Suicídio: um olhar em multiplas perspectivas*
Allan Maia
Emanuele
Leandro
Luiz Fernando Calaça
“Ainda são inúmeras as correntes que abordam o suicídio como um ato isolado e individual, apesar dos avanços teóricos que mostram o suicídio de um modo mais abrangente englobando a pessoa em todas as suas condições existenciais.” (Angerami-Camon, 1986)
Começamos este trabalho com uma provocação. Nos propomos neste texto abrir perspectivas diversas sobre o tema do suicídio, saindo do espaço restrito da psicologia e apontando para outras possibilidades de compreensão deste fenômeno. Admitindo nossa limitação, pelo espaço que nos é dirigido, e por nossas limitações da apreensão dessas várias abordagens, pretendemos situar panoramicamente este tema, abarcando aspectos históricos, filosóficos, sociológicos, e psicanalísticos, para posteriormente adentrarmos nos aspectos referentes à epidemiologia, ao suicídio no contexto psicoterápico e, por fim, no contexto hospitalar – foco desta disciplina. Por fim, faremos um breve esboço sobre as discussões sobre o direito ao suicídio.
PANORAMA
VISÃO HISTÓRICA
Casos de suicídio são relatados desde a Antiguidade. O primeiro suicídio registrado 2500 a.c. Cidade de Ur, na Mesopotânia, relacionado a um suicídio grupal. No Egito também se registra suicídios coletivos, entre os servos acompanham o Faraó no momento da sua morte.
Na Grécia Antiga o suicídio se realizava sob consentimento do Estado, como punição aos cidadãos que de alguma forma ferissem a ordem social na polis democrática. Um exemplo clássica é o suicídio de Sócrates, por envenenamento por cicuta. Na Roma a condenação era feita em situações específicas, como forma de punição.
A partir da Idade Média Cristã há a condenação teológica e do Estado ao suicida, não sendo permitido, por exemplo, o enterro dos corpos dos suicidas, além de se dar o confisco das propriedades da família.
VISÃO FILOSÓFICA
Segundo Santos, Baladi e Ponzio (1984), alguns teólogos da antiguidade consideravam o suicídio como “ato de deliberação”, um ato puro, sem contaminação psíquica, ou seja, irracional.
Na Grécia, as perspectivas sobre o cuidídio eram diversas. Aristóteles condena o ato suicida, por considerar a vida como função e omissão social. Para ele ninguém deveriae furta-se com o dever da continuidade, que estava relacionado diretamente à manutenção do estado democrático.
Para as correntes do estoicismo e do epicurismo, ainda na Grécia, há legitimação do suicídio. Para o Estoicismo viver é obedecer a leis da natureza. Se não se pode viver de acordo com a natureza, é melhor suicidar-se. Matar-se configura-se como um direito da existência humana. Para o Epicurismo a vida deve servir a um prazer espiritual e intelectual. A ausência de prazer daria significado a escolha da morte, quando outras escolhas não tivessem mais sentido.
Na Filosofia Cristã temos dois filósofos de destaque: Santo Agostinho e São Thomas de Aquino. Para Santo Agostinho ninguém sabe o que é a morte, pois não há experiência da morte. Para ele, o homem veio para purificar a existência, sendo a dor um desafio que ele tem que aceitar. Não há legitimação do suicídio, pois este é considerado um ato de pecado. São Thomás de Aquino condena o suicídio alegando ser ele contrario à natureza. Para ela, há um instinto de viver e matar-se seria furtar-se à participação social
Na Filosofia moderna temos opiniões diversas e contrastantes. Voltaire se contrapõe à perspectiva cristã ao considerar que não há sentido em falar para quem se mata que está desobedecendo um desígnio de Deus.
David Waman considera o suicídio é uma expressão de liberdade do indivíduo. Comte, num enfoque mais sociológico, por sua vez, se contrapõe a Waman ao afirmar que o homem não é apenas um indivíduo, é toda uma unidade moral, onde cada um tem sua personalidade. Segundo ele, aquele que se mata destrói sua personalidade. No suicídio, o indivíduo material que se rebela contra a pessoa.
Para Schopenhauer, aproximando-se um pouco de São Thomas de Aquino, a vida do homem é vista como sujeita ao sofrimento porque é dotado de desejar e querer. Matar-se não resolveria nada, porque não põe fim à vontade transcendental. Para ele, quem se mata está a serviço da vontade, não havendo então liberdade na realização desse ato.
Para as Filosofias existenciais, nossa existência depende de nossa decisão, nossa existência como espécie. Não é somente o destino de um homem, mas de um grupo, de uma humanidade. Sobreviver está relacionado e dependente de variáveis externas do indivíduo, o que põe o homem, desta forma, como responsável por seus atos e pelos impactos destes sobre o seu meio social.
Kierkgaard, em seu livro “Desespero Humano”, afirma que o desespero é uma doença mortal, pois significa o defronta-se do homem com sua condição de finitude. Para ele, um dos grandes dilemas da existência é a negação de sua essência, a negação do si mesmo, e o desejo de querer ser outro. Para ele, a intensidade do desespero aumenta com a consciência. Suicídio se configura como ato de desesperoprincipalmente para o homem que volta-se para si mesmo e defronta-se intimamente com a impossibilidade de escapar à morte – suicídio do “hermético”.
Albert Camus, em seu livro “O mito de Sísifo”, nos apresenta o homem absurdo, aquele que se depara com a impossibilidade da razão e da compreensão do mundo através de abstrações conceituais. Ele afirma o “suicídio filosófico” como atitude existencial, considerando qualquer tentativa de racionalização da realidade absurda. Para ele, o pensamento que nega a si mesmo e tende a superar-se.
VISÃO SOCIOLÓGICA
Durkheim, principal expoente dos estudos sociológicos sobre o tema, considera o Suicídio como um fato social. Para ele, “todo caso de morte que resulta directa ou indirectamente de acto positivo ou negativo praticado pela própria vítima, acto que a vítima sabia dever produzir esse resultado” (pág. 10)
Durkheim , em seu estudo sobre suicídio, classifica vários tipos de Suicídio: o suicídio egoísta, o suicídio altruísta e o suicídio anômico.
O conceito “anomia”, cunhado por ele, denuncia as transformações sócio-econômicas ocorridas na Modernidade. Segundo ele, viveríamos num Estado de desregramento, que seria um mal que ameaça a sociedade moderna, ao romper com os limites e as normas sociais que garantem o ordenamento da sociedade.
Para Fernandes(1997), a anomia tornou-se um diagnóstico do estado das paixões humanas. Um estado apaixonado caracterizado pela dissolução ou relaxamento, dos freios da consciência coletiva, dando passagem às ambições, as cobiças e às aspirações.
Para ela, é no social, como ordem normativa internalizada, em que as regras coletivas fazem laço social, na medida em que tornam-se internas e subjetivas, o sujeito pode se identificar com estas. Quando a sociedade está perturbada, a ordem social é incapaz de exercer o poder da lei.
Para Durkheim (1977), a sociedade é também um poder que regula. Existe uma relação entre a maneira como se exerce esta acção reguladora e a taxa social dos suicídio.
Em situações como desastres econômicos, ou seu oposto, aumento brusco de poder e fortuna, as forças sociais não encontrariam equilíbrio e não haveria qualquer tipo de regulamentação. Qualquer ruptura de equilíbrio, até as que resultam em bem- estar maior e vitalidade geral, incitaria a morte voluntária.
É posssível fazer um paralelo entre a visão de Durkheim e a Psicanálise, no que tange à importância atribuída por ele à lei. Para ele, a atividade humana não pode ser completamente livre (…) O caracteriza o homem é que o obstáculo que se lhe depara não é físico mas moral, isto é, social. Aceita a lei vinda não de um meio material que se lhe impõe brutalmente, mas de uma consciência superior à dele e cuja superioridade reconhece.
Assim, Durkheim afirma a importância da “disciplina das paixões”, sendo o Outro aquele que faz laço social: Se é o Outro( conjunto de regras normativas) que faz laço social, a anomia tornou-se sintoma mal- estar decorrente do enfraquecimento ou degradação da encarnação psíquica do Outro) ( Fernandes, 1997)
Desta forma, as leis sociais se manifestam como um legado do Outro, sendo possível uma correlação entre o pacto edípico psicanalítico e o pacto social sociológico.
SUICÍDIO NA PERSPECTIVA PSICANALITICA
O humano experimenta incisiva ação conflituosa das pulsões de morte e vida. A pulsão de morte (Tânatos) caracteriza-se por seu conteúdo auto-destrutivo, enquanto a pulsão de vida (Eros) é a potente organizadora do homem em sociedade, é a força integrativa (Freud,1930). A problemática do suicídio denota-se pela extrapolação das forças destrutivas sobre as aglutinadoras no lócus da experiência. Essa exacerbação de Tânatos no conflito promove de modo dilacerante atos de extermínio contra o próprio sujeito (Cassorla, 1984).
Esta circunstância auto-agressora indica a melancolia, que se define por dada perda na vida pulsional do sujeito. A melancolia traduz-se como uma perda enigmática, que antes objetal (luto) se modifica em perda do ego, de conteúdo narcísico de suposta auto-suficiência e que carrega em seu bojo ações de destrutividade e sentimento de culpa (Freud, 1917). Esta culpa que ao se elevar a níveis deveras patológicos de autoflagelação suscita o irromper de idéias suicidas, que mais podem surgir como um modo de matar a vivência dolorosa.
Interpreta-se, dessa forma, que o suicídio parece se afirmar como a fuga de uma premente angústia para um lugar desconhecido, posto que desconheça a morte. Não é a morte que o suicida procura, mas outra vida que se fantasia como um elixir capaz de arrefecer a sua angústia (Cassorla, 1984).
A angústia é um afeto que se articula nos registros do Real, do Simbólico e do Imaginário a se transparecer pelas veredas do vazio, da falta constitutiva, das ações efervescidas do desejo e dos repetitivos modos de gozo. O imperativo pungente assinala-se no corpo como uma “dor de existir” que elege a morte como um lugar apaziguador. Assim, o ato suicida se precipita quando há um transbordamento que faz emergir a dimensão do Real no Imaginário (Carvalho, 2006).
Com efeito, a temática do suicídio suscita questões amplas que escapam da módica terminologia de ser a morte de si mesmo. Diante disso, para fins elucidativos é possível tipificar o suicídio em consciente e inconsciente; parcial e total. Ele é consciente quando torna evidente o ato auto-agressivo, é emitido de modo deliberado; caracteriza-se como inconsciente nas diversas práticas humanas que tacitamente demonstram a lógica mortífera (por exemplo: do piloto de corrida automobilística, do fumar de forma inveterada, da drogadição etc.). O suicídio parcial é caracterizado quando o sujeito mata uma parte de se mesmo seja de modo consciente (automutilações) ou inconsciente (doenças, frigidez, impotência sexual); no total, há a morte “deliberada” por si mesmo. (Cassorla, 1984).
DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DO SUICÍDIO NO BRASIL
Os dados epidemiológicos sobre o suicídio são por demais incertos e questionáveis, levando em consideração apenas os casos que são registrados quando há entrada do paciente em sistemas de saúde. Ao que se consta, 75% dos casos registrados entre jovens, se dão com menores de 27 anos, sendo a 6ª causa de morte na faixa etária de 15 a 24 anos nas regiões metropolitanas (dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade/MS, 1979-1995). As capitais com maior incidência seriam: Porto Alegre , Curitiba, Belém, Recife, São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador
Haveria uma diferenciação, na avaliação epidemiológica, entre o ato suicida (tentativa) e suicídio concretizado, estando computados entre 7% a 33% dos casos, respectivamente. Ao que tudo indica, meninas e adolescentes apresentariam maior número de tentativas.
SUICIDIO E PSICOTERAPIA
Fukumitsu (2005), em seu livro “Suicídio e Psicoterapia”, adota uma perspectiva fenomenológico-existencial na compreensão do fenômeno do suicídio e no possível esboço de uma proposta de intervenção.
Segundo essa perspectiva, o ser humano é tido responsável por suas escolhas e é influenciado por suas relações consigo e com os outros. O suicídio configura-se, muitas vezes, como última alternativa de suas vidas. Pelo ato suicida, a pessoa desnudaria o tamanho de seu desespero humano e não se daria mais a oportunidade de buscar seu próprio sentido de vida.
A autora questiona como seria possível para um psicoterapeuta realizar uma análise compreensiva do potencial suicida e intrumentalizar-se, tendo em vista a falta de formação dos terapeutas para lidar com cliente suicida em potencial.
Para ela, os psicoterapeutas são facilitadores, isto é, ajudam o cliente a desvelar seu interesse pela vida, a fim de que se torne consciente não somente de suas necessidades, mas de suas responsabilidades de estar vivo.”
Nessa perspectiva, o suicídio é compreendido como mensagem existencial, diferenciando o ato suicida e das tentativas de suicídio, sendo o primeiro a última escolha de vida empreendida pelo sujeito, e a tentativa um alerta para se pensar o modo de estar do mundo desse sujeito, sendo neste momento, sendo importante, quando possível, a atuação do psicoterapeuta no sentido de buscar dar suporte a esse sujeito, ajudando-o a ressignificar sua existência.
Fukumitsu aponta para alguns fatores de risco que precisariam ser atentados pelo psicoterapeuta como possíveis sinais (The World Health Organization, 2000). Tais sinais seriam a ambivalência, a impulsividade e a rigidez, nas formas do sujeito funcionar nas suas relações com o mundo e consigo mesmo.
Patterson & Patterson (1983, apud Fukumitsu, 2005), apontam pra 10 fatores que precisam ser levados em conta: sexo, idade, histórico de depressão, tentativas anteriores de suicídio, álcool, perda do raciocínio lógico, falta de suporte social, plano de suicídio organizado, ausência de parceiro ou parceira e doença.
Wise & Rundell (1988) distrubui esses fatores em três categorias: 1) Psiquiátricos: depressão, dependência alcoólica, dependência química, disfunções de personalidade (compulsivo e boderline), esquizofrenia, psicose orgânica, histórico passado, histórico familiar, saúde renal rebaixada; 2) Psicológicos: Histórico de perdas recentes, perda de pais na infância, datas importantes, comemorativas, feriados, instabilidade familiar, isolamento social e 3) Sociais: Sexo (+ homens), Idade (acima de 45 anos), Religião (protestantes e ateus), Geografia (áreas urbanas), Estado civil (divorciado>solteiro>viúvo>casado), Situação socioeconomica (ricos e pobres, aposentados e desempregados)
Fukumitsu, tendo como parametro esses dados e sua própria atuação clínica, esboça uma proposta terapeutica de prevenção, que envolveria: 1) a inclusão no contrato terapêutico do item sigilo, 2) atenção a possíveis sinais de intencionalidade e letalidade, 3) exploração do fenômeno suicídio e tentativa, 4) ampliação do sistema de apoio em situações de tentativa suicida. Em casos de tentativa de suicídio, ela propõe: 1) agir rápido, 2) não deixar pessoa sozinha e 3) comunicar médico e hospital.
SUICÍDIO E CONTEXTO HOSPITALAR
Quando se fala em suicídio no contexto hospitalar, cria-se um entrave, no que diz respeito à postura médica, e um dilema para o psicólogo. O médico, por sua formação, tende a tratar do organismo, do corpo humano em seu adoecimento, sendo norteado pela luta contra a doença e contra a morte. É inconcebível, dentro dessa lógica, que alguém deseje matar-se. O suicídio se configura como a antítese da lógica médica, havendo uma tendência a “diagnosticação” do paciente suicida, dentro de categorias psiquiátricas.
O dilema da atuação do psicólogo no Contexto Hospitalar, se dá principalmente na adaptação das equipes à entrada do psicólogo, que tende a trazer uma nova lógica, que tem como urgência lidar com os sentimentos do paciente.
A atuação junto ao paciente suicida tende a ter o formato de um atendimento catártico, havendo uma tentativa de estabelecimento de vínculo e “ajuda”. Em geral se dá apenas um único atendimento, que tem sua qualidade prejudicada pela interrupção de outros profissionais, voltados para as demandas do organismo. Quando o paciente permanece mais tempo hospitalizado, há a possibilidade de oferecimento de continuidade de atendimento ou encaminhamento.
É importante que psicólogo compreenda de forma ampla as várias motivações que podem estar por trás da tentativa de suicídio, tais como: miséria, opressão social, desestrutura familiar, desemprego, relacionamentos precários, caracterização do momento da tentativa, desespero frente a falta de perspectivas de vida.
O DIREITO AO SUICÍDIO
Na década de 80, se deu um movimento internacional de afirmação do Direito ao Suicídio, a partir de uma perspectiva que questiona a ordem social vigente, sob uma perspectiva anarquista; tendo como ponto chave a consideração de que nada impede os suicidas de se suicidarem.
Guillon e Bonnice (1984) , critica a idéia de uma pseudoliberdade social ao denunciar que o o suicídio deixado de lado, como tema relevante de reflexão, havendo uma transferência de controle social, que submete o suicida a um estigma, sem que se leve em consideração seu desejo e sua condição existencial real.
Tal perspectiva sustenta que, de fato, “a morte nos pertence, se quisermos”, pois nada impede que o sujeito ponha fim a sua própria vida. O que acontece é que há um silenciamento sobre o tema, não havendo medidas efetivas de informação à sociedade sobre as repercussões que uma tentativa de suicídio traz efetivamente para o sujeito.
Cria-se, então, a Associação pelo Direito de Morrer com Dignidade – ADMD, tendo como representante a figura de Michel Lee Landa. É escrito um “Guia de Auto-eliminação”, que traz reflexões sobre o direito de se dar a morte, argumentos contra “suicídios impulsivos” e uma lista de medicamentos e precauções que poderiam ser utilizadas para que houvesse uma morte sem sofrimento e sem risco de ter a tentativa frustrada. Tal iniciativa, longe de ser um incentivo ao suicídio, visava informar os possíveis suicidas em potenciais, dando visibilidade sobre o tema, no sentido de propor uma reflexão aberta sobre esse tema tabu.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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FREUD, S. (1917) Luto e Melancolia. In: Edição Standard Brasileira das Obras psicológicas completas de Sigmund Freud.Rio de Janeiro: Imago, 1969, v.XIV.
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MEIRELES, Marilucia Melo. Anomia: Ruptura Civilizatória e sofrimento psíquico. Ed: Casa do Psicólogo, 2004
NUNES, Everardo Duarte. O Suicídio reavaliando um clássico da literatura sociológica do século XIX. Cad. Saúde Pública vol. 14 n. 1. Rio de Janeiro Jan/ Mar. 1998
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*Artigo referente ao seminário sobre Suicídio apresentado na disciplina Psicologia Hospitalar, sobre a orientação da professora Sheyna Vasconcelos, UFBa, 2008.1.