver alguma outra obra de Psicologia da Gestalt ou Gestalt Terapia cuja referência não conste nessa listagem – sei que existem ainda algumas obras que não consegui obter sequer a referência – e puder fornecer a referência ou doar a obra impressa, peço que entre em contato comigo).
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LEWIN, Kurt. (1973). Princípios de Psicologia Topológica. São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.
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PENNA, Antônio Gomes. (1982). Percepção e realidade. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda.
RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. (2001). Annita de Castilho e Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília DF: CFP.
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SIMÕES, Edda A. Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) Psicologia da Percepção. V. 10-I São Paulo: EDUSP
SIMÕES, Edda A. Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) Psicologia da Percepção. V. 10-II São Paulo: EDUSP
TARAGANO, Fernando. (1974) Psicoanálisis gestáltico: Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica. Buenos Aires: Editorial Paidos.
Jornal Brasileiro de Psicologia. – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin)
ENGELMANN. A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. (arquivo pdf)
ENGELMANN, A. (2002): Da Conceituação de Estado Subjetivo até a Proposição dos Escalões de Percepto. Psicologia: Reflexão e Crítica, 15(2), pp. 393-405.
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Goldstein, Kurt. (1951) Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press.
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Koffka, K. (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie (arquivo word)
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Köhler, W. (1929,1971) An old pseudoproblem (arquivo word)
Köhler, W. (1959) Gestalt Psychology Today (arquivo pdf)
Kohler,Wolfgang. (1939) The Place Of Value In A World Of Facts London: Kegan paul, Trench, Trubner & CO, Ltd.
Lewin, Kurt. (1936) Principles Of Topological Psychology. New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.
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LIMA, P. V. de A. Teoria Organísmica. (arquivo pdf)
MEDITSCH, E. O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio. (arquivo pdf)
Petermann, Bruno. (1932) The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. London: Kegan Paul, Trech, Trubner & CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.
Wertheimer, M. (1923). Laws of Organization in Perceptual Forms (arquivo pdf)
3. LINKS DE ARTIGOS CONTIDOS EM SITES DE INSTITUIÇÃOS INTERNACIONAIS
The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”
Site: http://gestalttheory.net/
Data de criação: 1978
Idiomas: alemão, inglês, italiano, francês
Categoria: Site de sociedade científica
Descrição: The Society for Gestalt Theory and its Applications (GTA) is a scientific association established for thepurpose of promoting the Gestalt-theoretical perspective in research and practice. It was founded in 1978, and since then has grown to include many members from European countries and throughout the world. Most of the members are psychologists and psychotherapists, but the membership also contains researchers from many other disciplines as well.
Obras encontradas:
Arnheim, Rudolf (1999). Gestalten and Computers.
Brown, Junius F. (1937). Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.
Duncker, Karl. (1941/42) On Pleasure, Emotion, and Striving.
Goldstein, Kurt & Scheerer, Martin (1941)
Abstract and Concrete Behavior Henle, Mary (1975). Gestalt Psychology and Gestalt Therapy
Henle, Mary (1962). Some Aspects of the Phenomenology of the Personality
Hornbostel Erich M. von (1927). The Unity of the Senses
Koffka, Kurt (1928). On the Structure of the Unconscious
Koffka, Kurt (1935) Principles of Gestalt Psychology (Chapter I: Why Psychology?)
Köhler, Wolfgang. (1929) An Old Pseudoproblem (Ein altes Scheinproblem, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)
Levy, Erwin (1936). A Case of Mania with its Social Implications
Levy, Erwin (1943). Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.
Lewin, Kurt (1935). A Dynamic Theory of Personality (Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)
Lewin, Kurt (1941). Theory of Regression in Frustration
Luchins, Abraham S. (1948). The Role of the Social Field in Psychotherapy
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1959). Comments on the Concept of Closure
Luchins, Abraham S. (1993). On Being Wertheimer’s Student
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1997). A sampling of Gestalt psychologists’ remarks on psychoanalysis.
Luchins, Abraham S. (1997). On Schulte, Wertheimer, and Paranoia
(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1999) Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer’s and Köhler’s Concepts
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (2000/2001) Kurt Grelling – Steadfast Scholar in a Time of Madness
Maibaum, Matthew (1992). A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders
Metzger, Wolfgang (1928). Certain Implications in the Concept of Gestalt
Metzger, Wolfgang (1969). The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism
Brandt, Lewis W. & Metzger, Wolfgang (1969). ‘Reality,’ What does it mean?
Metzger, Wolfgang. (1972). Do Schools of Psychology Still Exist ?
Metzger, Wolfgang. (1974). Can the Subject Create His World?
Tholey, Paul (1989). Overview of the development of lucid dream research in Germany
Toccafondi, Fiorenza. (2002). Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie
Walter, Hans-Jürgen. (1997) Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy (translation of 1981 German original version)
Wertheimer, Max. (1924). Gestalt Theory
Zanforlin, Mario. (2004). Gestalt Theory in Italy – Is it Still Alive ?
Classics in the History of Psychology
Sites: http://psychclassics.yorku.ca/index.htm
http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm
http://psychclassics.yorku.ca/links.htm
Data de criação:
Língua:
Categoria: Site de indexação de textos clássicos da Psicologia.
Descrição: An internet resource developed by Christopher D. Green, York University, Toronto, Canada. ISSN 1492-3173
Obras encontradas (Brentano, Fenomenologia e Teoria da Gestalt):
Husserl, Edmund. (1937a). The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.]
Koffka, Kurt (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie. Psychological Bulletin, 19, 531-585.
Introduction to Koffka (1922) by Christopher D. Green.
Koffka, Kurt. (1935). Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . (The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.]
Köhler, Wolfgang. (1959). Gestalt psychology today. American Psychologist, 14, 727-734.
Köhler, Wolfgang. (1929). An old pseudoproblem. (The Gestalt Archive). [From one of the founders of Gestalt psychology.]
Köhler, Wolfgang. (1914). Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]
Lewin, Kurt. (1950s?) The World of the Child. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]
Mach, Ernst. (1886/1905). The analysis of sensations (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]
Titchener, E. B. (1921). Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology. American Journal of Psychology, 32, 108-120.
Wertheimer, Max. (1924). Gestalt theory. (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.]
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suzana (portugal)
Olá adorei sua pesquisa ,parabéns.
Sou professora de GT e adorei sua pesquisa bibliografica
Saudações ,Silvia
Parabéns, Calaça! Sua pesquisa é de grande valia para todos nós. Te aconselho a divulgá-la mais para que tenha o alcance do tamanho do seu empenho. Um abraço,
Gladys D`Acri
Oi!
Sou estudante de Letras com Espanhol da Uneb. Estou elaborando meu projeto de pesquisa e gostaria de trabalhar com analise psicanalitica de tres personagens femininas das literaturas espanhola, brasileira e portuguesa.
Acontece que n estou encontrando antecedentes de pesquisa nesta área.
Você poderia me ajudar de alguma forma?
olá!
Achei sua pesquisa fantástica. Estou no 6º período de psicologia e estou estudando introdução ás técnicas psicoterápicas e pesquisava a gestalt-terapia quando cheguei até você e estou fascinada com sua bibliografia. Parabéns e continue pesquisando a gestalt precisa dessa força.
Tiro o chapeu pra você, compadre… A sua bibliografia é de tirar fólego, completa e atualizada.
Vou recomendar seu blog pra todo mundo (que mereça, é claro!).
Meu abraço hermano!
Hugo R.
Meus parabéns pelo material exposto, visto que infelizmente, a maioria das universidades do Rio de Janeiro são praticamente voltada para a psicanalise. Mas, estamos de plantão e de olho nos acontecimentos. Gostei de muitas teorias dentro da psicologia, mas a Gestalt foi a que me cativou.
Gosto de ter liberdade e de proporcionar liberdade aos meus clientes. Viva a Gestalt! Ela não morreu.