Psicologia da Gestalt e Gestalt Terapia: uma pesquisa biobibliográfica (em construção).
Luiz Fernando Calaça
A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre Psicologia da Gestalt . Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em seus teóricos fundadores de sistemas e correntes teóricas, classicas como o Wundt, Pavlov, William James, Watson, Titchner, Fechner, etc.
A Psicologia da Gestalt sempre desperta um certo fascínio nos alunos em início de graduação, principalmente por causa das imagens ligadas a ilusões de ótica e estímulos ambíguos. O que acontece, no entanto, é que esse sistema teórico da Psicologia é, muitas vezes, tido como morto, situado apenas historicamente, sendo suas contribuições tidas como perdidas, devido à crença na ausência de teóricos que dessem continuidade aos estudos da Gestalt.
Certa feita ouvi de um professor meu, quando da época dos concursos para a Universidade do Recôncavo da Bahia, que não havia mais razão de se contratar professores para a disciplina de TSP II - Teorias e Sistemas Psicológicos II, que trata geralmente da Gestalt e da Fenomenologia, por a Gestalt já não se constituir como um sistema psicológico significativo, sendo, no seu ponto de vista, mais adequado substituir pela Psicologia Cognitiva e Neurociências.
É verdade que muitas faculdades, principalmente as privadas, já não tâm a Psicologia da Gestalt em sua grade curricular, sendo ocupada por disciplinas da Psicologia Cognitiva e Neurociências. Não nego a importancia de se estudar essas dsciplinas, mas me incomoda, no entanto, se ignorar a contribuição direta dos teóricos da Gestalt para essas duas disciplinas, tanto pelo pioneirismo nas pesquisas psicológicas nessas áreas, como pela assimilação de seus estudos e conceitos dos campos da percepção, aprendizagem, memória e resolução de problemas - temas clássicos da Psicologia da Gestalt.
Um outro grande equívoco que vejo acontecer é reduzir a contribuição da Psicologia da Gestalt a esses temas de pesquisa, ignorando-se as contribuições nos campos da Psicologia Social, Psicologia Ambiental, Psicologia do Desenvolvimento, Psicologia da Arte, além da influencia exercida e, outras áreas de conhecimento e prática como as Artes Plásticas, Arquitetura, Design, Comunicação, Pedagogia e Ciências da Computação. Esse equívico se dá, principalmente, por restringirem a compreensão da Psicologia da Gestalt aos três teóricos da Escola de Berlim: o Max Wertheimer, o Kurt Koffka e o Wolfgang Kohler.
Somente em 2006, quando da vinda do teórico estoniano Jaan Valsiner - teórico estudioso principalmente da obra de Vygotsky -, para dar seminários sobre Psicologia Cultural, na UFBa, foi que fiquei sabendo da existência daz 3 Escolas da Gestalt: as escolas de Graz, de Berlim e de Leipzig. Essas escolas são citadas nas obras de História da Psicologia do Schultz e Schultz, Teorias e Sistemas Psicológicos de Max e Hillix, e no artigo do Arno Engelmann sobre a “Psicologia da Gestalt e a ciência empírica comtemporânea“, que a meu ver é o melhor e mais completo artigo sobre a Psicologia da Gestalt já escrito em lingua portuguesa.
Outra confusão que acontece é a de confundir a Psicologia da Gestalt com a Gestalt-Terapia. Quando sou convidado a falar sobre Gestalt, geralmente os professores pensam na Psicologia da Gestalt e não na Gestalt Terapia, ou tem-se a crença de que a Gestalt Terapia é uma aplicação direta dos conceitos - e das imagens de ilusão de ótica - da Psicologia da Gestalt na prática clínica. O que desconhecem é que, apesar de sofrer influência direta das teorizações da Psicologia da Gestalt, a Gestalt Terapia é uma abordagem humanista, fenomenológico existencial.
A Psicologia da Gestalt é, fundamentalmente, um campo de pesquisa experimental, com procedimentos realizados em laboratório, diferente de uma abordagem eminentemente clínica como a Gestalt Terapia. É inegável que muitos conceitos são assimilados no jargão da Gestalt-Terapia nas teorizações da abordagem, conceitos como figura-fundo, pregnância, “boa forma”, homeostase, auto-regulação organísmica, campo, etc. Todos esses conceitos foram desenvolvidos por teóricos da Psicologia da Gestalt, e das teorias de base gestáltica, como a Teoria de Campo do Kurt Lewin e a Teoria Organísmica do Kurt Goldstein.
A contribuição da Psicologia da Gestalt para a Gestalt-Terapia se deu principalmente pela ligação de seus criadores aos estudos da Psicologia da Gestalt, ainda na Alemanha. O Fritz Perls foi assistente nas pesquisas neurocientíficas com lesionados de guerra do Kurt Goldstein, e a Lore Perls, além de ter sido aluna do Goldstein, defendeu sua monografia de doutoramento sob a orientação do Max Wertheimer.
Além dessas influências teóricas, a Gestalt Terapia tem fundamentação teórico-filosófica na Fenomenologia do Husserl, no Existencialismo de Sartre, no Existencialismo Dialógico de Martin Buber, no Holismo de Cristian Smuts, na Psicanálise de Freud, Otto Rank, Karen Horney, na Bioenergética de Reich, no Zen-budismo e no Taoísmo, no Teatro Expressionista de Max Reinhardt, no Psicodrama de Moreno, etc.
A Psicologia da Gestalt surge na Alemanha entre fins do século XIX - quando é cunhado o termo gestaltqualitaten nos escritos sobre as “qualidades gestalticas” em esperimentos musicais desenvolvidos pelo Christian von Ehrenfels, da Escala de Graz, publicados em 1890 - e não apenas com os experimentos do fenômeno phi do Wertheimer, em 1910 . A Gestalt Terapia surge apenas em 1950, nos Estados Unidos, com a reunião do Grupo dos 7 e a publicação do Gestalt Therapy, do Perls, Hefferline e Goodman.
Do período entre o contato da Lore e do Fritz Perls com o Kurt Goldstein, e a criação da Gestalt Terapia, há um período de cerca de 30 anos, em que ambos exercem a Psicanálise em seu formato mais ortodoxo, na Africa do Sul e Estados Unidos. Para que a Gestalt Terapia ganhasse corpo foi necessário um longo processo de assimilação e elaboração e conceitos e técnicas, que progressivamente foram se estruturando, passando por reformulações progressicas, até os dias atuais.
Além desses esclarecimentos, que considero fundamentais para que haja a devida diferenciação entre a Psicologia da Gestalt e a Gestalt Terapia, considero importantíssimo que haja um resgate da Psicologia da Gestalt, tanto como sistema teórico, como pelas contribuições que esta dá, efetivamente, às formulações teóricas da Gestalt Terapia. Para isso vejo como de fundamental importância o resgate da produção bibliografica, tanto da Psicologia da Gestalt quanto da Gestalt Terapia, submetendo-a a análise dos conceitos, campos de influência e desdobramentos.
Até o momento, tenho feito de forma independente apenas a coleção dessas obras e organização de uma bibliografia sobre o tema. A grande maioria dessas obras estão esgostadas ou não estão traduzidas para a lingua portuguêsa. Através dessa bibliografia é possível reconstruir a história da Psicologia da Gestalt através dos autores, dos temas estudados, dos conceitos elaborados e das articulações com outras teorias e campos de conhecimento.
Ter acesso a esse material mostra a diversidade da Gestalt e o caráter múltiplo e dinâmico de seus desdobramentos, sua atualidade e vivacidade enquanto campo de pesquisa. Diferentemente de algumas aborgadens psicológicas que acabam restritas a autores canônicos, a Psicologia da Gestalt se adaptou à tradução da cultura alemã para a americana, ampliou seus horizontes e adaptou-se às demandas sociais e históricas emergêntes, saindo de um campo meramente teórico para a aplicação.
Também consta, neste levantamento bibliográfico, artigos em língua inglesa contidos em site e disponíveis na internet, tanto em formato HTML quando em PDF. Algumas referências já contêm os links para artigos ou para os sites que têm a obra para ser baixada da internet.
Essa pesquisa não se propõe exaustiva e está sempre em curso, à medida que encontro títulos disponíveis tanto para serem adquiridas na sua forma impressa quanto digital.
Segue listagem de livros em anexo, que, a medida do possível, irei comentando.
(Quem tiver alguma outra obra de Psicologia da Gestalt ou Gestalt Terapia cuja referência não conste nessa listagem - sei que existem ainda algumas obras que não consegui obter sequer a referência - e puder fornecer a referência ou doar a obra impressa, peço que entre em contato comigo).
__________________________________________________________________________________________________
BIBLIOGRAFIA ORGANIZADA
1. LIVROS OU ARTIGOS CONTIDOS EM LIVROS DE/SOBRE GESTALT-TERAPIA
AGUIAR, Luciana. (2005). Gestalt-terapia com crianças: teoria e prática. Editora Livro Pleno.
BARROS, Paulo. (1994) Narciso, a bruxa, o terapeuta elefante e outras histórias psi. São Paulo: Summus.
BARROS, Paulo. (2006) Amor e ética. São Paulo: Summus.
BRITO, Maria Alice Queiroz de. (Lika Queiroz). (2003). “Psicoterapia de curta duração sob o enfoque da gestalt terapia”. In: MATA, Caroline Sampaio; VILAS-BOAS, Celso Augusto Brito; RIBEIRO, Jorge Luis Lordelo de Sales (org.); NASCIMENTO, Eliane Maria Vasconcelos do. (coordenadora). Coletânea do Serviço de Psicologia Prof. João Ignácio de Mendonça – UFBA. Salvador, 2003.
BROWN, George Isaac. (1976). The live class room: innovation thrugh confluente education and gestalt. Penguin Books.
BUROW, Olaf-Axel & SCHERPP, Karlheinz. (1985). Gestaltpedagogia: uma caminho para a escla e a educação. São Paulo: Summus.
CALVO, Cristiane; ODDONE, Hugo Ramón Barbosa & NASCIMENTO, Maria Rosália do. (s/d) Cinema e ajustamentos criativos: iluminando gestalticamente o escurinho do cinema. Editora Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.
CARDELLA, Beatriz H. P. (2002). A construção do psicoterapeuta: uma abordagem gestaltica. São Paulo: Summus.
CIORNAI, Selma (org.) (1995). 25 anos depois:gestalt-terapia, psicodrama e terapias neo-reichianas no Brasil. São Paulo: Ágora.
CIORNAI, Selma (org.) (2004). Percursos em Arteterapia: arteterapia gestaltica, arte em psicoterapia, supervisão em arteterapia. São Paulo: Summus.
CIORNAI, Selma (org.) (2004). Percursos em Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário, trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. São Paulo: Summus.
CREMA, Roberto. (1985). Análise transacional centrada na pessoa… e mais além. São Paulo: Agora, 2ª ed.
D’ACRI, Gladys, LIMA, Patrícia (Ticha), ORGLER, Sheila. (org.) (2007). Dicionário de Gestalt-Terapia: “Gestaltês”. São Paulo: Summus.
FAGAN, Joen & SHEPHERD, Irmã Lee (org.) (1980). Gestalt-Terapia: teoria, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
FAGAN, Joen & SHEPHERD, Irma Lee (org.) (1973) What is Gestalt Therapy? New York, Evanston, San Francisco, London: Perennial Library
FRAZÃO, Lílian Meyer & ROCHA, Sérgio Lizias (org.) (s/d) Gestalt e Gênero: configurações do masculino e do feminino na contemporaneidade. Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.
FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). Ensaios em Gestalt Terapia. Maceió: Pedang.
FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). Gestalt Terapia Fenomenológico Existencial. Maceió: Pedang.
FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (1988). Grupo: Fugacidade, Ritmo e Forma: Processo de grupo e facilitação na Psicologia Humanista. São Paulo: Agora.
FUKUMITSU, Karina Okajima. (2005). Suicídio e Psicoterapia: uma visão gestáltica. Editora Livro Pleno.
GINGER, Serge & GINGER, Anne. (1995) Gestalt: uma terapia do contato. São Paulo: Summus.
GINGER, Serge. (2007) Gestalt: a arte do contato: nova abordagem otimista das relações humanas. Rio de Janeiro: Vozes.
GOODMAN, Paul (1971). Speaking and language: defence of poetry. NY: Vintage.
GOODMAN, Paul (1968). People or personnel and Like a conquered province. NY: Vintage.
GOODMAN, Paul (1962). Drawing the line: a pamphlet. New York: Random House.
GOODMAN, Paul (1977). Nature Heals: Psychological Essays. New York: Free Life Editions
HOLANDA, Adriano Furtado & FARIA, Nilton Julio de. (org) (2005). Gestalt-Terapia e contemporaneidade. Campinas: Livro Pleno.
HYCNER, Richard. (1995) De pessoa a pessoa: psicoterapia dialógica. São Paulo: Summus.
HYCNER, Richard & JACOBS, Lynne. (1997) Relação e cura em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus.
JAMES, Muriel & JONGEWARD, Dorothy. (1975) Nascido para Vencer: Análise transacional com experiências gestalt. São Paulo: Editora Brasiliense.
JULIANO, Jean Clark. (1999). A arte de restaurar histórias: liberando o diálogo. São Paulo: Summus.
KIYAN, Ana Maria Mezzarana (2006). E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls. São Paulo: Altana.
LATNER, Joel. (1996). Fundamentos de la Gestalt. Santiago, Chile: Cuatro Vientos Editorial.
LILLA, Márcia. (2005). Gestando poesias: uma proposta de resignificação do encontro humano. Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.
LIMA FILHO, Alberto Pereira. (2002). Gestalt e sonhos. São Paulo: Summus.
LOEW, Clemens A; GRAYSON, Henry & LOEW, Gloria Heiman. (1984) Três abordagens em psicoterapia: uma comparação clínica. São Paulo: Summus.
LOFFREDO, Ana Maria. (1994). A Cara e o Rosto: Ensaio sobre Gestalt terapia. São Paulo: Editora Escuta.
MÜLLER-GRANZOTTO, Marcos José & MÜLLER-GRANZOTTO, Rosane Lorena. (2007). Fenomenologia e Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus.
OAKLANDER, Violet. (1980). Descobrindo crianças: a abordagem gestaltica com crianças e adolescentes. São Paulo: Summus.
PERLS, Frederick; HEFFERLINE, Ralph & GOODMAN, Paul. (1997). Gestalt Terapia. São Paulo: Summus.
PERLS, Frederick S. (1977). Gestalt Terapia Explicada: “Gestalt Therapy Verbatim”. São Paulo: Summus.
PERLS, Frederick S. (1979). Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo. São Paulo: Summus.
PERLS, Frederick S. (2002). Ego, Fome e Agressão: uma revisão da teoria e do método de Freud. São Paulo: Summus.
PERLS, Frederick S. el all. / STEVENS, John (org.) (1997). Isto é Gestalt. São Paulo: Summus.
PERLS, Fritz. (1988). A Abordagem Gestáltica e Testemuha Ocular da Terapia. Rio de Janeiro: LTC.
PERLS, Frederick; HEFFERLINE, Ralph & GOODMAN, Paul. (1951) Gestalt Therapy: Excitement and Growth in the human Personality. Delta Book
PERLS, Laura. (1994). Viviendo en los límites. Valencia: Promolibro.
PIMENTEL, Adelma. (2003). Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia. São Paulo: Summus.
PIMENTEL, Adelma. (2005). Nutrição psicológica: desenvolvimento emocional infantil. São Paulo: Summus.
PORCHAT, Ieda (org.) (1982). As psicoterapias hoje: algumas abordagens. São Paulo: Summus.
POLSTER, Erving & POLSTER, Miriam. (2001). Gestalt-Terapia integrada. São Paulo: Summus.
RHYNE, Janie. (2000). Arte e Gestalt: padrões que convergem. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1985). Gestalt-Terapia: Refazendo um caminho. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2005). Do self e da ipsiedade: uma proposta conceitual em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1997) O ciclo do contato: temas básicos na abordagem gestáltica. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1994). Gestalt-Terapia: o processo grupal: uma abordagem fenomenológica da teoria de campo e holística. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1999). Gestalt-Terapia de curta duração. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). Vade-mécum de Gestalt-Terapia: conceitos básicos. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestáltico de falar do espaço e do tempo vividos. São Paulo: Summus.
RIBEIRO, Walter. (1998). Existência à Essência: desafios teóricos e práticos das psicoterapias relacionais. São Paulo: Summus.
ROBINE, Jean-Marie. (2006). O self desdobrado: perspectiva de campo em Gestalt-terapia. São Paulo: Summus.
RODRIGUES, Hugo Elídio. (2000) Introdução a Gestalt-terapia: conversando sobre os fundamentos da abordagem gestáltica. Petrópolis/RJ: Editora Vozes.
SCHNAKE, Adriana. (1995) Los diálogos del cuerpo: el enforque holístico de la enfermedad. Santiago, Chile: Cuatro Vientos Editorial.
SPANGENBERG, Alejandro. (1996). Terapia Gestaltica e a inversão da queda. São Paulo: Paulinas.
STEVENS, Barry. (1978) Não Apresse o rio: ele corre sozinho. São Paulo: Summus.
STEVENS, John. (1988). Tornar-se presente: experimentos de crescimento em gestalt-terapia. São Paulo: Summus.
TELLEGEN, Therese A. (1984) Gestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmica. São Paulo: Summus.
YONTEF, Gary M. (1998). Processo, Diálogo e Awareness: ensaios em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus.
ZINKER, Joseph. (1979). El Proceso Creativo em la terapia guestaltica. Buenos Aires: Editorial Paidos.
ZINKER, Joseph. (2001). A busca de elegância em psicoterapia: uma abordagem gestaltica com casais, famílias e sistemas íntimos. São Paulo: Summus.
2. REVISTAS DE GESTALT-TERAPIA
Revista de Gestalt. São Paulo: Instituto Sedes Sapientae. Ano II, Vol. 2, 1992.
Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo. (1.: 2004: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2004.
Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo. (2.: 2005: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.
Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo. (3.: 2006: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2006.
VI Encontro da Abordagem Gestáltica. A Arte do Encontro. (6.: 2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.
VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) (8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2002.
IX Encontro da Abordagem Gestáltica. A emergência da totalidade. (9.: 2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003.
X Encontro da Abordagem Gestáltica. O aqui e agora gestáltico. (10.: 2004, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2004.
XI Encontro da Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais). Goiânia/GO: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.
Revista da Abordagem gestáltica. (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.
Revista da Abordagem gestáltica / Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.
3. LIVROS E/OU ARTOGOS DE/SOBRE PSICOLOGIA DA GESTALT
ARNHEIM, Rudolf. (1992) Arte & percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.
ASCH, Solomon E. (1977) Psicologia Social. São Paulo: Companhia Editora Nacional
BÜHLER, Karl (1965). Psicologia de la forma: cibernética y vida. Madrid: Ediciones Morata.
CABRAL, A. C. M. (1945). Observações sobre o conflito dos resultados dos experimentos sobre a memórias de formas. (Dissertação de doutorado.) Publicado em: CABRAL, Anita de Castilho E Marcondes (1946): O conflito dos resultados dos experimentos sobre a memoria de formas. Boletim nº 76 da FFCL da USP. Psicologia n° 2.
CABRAL, Anita de Castilho E Marcondes (1966): Psicanálise e Gestalt: semelhanças? Jornal Brasileiro de Psicologia 3(1), 57-64.
DELACRIX, H.; CASSIRER, E.; GOLDSTEIN, K. at all. (1967). Psicologia del linguaje. Buenos Aires: Editorial Paidós.
DONZELLI, Telma. (1980). O Gestaltismo: ensaio sobre uma filosofia da Forma. Rio de Janeiro: Edições Antares.
EHRENZWEIG, Anton. (1977). Psicanálise da percepção artística. Rio de Janeiro: Zahar Editores.
ELLIS, W. D. (1950). A source book of Gestalt Psychology. London: Routledge & Kegan Paul Ltd.
GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. (1972). Psicologia Estrutural em Kurt Lewin. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes Limitada.
Gomes Filho, J. (2000) Gestalt do objeto : sistema de leitura visual da forma. São Paulo : Escrituras.
GUILLAUME, Paul. (1966). Psicologia da forma. São Paulo: Editora Nacional.
* HALL, C.S. E INDZEY, G. (1971). Teorias da personalidade. São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo.
HEIDER, Fritz. Psicologia das relações interpessoais. São Paulo: Livraria Pioneira Editora: Editora da Universidade de São Paulo.
* HERRNSTEIN, R. J. & BORING, E. G. (1971) Textos básicos de história da psicologia. São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo
KATZ, David (1967). Psicologia de la forma (Gestaltpsychologie). Madrid: Espasa-Calpe, S.A.
KOFFKA, Kurt. (1975). Princípios da psicologia da Gestalt. São Paulo, Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.
KOFFKA, K. (1926). Bases de la evolucion psíquica: una introducion a la psicologia infantil. Madrid: Revista de Ocidente.
KÖHLER, Wolfgang. (1980). Psicologia da Gestalt. Belo Horizonte: Editora Itatiaia. Ltda.
KÖHLER, Wolfgang. (1978) / Engelmann, Arno (org.). Köhler. São Paulo: Ática.
KÖHLER, W., KOFFKA, K. & SANDER, F. (1973) Psicología de la forma. Buenos Aires: Editorial Paidós.
KÖHLER, Wolfgang. (1962). Dinámica en psicología. Buenos Aires: Editorial Paidós.
LEITE, Dante Moreira (1967). Psicologia e literatura. São Paulo: Companhia Editora Nacional, Editora da Universidade de São Paulo.
LEWIN, Kurt. (1973). Problemas de Dinâmica de Grupo. São Paulo: Editora Cultrix.
LEWIN, Kurt. (1975). Teoria dinâmica da personalidade. São Paulo: Cultrix.
LEWIN, Kurt. (1973). Princípios de Psicologia Topológica. São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.
LEWIN, Kurt. (1965). Teoria de Campo em Ciência Social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.
LUCHINS, Abraham S. (1970). Psicoterapia de grupo: um guia. São Paulo: Cultrix
* MARX, Melvin H. & HILLIX, William A. (1973). Sistemas e teorias em psicologia. São Paulo: Cultrix
METZGER, Wolfgang. (1979) Los Prejuicios: ensayo de caracterización psicológica y social. Barcelona: Editorial Herder.
OSTROWER, Fayga. (1987). Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes.
PAVLOV, Ivan Petrovich. (2005). “Critica da Psicologia da Gestalt”. In: Textos Escolhidos. Coleção OS PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda.
PENNA, Antônio Gomes. (2000). Introdução ao gestaltismo. Rio de Janeiro: Imago Ed.
PENNA, Antônio Gomes. (1966) Percepção e aprendizagem. Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A.
PENNA, Antônio Gomes. (1982). Percepção e realidade. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda.
RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. (2001). Annita de Castilho e Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília DF: CFP.
TARAGANO, Fernando. (1974) Psicoanálisis gestáltico: Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica. Buenos Aires: Editorial Paidos.
Jornal Brasileiro de Psicologia. – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin)
4. REVISTA SOBE PSICOLOGIA DA GESTALT
Armadilhas da Percepção. Mente & cérebro. Edição especial nº 16. São Paulo/SP: Dueto Editorial
5. Artigos e livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no SCIELO:
ENGELMANN. A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. (arquivo pdf)
ENGELMANN, A. (2002): Da Conceituação de Estado Subjetivo até a Proposição dos Escalões de Percepto. Psicologia: Reflexão e Crítica, 15(2), pp. 393-405.
6. Livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no site WWW.ARCHIVE.ORG:
GOLDSTEIN, KURT. (1951) Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press (arquivo pdf) (*)
GOLDSTEIN, K. e Scheerer, M. Abstract and concrete behavior: an experimental exame with special tests. (arquivo pdf)
Goldstein, Kurt. (1951) Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press.
GREEN, C. D. (2000) Introduction to: “Perception: An introduction to the Gestalt-Theorie” by Kurt Koffka (1922) (arquivo word)
Hartmann, George W. (1935) Gestalt Psychology A Survey Of Facts And Principles. New York: The Ronald Press Company.
Henle, Mary (org.) (1961). Documents Of Gestalt Psychology Berkelex, Los Angeles: University of California Press.
Katz, David (at all). (1928) Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. Worcester, Massachusetts: Clark University Press.
Katz, David. ([1948]) Psychological atlas : with 400 illus. New York, Philosophical Library
Koffka, K. (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie (arquivo word)
Koffka K.(1928) On the Structure of the Unconscious (arquivo pdf)
Köhler, W. (1929,1971) An old pseudoproblem (arquivo word)
Köhler, W. (1959) Gestalt Psychology Today (arquivo pdf)
Kohler,Wolfgang. (1939) The Place Of Value In A World Of Facts London: Kegan paul, Trench, Trubner & CO, Ltd.
Lewin, Kurt. (1936) Principles Of Topological Psychology. New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.
Lewin, Kurt. (1935) A Dynamic Theory Of Personality: select papers. New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.
LIMA, P. V. de A. Teoria Organísmica. (arquivo pdf)
MEDITSCH, E. O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio. (arquivo pdf)
Petermann, Bruno. (1932) The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. London: Kegan Paul, Trech, Trubner & CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.
Wertheimer, M. (1923). Laws of Organization in Perceptual Forms (arquivo pdf)
7. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis no site do The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”
Site: http://gestalttheory.net/
Arnheim, Rudolf (1999). Gestalten and Computers.
Brown, Junius F. (1937). Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.
Duncker, Karl. (1941/42) On Pleasure, Emotion, and Striving.
Goldstein, Kurt & Scheerer, Martin (1941)
Abstract and Concrete Behavior Henle, Mary (1975). Gestalt Psychology and Gestalt Therapy
Henle, Mary (1962). Some Aspects of the Phenomenology of the Personality
Hornbostel Erich M. von (1927). The Unity of the Senses
Koffka, Kurt (1928). On the Structure of the Unconscious
Koffka, Kurt (1935) Principles of Gestalt Psychology (Chapter I: Why Psychology?)
Köhler, Wolfgang. (1929) An Old Pseudoproblem (Ein altes Scheinproblem, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)
Levy, Erwin (1936). A Case of Mania with its Social Implications
Levy, Erwin (1943). Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.
Lewin, Kurt (1935). A Dynamic Theory of Personality (Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)
Lewin, Kurt (1941). Theory of Regression in Frustration
Luchins, Abraham S. (1948). The Role of the Social Field in Psychotherapy
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1959). Comments on the Concept of Closure
Luchins, Abraham S. (1993). On Being Wertheimer’s Student
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1997). A sampling of Gestalt psychologists’ remarks on psychoanalysis.
Luchins, Abraham S. (1997). On Schulte, Wertheimer, and Paranoia
(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (1999) Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer’s and Köhler’s Concepts
Luchins, Abraham S. & Luchins, Edith H. (2000/2001) Kurt Grelling - Steadfast Scholar in a Time of Madness
Maibaum, Matthew (1992). A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders
Metzger, Wolfgang (1928). Certain Implications in the Concept of Gestalt
Metzger, Wolfgang (1969). The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism
Brandt, Lewis W. & Metzger, Wolfgang (1969). ‘Reality,’ What does it mean?
Metzger, Wolfgang. (1972). Do Schools of Psychology Still Exist ?
Metzger, Wolfgang. (1974). Can the Subject Create His World?
Tholey, Paul (1989). Overview of the development of lucid dream research in Germany
Toccafondi, Fiorenza. (2002). Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie
Walter, Hans-Jürgen. (1997) Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy (translation of 1981 German original version)
Wertheimer, Max. (1924). Gestalt Theory
Zanforlin, Mario. (2004). Gestalt Theory in Italy - Is it Still Alive ?
8. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT e FENOMENOLOGIA disponíveis no site Classics in the History of Psychology
Sites: http://psychclassics.yorku.ca/index.htm
http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm
http://psychclassics.yorku.ca/links.htm
Husserl, Edmund. (1937a). The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.]
Koffka, Kurt (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie. Psychological Bulletin, 19, 531-585.
Introduction to Koffka (1922) by Christopher D. Green.
Koffka, Kurt. (1935). Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . (The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.]
Köhler, Wolfgang. (1959). Gestalt psychology today. American Psychologist, 14, 727-734.
Köhler, Wolfgang. (1929). An old pseudoproblem. (The Gestalt Archive). [From one of the founders of Gestalt psychology.]
Köhler, Wolfgang. (1914). Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]
Lewin, Kurt. (1950s?) The World of the Child. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]
Mach, Ernst. (1886/1905). The analysis of sensations (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]
Titchener, E. B. (1921). Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology. American Journal of Psychology, 32, 108-120.
Wertheimer, Max. (1924). Gestalt theory. (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.]
Obrigada por partilhar esta informação!
suzana (portugal)
Olá adorei sua pesquisa ,parabéns.
Sou professora de GT e adorei sua pesquisa bibliografica
Saudações ,Silvia