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	<title>Luiz Fernando Calaça &#187; Gestalt</title>
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	<description>Gestalt, Arte e Literatura</description>
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		<title>Psicologia da Gestalt e Gestalt Terapia: uma pesquisa biobibliográfica (em construção).</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre Psicologia da Gestalt. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Fernando Calaça</p>
<p>A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893" target="_blank">Psicologia da Gestalt</a>. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em seus teóricos fundadores de sistemas e correntes teóricas, classicas como o Wundt, <a title="Pavlov" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1705436&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pavlov</a>, <a title="William James" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=282084&amp;ST=SE&amp;fanq=268893">William James</a>, Watson, Titchner, Fechner, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt sempre desperta um certo fascínio nos alunos em início de graduação, principalmente por causa das imagens ligadas a <a title="ilusões de ótica" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21198185&amp;ST=SE&amp;franq=268893">ilusões de ótica</a> e estímulos ambíguos. O que acontece, no entanto, é que esse sistema teórico da Psicologia é, muitas vezes, tido como morto, situado apenas historicamente, sendo suas contribuições tidas como perdidas, devido à crença na ausência de teóricos que dessem continuidade aos estudos da Gestalt.</p>
<p>Certa feita ouvi de um professor meu, quando da época dos concursos para a Universidade do Recôncavo da Bahia, que não havia mais razão de se contratar professores para a disciplina de TSP II &#8211; Teorias e Sistemas Psicológicos II, que trata geralmente da Gestalt e da Fenomenologia, por a Gestalt já não se constituir como um sistema psicológico significativo, sendo, no seu ponto de vista, mais adequado substituir pela Psicologia Cognitiva e Neurociências.</p>
<p>É verdade que muitas faculdades, principalmente as privadas, já não tâm a Psicologia da Gestalt em sua grade curricular, sendo ocupada por disciplinas da <a title="Psicologia Cognitiva" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=232184&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Cognitiva</a> e <a title="Neurociências" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21362531&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Neurociências</a>. Não nego a importancia de se estudar essas dsciplinas, mas me incomoda, no entanto, se ignorar a contribuição direta dos teóricos da Gestalt para essas duas disciplinas, tanto pelo pioneirismo nas pesquisas psicológicas nessas áreas, como pela assimilação de seus estudos e conceitos dos campos da <a title="percepção" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117675&amp;ST=SE&amp;franq=268893">percepção</a>, <a title="aprendizagem" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=136345&amp;ST=SE&amp;franq=268893">aprendizagem</a>, <a title="memória" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=154177&amp;ST=SE&amp;franq=268893">memória</a> e resolução de problemas &#8211; temas clássicos da Psicologia da Gestalt.</p>
<p>Um outro grande equívoco que vejo acontecer é reduzir a contribuição da Psicologia da Gestalt a esses temas de pesquisa, ignorando-se as contribuições nos campos da <a title="Psicologia Social" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=54009&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Social</a>, <a title="Psicologia Ambiental" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=231134&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Ambiental</a>, <a title="Psicologia do Desenvolvimento" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117692&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia do Desenvolvimento</a>, <a title="Psicologia da Arte" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=7106&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Arte</a>, além da influencia exercida e, outras áreas de conhecimento e prática como as Artes Plásticas, Arquitetura, <a title="Design" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Design</a>, Comunicação, <a title="Pedagogia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1448406&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pedagogia</a> e Ciências da Computação. Esse equívico se dá, principalmente, por restringirem a compreensão da Psicologia da Gestalt aos três teóricos da Escola de Berlim: o Max Wertheimer, o Kurt Koffka e o Wolfgang Kohler.</p>
<p>Somente em 2006, quando da vinda do teórico estoniano Jaan Valsiner &#8211; teórico estudioso principalmente da obra de Vygotsky -, para dar seminários sobre Psicologia Cultural, na UFBa, foi que fiquei sabendo da existência daz 3 Escolas da Gestalt: as escolas de Graz, de Berlim e de Leipzig. Essas escolas são citadas nas obras de <a title="História da Psicologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=261929&amp;ST=SE&amp;franq=268893">História da Psicologia</a> do Schultz e Schultz, <a title="Teorias e Sistemas Psicológicos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=60251&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Teorias e Sistemas Psicológicos</a> de Max e Hillix, e no artigo do Arno Engelmann sobre a &#8220;Psicologia da Gestalt e a ciência empírica comtemporânea&#8221;, que a meu ver é o melhor e mais completo artigo sobre a Psicologia da Gestalt já escrito em lingua portuguesa.</p>
<p>Outra confusão que acontece é a de confundir a Psicologia da Gestalt com a Gestalt-Terapia. Quando sou convidado a falar sobre Gestalt, geralmente os professores pensam na Psicologia da Gestalt e não na Gestalt Terapia, ou tem-se a crença de que a Gestalt Terapia é uma aplicação direta dos conceitos &#8211; e das imagens de ilusão de ótica &#8211; da Psicologia da Gestalt na prática clínica. O que desconhecem é que, apesar de sofrer influência direta das teorizações da <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Gestalt</a>, a <a title="Gestalt Terapia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=3454&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Gestalt Terapia</a> é uma abordagem humanista, fenomenológico existencial.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt é, fundamentalmente, um campo de pesquisa experimental, com procedimentos realizados em laboratório, diferente de uma abordagem eminentemente clínica como a Gestalt Terapia. É inegável que muitos conceitos são assimilados no jargão da Gestalt-Terapia nas teorizações da abordagem, <a title="conceitos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">conceitos</a> como figura-fundo, pregnância, &#8220;boa forma&#8221;, homeostase, auto-regulação organísmica, campo, etc. Todos esses conceitos foram desenvolvidos por teóricos da Psicologia da Gestalt, e das teorias de base gestáltica, como a Teoria de Campo do Kurt Lewin e a Teoria Organísmica do Kurt Goldstein.</p>
<p>A contribuição da Psicologia da Gestalt para a Gestalt-Terapia se deu principalmente pela ligação de seus criadores aos estudos da Psicologia da Gestalt, ainda na Alemanha. O <a title="Fritz Perls" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fritz Perls</a> foi assistente nas pesquisas neurocientíficas com lesionados de guerra do Kurt Goldstein, e a Lore Perls, além de ter sido aluna do Goldstein, defendeu sua monografia de doutoramento sob a orientação do Max Wertheimer.</p>
<p>Além dessas influências teóricas, a Gestalt Terapia tem fundamentação teórico-filosófica na <a title="Fenomenologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21392571&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fenomenologia </a>do Husserl, no <a title="Existencialismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1594893&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo</a> de Sartre, no <a title="Existencialismo Dialógico" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=107261&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo Dialógico</a> de Martin Buber, no <a title="Holismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=36111&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Holismo</a> de Cristian Smuts, na <a title="Psicanálise de Freud" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1471668&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Psicanálise de Freud</a>, Otto Rank, Karen Horney, na <a title="Bioenergética" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176732&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Bioenergética</a> de Reich, no <a title="Zen-budismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=6961&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Zen-budismo</a> e no <a title="Taoísmo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=144977&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Taoísmo</a>, no Teatro <a title="Expressionista" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=185298&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Expressionista</a> de Max Reinhardt, no <a title="Psicodrama" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53862&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicodrama</a> de Moreno, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt surge na Alemanha entre fins do século XIX &#8211; quando é cunhado o termo gestaltqualitaten nos escritos sobre as &#8220;qualidades gestalticas&#8221; em esperimentos musicais desenvolvidos pelo Christian von Ehrenfels, da Escala de Graz, publicados em 1890 &#8211; e não apenas com os experimentos do fenômeno phi do Wertheimer, em 1910 . A Gestalt Terapia surge apenas em 1950, nos Estados Unidos, com a reunião do Grupo dos 7 e a publicação do <a title="Gestalt Therapy" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893">Gestalt Therapy</a>, do Perls, Hefferline e Goodman.</p>
<p>Do período entre o contato da Lore e do Fritz Perls com o Kurt Goldstein, e a criação da Gestalt Terapia, há um período de cerca de 30 anos, em que ambos exercem a Psicanálise em seu formato mais ortodoxo, na Africa do Sul e Estados Unidos. Para que a Gestalt Terapia ganhasse corpo foi necessário um longo processo de assimilação e elaboração e conceitos e técnicas, que progressivamente foram se estruturando, passando por reformulações progressicas, até os dias atuais.</p>
<p>Além desses esclarecimentos, que considero fundamentais para que haja a devida diferenciação entre a Psicologia da Gestalt e a Gestalt Terapia, considero importantíssimo que haja um resgate da Psicologia da Gestalt, tanto como sistema teórico, como pelas contribuições que esta dá, efetivamente, às formulações teóricas da Gestalt Terapia. Para isso vejo como de fundamental importância o resgate da produção bibliografica, tanto da Psicologia da Gestalt quanto da Gestalt Terapia, submetendo-a a análise dos conceitos, campos de influência e desdobramentos.</p>
<p>Até o momento, tenho feito de forma independente apenas a coleção dessas obras e organização de uma bibliografia sobre o tema. A grande maioria dessas obras estão esgostadas ou não estão traduzidas para a lingua portuguêsa. Através dessa bibliografia é possível reconstruir a história da Psicologia da Gestalt através dos autores, dos temas estudados, dos conceitos elaborados e das articulações com outras teorias e campos de conhecimento.</p>
<p>Ter acesso a esse material mostra a diversidade da Gestalt e o caráter múltiplo e dinâmico de seus desdobramentos, sua atualidade e vivacidade enquanto campo de pesquisa. Diferentemente de algumas aborgadens psicológicas que acabam restritas a autores canônicos, a Psicologia da Gestalt se adaptou à tradução da cultura alemã para a americana, ampliou seus horizontes e adaptou-se às demandas sociais e históricas emergêntes, saindo de um campo meramente teórico para a aplicação.</p>
<p>Também consta, neste levantamento bibliográfico, artigos em língua inglesa contidos em site e disponíveis na internet, tanto em formato HTML quando em PDF. Algumas referências já contêm os links para artigos ou para os sites que têm a obra para ser baixada da internet.</p>
<p>Essa pesquisa não se propõe exaustiva e está sempre em curso, à medida que encontro títulos disponíveis tanto para serem adquiridas na sua forma impressa quanto digital.</p>
<p>Segue listagem de livros em anexo, que, a medida do possível, irei comentando.</p>
<p>(Quem tiver alguma outra obra de Psicologia da Gestalt ou Gestalt Terapia cuja referência não conste nessa listagem &#8211; sei que existem ainda algumas obras que não consegui obter sequer a referência &#8211; e puder fornecer a referência ou doar a obra impressa, peço que entre em contato comigo).</p>
<hr /> 1. BIBLIOGRAFIA DE GESTALT TERAPIA</p>
<p>AGUIAR, Luciana. (2005). <strong>Gestalt-terapia com crianças: teoria e prática.</strong> Editora Livro Pleno.</p>
<p>ATIENZA, Marta. (1987). Estratégias em psicoterapia guestáltica. Psicoterapia de grupos, Psicoterapia de parejas, Dinâmica guestáltica. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión.</p>
<p>BARROS, Paulo. (1994) <strong>Narciso, a bruxa, o terapeuta elefante e outras histórias psi</strong>. São Paulo: Summus.</p>
<p>BARROS, Paulo. (2006) <strong>Amor e ética.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>BEISSER, Arnold. R. (1989). <strong>Flying without wings: personal reflections on being disabled.</strong>  New York, London, Toronto, Sydney, Auckland: Doubleday.</p>
<p>BRITO, Maria Alice Queiroz de. (Lika Queiroz). (2003). <strong>“Psicoterapia de curta duração sob o enfoque da gestalt terapia”.</strong> In: MATA, Caroline Sampaio; VILAS-BOAS, Celso Augusto Brito; RIBEIRO, Jorge Luis Lordelo de Sales (org.); NASCIMENTO, Eliane Maria Vasconcelos do. (coordenadora). <strong><em>Coletânea do Serviço de Psicologia Prof. João Ignácio de Mendonça – UFBA.</em></strong> Salvador, 2003.</p>
<p>BROWN, George Isaac. (1976). <strong>The live class room: innovation thrugh confluente education and gestalt. </strong>Penguin Books.</p>
<p>BRUNS, M. A. de T. &amp; HOLANDA, A. F. (org.) (2001). <strong>Psicologia e pesquisa fenomenológica: reflexões e perspectivas.</strong> São Paulo: Ômega Editora.</p>
<p>BUROW, Olaf-Axel &amp; SCHERPP, Karlheinz. (1985). <strong>Gestaltpedagogia: uma caminho para a escola e a educação. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CALVO, Cristiane; ODDONE, Hugo Ramón Barbosa &amp; NASCIMENTO, Maria Rosália do.  (s/d) <strong>Cinema e ajustamentos criativos: iluminando gestalticamente o escurinho do cinema.</strong> Editora Livro Pleno. Série Gestalt Terapia. </p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2002).  <strong>A construção do psicoterapeuta: uma abordagem gestaltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (1994).  <strong>O amor na relação terapêutica: uma visão gestáltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2009).  <strong>Laços e nós: amor e intimidade nas relações humanas.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (1995). <strong>25 anos depois:gestalt-terapia, psicodrama e terapias neo-reichianas no Brasil.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: arteterapia gestaltica, arte em psicoterapia, supervisão em arteterapia. São Paulo: Summus.</strong></p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário, trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p> CIORNAI, Selma (org.) (2005). <strong>Percursos em Arteterapia: Arteterapia e Educação; Arteterapia e Saúde. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CREMA, Roberto. (1985). <strong>Análise transacional centrada na pessoa&#8230; e mais além. </strong>São Paulo: Agora, 2ª ed.</p>
<p>D’ACRI, Gladys, LIMA, Patrícia (Ticha), ORGLER, Sheila. (org.) (2007). <strong>Dicionário de Gestalt-Terapia: “Gestaltês”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>DUSEN, Wilson Van (1972) <strong>Os caminhos do mundo interior: como atingir as profundezas inexploradas da nossa personalidade.</strong> Rio de Janeiro: Record</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irmã Lee (org.) (1980). <strong>Gestalt-Terapia: teoria, técnicas e aplicações.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irma Lee (org.) (1973) <strong>What is Gestalt Therapy?</strong> New York, Evanston, San Francisco, London: Perennial Library</p>
<p>FRAZÃO, Lílian Meyer &amp; ROCHA, Sérgio Lizias (org.) (s/d) <strong>Gestalt e Gênero: configurações do masculino e do feminino na contemporaneidade.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>FREITAS, Joanneliese de Lucas. (2009) <strong>Experiência de adoecimento e morte: diálogos entre a pesquisa e a Gestalt Terapia.</strong> Curitiba: Juruá</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Ensaios em Gestalt Terapia. Maceió: Pedang.</strong></p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Gestalt Terapia Fenomenológico Existencial.</strong> Maceió: Pedang.</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (1988). <strong>Grupo: Fugacidade, Ritmo e Forma: Processo de grupo e facilitação na Psicologia Humanista.</strong> São Paulo: Agora.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2004). <strong>Uma visão fenomenológica do luto: um estudo sobre as perdas no desenvolvimento humano. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Expandindo Fronteiras: Gestalt-terapia aplicada a vários contextos. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p> FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p>GINGER, Serge &amp; GINGER, Anne. (1995) <strong>Gestalt: uma terapia do contato.  </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>GINGER, Serge. (2007) <strong>Gestalt: a arte do contato: nova abordagem otimista das relações humanas.</strong>  Rio de Janeiro: Vozes.</p>
<p>GIUSTI, Edoardo. (1987). <strong>A arte de separar-se: uma guia para uma separação sem traumas antes, durante e depois.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p> GIUSTI, Edoardo. (1988). <strong>A arte de reencontrar-se, antes de procurar o outro.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1971). <strong>Speaking and language: defence of poetry.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1968). <strong>People or personnel and Like a conquered province.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1962). <strong>Drawing the line: a pamphlet.</strong> New York: Random House.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1977). <strong>Nature Heals: Psychological Essays.</strong> New York: Free Life Editions</p>
<p>GOODMAN, Paul (1979). <strong>Creator Spirit Come! The literary essays of Paul Goodman.</strong> New York: E. P. Dutton.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1994). <strong>Crazy hope and finite experience: final essays of Paul Goodman.</strong> San Francisco Jossey-Bass Inc.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1964). <strong>A armadilha universal.</strong> In: MARIN, Peter; STANLEY, Vincent &amp; MARIN, Kathryn. (1984) <em>Os limites da Educação Escolar.</em> Rio de Janeiro: Fancisco Alves.</p>
<p>GOODMAN, Paul. (1971) <strong>Dos</strong> <strong>temas filosóficos y um ejemplo.</strong> In: JOUVENEL, B. de. GOODMAN, P.; DAIFUKU, H.; DUBOS, R.; BRAUNFELS, W. <em>El entorno del hombre.</em> Buenos Aires: Marymar</p>
<p>GOODMAN, Paul (1969). <strong>Five Years: thoughts during useless time.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1973). <strong>Compulsory miseducation</strong>. Great Britain: Penguin Books.</p>
<p>GUEDES, Abel (2009) <strong>Acorde: conversas &amp; pontos de vista ? experimente experimentos: estratégias e reflexões para atualizar habilidades de relacionamento em tempo de inovações. </strong>São Paulo: Perspectiva.</p>
<p>HOLANDA, Adriano Furtado &amp; FARIA, Nilton Julio de. (org) (2005). <strong>Gestalt-Terapia e contemporaneidade.</strong> Campinas: Livro Pleno.</p>
<p>HOLANDA, Adriano .(org.) (2004). <strong>Psicóloga, religiosidade e fenomenologia</strong>. Campinas/SP: Editora Alínea.</p>
<p>HOLANDA, Adriano. (1998). <strong>Diálogo e psicoterapia: correlação entre Carl Rogers e Martin Buber. </strong>São Paulo:Lemos Editorial.</p>
<p>HYCNER, Richard. (1995)  <strong>De pessoa a pessoa: psicoterapia dialógica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>HYCNER, Richard &amp; JACOBS, Lynne. (1997) <strong>Relação e cura em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus. </strong></p>
<p>JAMES, Muriel &amp; JONGEWARD, Dorothy. (1975) <strong>Nascido para Vencer: Análise transacional com experiências gestalt. </strong>São Paulo: Editora Brasiliense. </p>
<p>JULIANO, Jean Clark. (1999). <strong>A arte de restaurar histórias: liberando o diálogo. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana (2006). <strong>E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls.</strong> São Paulo: Altana.  </p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana &amp; BONANTE, Ricardo. (2006<strong>) Arte como espelho: experimentos em arte-terapia gestaltica.</strong> São Paulo: Altana.</p>
<p>LATNER, Joel. (1974). <strong>The Gestalt Therapy Book.</strong> New York: The Julian Press.</p>
<p>LILLA, Márcia. (2005). <strong>Gestando poesias: uma proposta de resignificação do encontro humano.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>LIMA FILHO, Alberto Pereira. (2002). <strong>Gestalt e sonhos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. (1977). <strong>Gestalt Terapia Explicada: “Gestalt Therapy Verbatim”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>PERLS, Frederick S. (1979). <strong>Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. el all. / STEVENS, John (org.) (1997). <strong>Isto é Gestalt.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Vade-mécum de Gestalt-Terapia: conceitos básicos. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestáltico de falar do espaço e do tempo vividos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1981). <strong>Holismo, Ecologia e Espiritualidade: caminhos de uma gestalt plena. </strong>Petropolis: Vozes.</p>
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<p>TELLEGEN, Therese A. (1984) <strong>Gestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmica.</strong>  São Paulo: Summus.</p>
<p>TRINDADE, Leda Delmondes. (2006) <strong>Adoecer: opção por uma construção bélica.</strong> São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira.</p>
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<p>ZORZI, Cleufe Maria Perazzolo de. (1991) <strong>Nós, as crianças: uma abordagem gestáltica em psicologia infantil.</strong> São Paulo: Manole.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(REVISTAS DE GESTALT-TERAPIA)</strong></p>
<p><strong>Revista de Gestalt.</strong> São Paulo: Instituto Sedes Sapientae. Ano II, Vol. 2, 1992.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (1.: 2004: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2004.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (3.: 2006: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2006.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</p>
<p><strong>Revista do III Encontro da Abordagem Gestáltica. Seu corpo teórico e prático. </strong>(3.:1997, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1997.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do V Encontro da Abordagem Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</p>
<p><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.: 2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2001. </p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2002. </p>
<p><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica. A emergência da totalidade. </strong>(9.: 2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003. </p>
<p><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2004. </p>
<p><strong>XI</strong> <strong>Encontro da Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>– Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.: 2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>2. Bibliografia da GESTALTISMO (Gestalt Theory)</strong></p>
<p>ARNHEIM, Rudolf. (1992) <strong>Arte &amp; percepção visual: uma psicologia da visão criadora</strong>. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.</p>
<p>ASCH, Solomon E. (1977) <strong>Psicologia Social.</strong> São Paulo: Companhia Editora Nacional</p>
<p>BÜHLER, Karl (1965). <strong>Psicologia de la forma: cibernética y vida.</strong> Madrid: Ediciones Morata.</p>
<p>DELACRIX, H.;  CASSIRER, E.; GOLDSTEIN, K. at all. (1967). <strong>Psicologia del linguaje.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>DONZELLI, Telma. (1980). <strong>O Gestaltismo: ensaio sobre uma filosofia da Forma.</strong> Rio de Janeiro: Edições Antares.</p>
<p>EHRENZWEIG, Anton. (1977). <strong>Psicanálise da percepção artística.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. (1972). <strong>Psicologia Estrutural em Kurt Lewin. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes Limitada.</strong></p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1961). <strong>La</strong> <strong>natureza humana a la luz de la psicopatologia.</strong> Buenos Aires: Paidos.</p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1963). <strong>The Organism.</strong> Boston: Beacon Press</p>
<p>Gomes Filho, J. (2000) <strong>Gestalt do objeto : sistema de  leitura visual da forma.</strong> São Paulo : Escrituras. </p>
<p>GUILLAUME, Paul. (1966). <strong>Psicologia da forma.</strong> São Paulo: Editora Nacional.</p>
<p>HALL, C.S. E INDZEY, G. (1971). <strong>Teorias da personalidade.</strong> São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HEIDBREDER, Edna. (1960) <strong>Psicologias del siglo XX</strong>. Argentina: Paidos</p>
<p>HEIDER, Fritz. <strong>Psicologia das relações interpessoais.</strong> São Paulo: Livraria Pioneira Editora: Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HERRNSTEIN, R. J. &amp; BORING, E. G. (1971) <strong>Textos básicos de história da psicologia. </strong>São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo</p>
<p>KATZ, David (1967). <strong>Psicologia de la forma (Gestaltpsychologie</strong>). Madrid: Espasa-Calpe, S.A.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (1975). <strong>Princípios da psicologia da Gestalt.</strong> São Paulo, Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>KOFFKA, K. (1926). <strong>Bases de la evolucion psíquica: una introducion a la psicologia infantil.</strong> Madrid: Revista de Ocidente.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (s/d). <strong>La teoria de la estructura (la psicologia novisima)</strong>. Madrid: Ediciones de la lectura.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1980). <strong>Psicologia da Gestalt.</strong> Belo Horizonte: Editora Itatiaia. Ltda.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1978) / Engelmann, Arno (org.). <strong>Köhler.</strong> São Paulo: Ática.</p>
<p>KÖHLER, W., KOFFKA, K. &amp; SANDER, F. (1973) <strong>Psicología de la forma.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1962). <strong>Dinámica en psicología. </strong>Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Problemas de Dinâmica de Grupo.</strong> São Paulo: Editora Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1975). <strong>Teoria dinâmica da personalidade.</strong> São Paulo: Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Princípios de Psicologia Topológica.</strong> São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1965). <strong>Teoria de Campo em Ciência Social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. </strong></p>
<p>LUCHINS, Abraham S. (1970). <strong>Psicoterapia de grupo: um guia.</strong> São Paulo: Cultrix</p>
<p>MARX, Melvin H. &amp; HILLIX, William A. (1973). <strong>Sistemas e teorias em psicologia. São Paulo: Cultrix</strong></p>
<p>METZGER, Wolfgang. (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder.</p>
<p>OSTROWER, Fayga. (1987). <strong>Criatividade e processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</p>
<p>PAVLOV, Ivan Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1966) <strong>Percepção e aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1982). <strong>Percepção e realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda.</p>
<p>RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília DF: CFP.</p>
<p>RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd.</p>
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<p>SIMÕES, Edda A. Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</p>
<p>TARAGANO, Fernando. (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico: Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidos.</p>
<p><strong>Jornal Brasileiro de Psicologia.</strong> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>ENGELMANN. A. <strong>A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea.</strong> (arquivo pdf)</p>
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<p>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank"><strong>Human Nature: in The Light of Psycopathology.</strong>  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press.  </a></p>
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<p>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank"><strong>Documents Of Gestalt Psychology</strong> Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></p>
<p>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank"><strong>Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. </strong>Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></p>
<p>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank"><strong>Psychological atlas : with 400 illus.</strong> New York, Philosophical Library</a></p>
<p>Koffka, K. (1922).<strong> Perception: An introduction to the <em>Gestalt-theorie</em></strong> (arquivo word)</p>
<p>Koffka K.(1928<strong>) On the Structure of the Unconscious</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Köhler, W. (1929,1971) <strong>An old pseudoproblem</strong> (arquivo word)</p>
<p>Köhler, W. (1959) <strong>Gestalt Psychology Today</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank"><strong>The Place Of Value In A World Of Facts</strong> London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank"><strong>Principles Of Topological Psychology.</strong>  New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory Of Personality: select papers. </strong>New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>LIMA, P. V. de A. <strong>Teoria Organísmica.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>MEDITSCH, E.<strong> O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank"><strong>The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. </strong>London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></p>
<p>Wertheimer, M. (1923). <strong>Laws of Organization in Perceptual Forms</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>3. LINKS DE ARTIGOS CONTIDOS EM SITES DE INSTITUIÇÃOS INTERNACIONAIS</p>
<p>The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</p>
<p>      Site: <strong><a href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></strong></p>
<p>      Data de criação: 1978</p>
<p>      Idiomas: alemão, inglês, italiano, francês</p>
<p>      Categoria: Site de sociedade científica</p>
<p>Descrição: The Society for Gestalt Theory and its Applications (GTA) is a scientific association established for thepurpose of promoting the Gestalt-theoretical perspective in research and practice. It was founded in 1978, and since then has grown to include many members from European countries and throughout the world. Most of the members are psychologists and psychotherapists, but the membership also contains researchers from many other disciplines as well. </p>
<p>Obras encontradas: </p>
<p>Arnheim, Rudolf (1999). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Brown, Junius F. (1937). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Duncker, Karl. (1941/42) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941) <strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank"><strong>Abstract and Concrete Behavior</strong> </a>Henle, Mary (1975). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Henle, Mary (1962). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></strong><strong></strong></p>
<p>Hornbostel Erich M. von (1927). <strong><a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank"><strong>Principles of Gestalt Psychology</strong> (Chapter I: Why Psychology?)</a><strong></strong></p>
<p>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank"><strong>An Old Pseudoproblem</strong> (<em>Ein altes Scheinproblem</em>, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a> <strong></strong></p>
<p>Levy, Erwin (1936). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Levy, Erwin (1943). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory of Personality </strong>(Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a> <strong></strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1941). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1948). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959<strong>). </strong><strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1993). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank"><strong>On Schulte, Wertheimer, and Paranoia <br />
</strong>(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a> <strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></strong><strong></strong></p>
<p>Maibaum, Matthew (1992). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></strong> <strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1972). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1974). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Tholey, Paul (1989). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></strong><strong></strong></p>
<p>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank"><strong>Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy </strong>(translation of 1981 German original version)</a> <strong></strong></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a> </strong><strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank"><strong>Understanding Psychotics&#8217; Speech</strong> &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a> <strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank"><strong>More on Psychotics&#8217; Speech </strong>- A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a><strong></strong></p>
<p>Zanforlin, Mario. (2004). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank"> </a></strong><strong></strong></p>
<p> <br />
 </p>
<p>Classics in the History of Psychology</p>
<p>      Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></p>
<p>      Data de criação:</p>
<p>      Língua:</p>
<p>      Categoria: Site de indexação de textos clássicos da Psicologia.</p>
<p>      Descrição: An internet resource developed by <a href="mailto:christo@yorku.ca" target="_blank">Christopher D. Green,  York University, Toronto, Canada. ISSN 1492-3173 </a></p>
<p>      Obras encontradas (Brentano, Fenomenologia e Teoria da Gestalt):</p>
<p>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank"><strong>Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank"><strong>The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge).</strong> [A late work from the founder of phenomenology.] </a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937b). <strong><a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank"><strong>Perception: An introduction to the Gestalt-theorie.</strong> Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></p>
<p><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank"><strong>Introduction to Koffka </strong>(1922) by Christopher D. Green. </a></p>
<p>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank"><strong>Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . </strong>(The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></p>
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<p>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. </strong>(German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank"><strong>The World of the Child.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></p>
<p>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank"><strong>The analysis of sensations</strong> (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></p>
<p>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank"><strong>The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank"><strong>On seen motion</strong> (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></p>
<p>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank"><strong>Autobiography of Carl Stumpf. </strong>In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></p>
<p>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank"><strong>Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology</strong>. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank"><strong>Laws of organization in perceptual forms</strong>. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank"><strong>Gestalt theory.</strong> (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></p>
<p><a href="http://www.fordham.edu/halsall/mod/1860wilberforce-darwin.html" target="_blank">Wundt, Wilhelm. (1897). <strong>Outlines of psychology (Introduction).</strong> (The Value of Knowledge). [The major textbook on Wundt mature approach to psychology.] </a></p>
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<li>CIORNAI,      Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em      Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário,      trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São      Paulo: Summus.</li>
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<li>FUKUMITSU,      Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e      Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</li>
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<li>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.)      (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão      gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</li>
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<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem      Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da      psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia,      GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</li>
</ul>
<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do V Encontro da Abordagem      Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem      Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.:      2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</li>
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<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos      humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2001.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o      risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2002.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica.      A emergência da totalidade. </strong>(9.:      2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O      aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO).      Goiânia: I.T.G.T., 2004.</li>
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<li><strong>XI</strong> <strong>Encontro da      Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto      de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>–      Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.:      2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em      Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia:      Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT,      2006.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;" mce_tmp="1"><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> </span></strong></div>
<div mce_tmp="1"><strong>3. LIVROS E/OU ARTOGOS DE/SOBRE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">< ! [if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :PunctuationKerning /> <w :ValidateAgainstSchemas /> <w :SaveIfXMLInvalid>false</w> <w :IgnoreMixedContent>false</w> <w :AlwaysShowPlaceholderText>false</w> <w :Compatibility> <w :BreakWrappedTables /> <w :SnapToGridInCell /> <w :WrapTextWithPunct /> <w :UseAsianBreakRules /> <w :DontGrowAutofit /> </w> <w :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w> </xml>< ![endif] >< ! [if gte mso 9]><xml> <w :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w> </xml>< ![endif] >< ! [if !mso]><span class="mceItemObject"  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></span></div>
<div mce_tmp="1"></div>
<p></mce><mce :style>< !  st1\:*{behavior:url(#ieooui) }  ></p>
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<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">METZGER, Wolfgang.      (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de      caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">OSTROWER,      Fayga. (1987). <strong>Criatividade e      processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PAVLOV, Ivan      Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia      da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS      PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA,      Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução      ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1966) <strong>Percepção e      aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1982). <strong>Percepção e      realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">RAMOZZI-CHIAROTTINO,      Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e      Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro:      Imago Ed.; Brasília DF: CFP. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;" lang="EN-US">RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-I</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">TARAGANO, Fernando.      (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico:      Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos      Aires: Editorial Paidos. </span></li>
<li><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">Jornal Brasileiro de Psicologia.</span></strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da      Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da      Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin) </span></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>4. REVISTA SOBE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">1. Armadilhas da Percepção. Mente &amp; cérebro. Edição especial nº 16. São Paulo/SP: Dueto Editorial</div>
<div mce_tmp="1"><strong>5. Artigos e livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no SCIELO:</strong></div>
<ol>
<li>ENGELMANN. A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. (arquivo pdf)</li>
<li>ENGELMANN, A. (2002): <a href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" mce_href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" target="_blank">Da Conceituação de Estado Subjetivo até a Proposição dos Escalões de Percepto. Psicologia: Reflexão e Crítica, 15(2), pp. 393-405.</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>6. Livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no site WWW.ARCHIVE.ORG:</strong></div>
<ol>
<li>GOLDSTEIN, KURT. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology.  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press (arquivo pdf)</a> (*)</li>
<li>GOLDSTEIN, K. e  Scheerer, M. Abstract and concrete behavior: an experimental exame with special tests. (arquivo pdf)</li>
<li>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press. </a></li>
<li>GREEN, C. D. (2000) Introduction to: &#8220;Perception: An introduction to the Gestalt-Theorie&#8221; by Kurt Koffka (1922) (arquivo word)</li>
<li>Hartmann, George W. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" target="_blank">Gestalt Psychology A Survey Of Facts And Principles. New York: The Ronald Press Company. </a></li>
<li>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank">Documents Of Gestalt Psychology Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></li>
<li>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank">Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></li>
<li>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" mce_href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank">Psychological atlas : with 400 illus. New York, Philosophical Library</a></li>
<li>Koffka, K. (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie (arquivo word)</li>
<li>Koffka K.(1928) On the Structure of the Unconscious (arquivo pdf)</li>
<li>Köhler, W. (1929,1971) An old pseudoproblem (arquivo word)</li>
<li>Köhler, W. (1959) Gestalt Psychology Today (arquivo pdf)</li>
<li>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank">The Place Of Value In A World Of Facts London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank">Principles Of Topological Psychology. New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank">A Dynamic Theory Of Personality: select papers. New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>LIMA, P. V. de A. Teoria Organísmica. (arquivo pdf)</li>
<li>MEDITSCH, E. O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio. (arquivo pdf)</li>
<li>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank">The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></li>
<li>Wertheimer, M. (1923). Laws of Organization in Perceptual Forms (arquivo pdf)</li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>7. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis no site do The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</strong></div>
<div mce_tmp="1">Site: <a href="http://gestalttheory.net/" mce_href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></div>
<ol>
<li>Arnheim, Rudolf (1999). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></li>
<li>Brown, Junius F. (1937). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></li>
<li>Duncker, Karl. (1941/42) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></li>
<li>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941)</li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank">Abstract and Concrete Behavior </a>Henle, Mary (1975). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></li>
<li>Henle, Mary (1962). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></li>
<li>Hornbostel Erich M. von (1927). <a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" mce_href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></li>
<li>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank">Principles of Gestalt Psychology (Chapter I: Why Psychology?)</a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An Old Pseudoproblem (Ein altes Scheinproblem, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a></li>
<li>Levy, Erwin (1936). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></li>
<li>Levy, Erwin (1943). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank">A Dynamic Theory of Personality (Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1941). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1948). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1993). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank">On Schulte, Wertheimer, and Paranoia<br />
(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></li>
<li>Maibaum, Matthew (1992). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></li>
<li>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1972). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1974). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></li>
<li>Tholey, Paul (1989). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></li>
<li>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></li>
<li>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank">Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy (translation of 1981 German original version)</a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank">Understanding Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank">More on Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a></li>
<li>Zanforlin, Mario. (2004). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>8. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT e FENOMENOLOGIA disponíveis no site Classics in the History of Psychology</strong></div>
<div mce_tmp="1">Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></div>
<ol>
<li>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank">Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge). [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937b). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank">Perception: An introduction to the Gestalt-theorie. Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></li>
<li><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank">Introduction to Koffka (1922) by Christopher D. Green. </a></li>
<li>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank">Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . (The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1959). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" target="_blank">Gestalt psychology today. American Psychologist, 14, 727-734. </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An old pseudoproblem. (The Gestalt Archive). [From one of the founders of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank">The World of the Child. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></li>
<li>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank">The analysis of sensations (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></li>
<li>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank">The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge). [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" mce_href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank">On seen motion (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></li>
<li>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank">Autobiography of Carl Stumpf. In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></li>
<li>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank">Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank">Laws of organization in perceptual forms. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" mce_href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank">Gestalt theory. (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></li>
</ol>
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<p></mce></p>
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		<title>Entre a Poética e a Sociologia: Contribuições de Paul Goodman para a Gestalt-Terapia.</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 14:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre Gestalt e Literatura, que iniciei a abordar numa articulação histórica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="right"><strong><span style="font-family: Arial;">Luiz Fernando Calaça </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre <strong>Gestalt e Literatura</strong>, que iniciei a abordar numa articulação histórica entre as origens da GT, na vida de Perls, e o contexto histórico cultural da Alemanhã pós-1ª Guerra Mundial e nos Estados Unidos da Guerra Fria, com o movimento de Contracultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tenho, desde 2007, tentado refletir sobre a literatura, em especial a escrita autobiográfica, como recurso terapeutico. Nessa busca, tento encontrar alguns atores que abordaram o tema, mesmo que brevemente, em suas obras. Entre eles, encontrei algumas referências <strong>traduzidas para a lingua portuguesa </strong>que merecem nota e que se agrupam em algumas categorias possíveis:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">1) A escrita como recurso terapeutico:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a passagens no livro <a title="Gestalt Terapia Integrada" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177197&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Gestalt Terapia Integrada</strong></a>, dos Polsters, em que é relatado o momento em que um cliente produz um poema após uma vivência no setting terapeutico, </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">2) A questão da linguagem e a dimensão poética:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o capítulo &#8220;Verbalização e Poesia&#8221;, contido no livro de fundação da abordagem gestáltica, o <strong><a title="Gestalt Therapy " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893"><span>Gestalt Therapia</span> </a></strong>do Fritz Perls, Ralph Hefferline e Paul Goodman, em que Paul  Goodman se atém à questão da linguagem,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os capítulos &#8220;A questão da linguagem&#8221; e &#8220;A poética terapeutica&#8221;, do livro <strong><span>A Cara e o rosto: ensaio sobre Gestalt Terapia</span></strong>, da Ana Maria Loffredo, em que ela retoma as reflexões do Paul Goodman e faz articulação com o ensaísta e crítico literário Octávio Paz;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">3) O papel do terapeuta como tecelão de histórias:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- considerações contidas no livro <a title="A arte de restauras histórias" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176727&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>A arte de restauras histórias</span></strong></a>, da Jean Clark Juliano, em que ela traz o papel do terapeuta como aquele que irá tecer, junto com o cliente, uma colcha a partir de seus fragmentos/retalhos de vida;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">4) Gestaltistas que escrevem poesia:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os poemas e contos presentes nos livros do Paulo Barros, <a title="Narciso e a bruxa e outras histórias psi " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177344&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Narciso e a bruxa e outras histórias psi </span></strong></a>(1994) e <a title="Amor e ética " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1706126&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Amor e ética</span> </strong></a>(2006); </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os livros de poemas <strong><span>Gestando poesias</span></strong><em><strong>,</strong></em> de Márcia Lilla, e <strong><span>Janelas da Alma</span></strong>, de Silvério Lucio Karwowski </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">5) A poesia e as narrativas autobiográficas como forma possível de transmitir a Gestalt:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato em forma de poesia do caso clínico de atendimento com crianças em arte-terapia gestaltica “<span>A cólera e a cadeira de balanço”</span>, de J. Lederman, contido no livro <strong>Gestalt Terapia: teoria, técnicas e aplicações</strong>, de Fagan e Shepherd (1980)<span style="color: black;">;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- passagens contidas nas teorizações do Jorge Ponciano Ribeiro, em especial, seu livro <a title="Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1695728&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos</span></strong></a><em> </em>(2006);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a autobiografia do Fritz Perls, <a title="Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo</span> </strong></a>(1969/1979);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato autobiográfico da Barry Stevens sobre sua experiência no kibutz gestaltico do Fritz, <strong><a title="Não Apresse o rio, ele corre sozinho" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=45713&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Não Apresse o rio, ele corre sozinho</span></a> </strong>(1970/1979).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- relatos de experiência e da história da Gestalt Terapia no Brasil, contidos no livro <strong><span>A arte de restaurar histórias</span></strong> e no artigo <span><!--[if gte mso 9]><xml> <u1 :WordDocument> </u1><u1 :View>Normal</u1> <u1 :Zoom>0</u1> <u1 :HyphenationZone>21</u1> <u1 :PunctuationKerning /> <u1 :ValidateAgainstSchemas /> <u1 :SaveIfXMLInvalid>false</u1> <u1 :IgnoreMixedContent>false</u1> <u1 :AlwaysShowPlaceholderText>false</u1> <u1 :Compatibility> <u1 :BreakWrappedTables /> <u1 :SnapToGridInCell /> <u1 :WrapTextWithPunct /> <u1 :UseAsianBreakRules /> <u1 :DontGrowAutofit /> </u1> <u1 :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</u1> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <u2 :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </u2> </xml>< ![endif]-->&#8220;Gestalt-terapia: revisitando as nossas histórias&#8221;</span>, publicado na revista eletrônica IGT na Rede, de <span style="color: black;"> </span>Jean Clark Juliano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Essas referências, embora sejam valiosas para esboçar um panorana, me parecem insuficientes para se fazr uma articulação teórica entre Gestalt e Literatura. A única obra que conheço que faz essa articulação é o livro <strong><a title="Psicologia e Literatura" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=197423&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Psicologia e Literatura</span></a> </strong>(1962), de Dante Moreira Leite. A articulação feita por ele, no entanto,   se refere não é a Gestalt Terapia, mas sim à <strong>Psicologia da Gestalt</strong>, de Koffka, Kohler e Wertheimer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Diante dessa carência de teorização, atualmente tenho buscado na literatura em lingua inglêsa essas referências. </span><span style="font-family: Arial;">Dentre esses livros, encontrei o<strong> <span>Every Person&#8217;s life is worh a novel</span></strong> (1987), do Erving Poster, e os livros <strong><span>Speaking and Language: defence of Poetry</span></strong> (1972), <strong><span>Nature Heals: Psychological Essays</span> </strong>(1977) e <strong><span>Creator spirit come: the literary essays of Paul Goodman</span> </strong>(1979) do Paul Goodman. </span><span style="font-family: Arial;">Essas obras infelizmente não tem tradução para o português. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O livro do Polster é interessante por, além de trazer relatos de casos clínicos, à <a title="Yalon" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=402362&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Yallon</a>, traz a perspectiva da narrativa autobiográfica, de considerar o contexto terapeutico como um espaço narrativo, e a natureza historiada da experiência do vivido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Já os livros do Paul Goodman vão para além do campo psicoterapeutico e articula campos do saber como a Linguistica, a Sociologia e a Crítica Literária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua contribuição para a Gestalt-Terapia, infelizmente,  tende a ser considerada muito mais como marco histórico &#8211; por constituir o grupo dos 7 -, não sendo, a meu ver, devidamente valorizado e estudado aqui no Brasil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Paul Goodman sofre críticas em relação ao  aparente &#8220;hermetismo&#8221; da sua escrita da parte teórica do Gestalt Therapy. Eu compreendo  essa questão principalmente no que tange o desejo de a Gestalt nascente estar buscando uma <strong>aceitação científica</strong> entre os psicólogos americanos e estar <strong>preocupada em romper com a Psicanálise</strong>,  o que faz com que suas teorizações se utilizem de uma linguagem que, em muitos aspectos, é formal e rebuscada, se utilizando de modelos explicativos  ainda atrelado a conceitos psicanalíticos.  Essa crítica ao <strong>Gestalt Therapy </strong>está também muito influenciada pela tradução da obra para a lingua portuguesa, e que pode, por isso, trazer problemas de entendimento que talvez não exista na obra em inglês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Historicamente, a Gestalt Terapia brasileira veio muito influenciada pelo modelo adotado pelo Fritz Perls, baseado nos workshops e trabalhos vivenciais, na década de 70. O que pouco se discute, exceto por alguns poucos autores, é que <strong>a Gestalt Terapia se desenvolveu inicialmente em</strong> <strong>duas vertentes</strong>, uma &#8220;californiana&#8221; &#8211; a do Perls, desenvolvida em Esalen &#8211; e outra &#8220;novaiorquina&#8221;, pela Laura Perls e pelo Paul Goodman, desenvolvida pelo Instituto de Gestalt Terapia de Nova Yok. Essa segunda vertente se preocupava muito mais numa sistematização teórica e conceitual, e não tanto nas vivências. Infelizmente, tanto a Laura quanto o Paul Goodman, escreveram pouco em Gestalt Terapia, e o que foi escrito por eles não foi traduzido para o português, havendo pouquíssimas referências a seus trabalhos. Diferentemente da realidade brasileira, nos Estados Unidos há extensa publicações do Paul Goodman e sobre ele, organizada por Taylor Stoehr. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A obra de Paul Goodman traz consigo um caráter multiteórico e transdisciplinar &#8211; tão valorizado hoje nso meios universitários, porém tão pouco posto em prática &#8211; articulando diversos campos de conhecimento e temáticas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A formação do Paul Goodman, em especial o seu <strong>doutorado em Humanidades</strong>, faz dele um intelectual eclético, que articula Filosofia, Linguística, Literatura, Psicologia, Arquitetura, Sociologia e Política. Suas obras articulam conceitos e pontos de vistas de autores como Witgenstein, Chomski, Freud, Reich, Buber, Kant, Hume, etc, demosntrando vasto conhecimento e erudição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua formação anarquista e sua militância política dentro do movimento da Caontracultura, fez dele um intelectual que pensava sua realidade, panfletário e crítico ao capitalismo armamentista, opondo-se ao movimento da <strong>Guerra Fria</strong> e à Guerra do Vietnã, e dando visibilidade a questões sociais de políticas identitárias como o <strong>movimento negro</strong> americano e a questão da homossexualidade, sendo, neste último, um dos iniciadores da <a title="Teoria Queer" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=245868&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Teoria Queer</strong></a>. Ao minifestar sua bissexualidade como forma de estar no mundo, Paul Goodman expressa o ideal libertário de relativismo e transvaloração dos papéis sexuais e valores sociais, primando pela liberdade de ser o que se é.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tal amplitude de sua ação política e de seus focos de reflexão intelectual, aponta, dentro da Gestalt Terapia, para uma contribuição maior e mais ampla que a meramente histórica. As discussões e militâncias dele, e seu engajamento nas origens da Gestalt Terapia, estão diretamente vinculadas à dimensão transgressiva e libertária desta abordagem, como uma vertente em psicoterapia que busca a valorização do humano e confirmação de sua forma de ser no mundo, lutando no caminho da autenticidade, da liberdade e responsabilidade existencial, dirigida a um mundo menos &#8220;neurótico&#8221; e mais comunitário. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Creio que, na mesma proporção em que a Gestalt Terapia herda seus fundamentos filosóficos da Fenomenologia do Brentano e do Husserl, da Ontologia de Heidegger, do Existencialismo de Sartre, da dialética da Indiferenca Criativa do Friedlaender, do Existencialismo dialógico de Martin Buber, do Zen-Budismo, e suas bases teóricas da Psicologia da Gestalt do Koffka, Kohler e Wertheimer,  da Teoria de Campo do Kurt Lewin e da Teoria Organísmica do Kurt Goldstein, ela também deve a Paul Goodman sua &#8220;<strong>Sociologia Utópica</strong>&#8220;, como ele mesmo qualifica seu pensamento, ou, simplesmente, a suas aspirações libertárias e de emancipação do homem e da sociedade. Sem deixar, é claro, de levar em conta o seu olhar para a <strong>dimensão poética</strong>, daquele que age e atua, é autor e tradutor do mundo em que vive.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
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<p></mce></p>
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		<title>Meu primeiro ano de faculdade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 14:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Quando eu entrei no curso de Psicologia da UFBa já havia se passado cerca de 5 meses de quando saiu o resultado. Eu fui aprovado para o 1º semestre do ano de 2004, mas devido ao atraso do calendário, em função do acumulo de greves, as aulas só começaram em maio. Em junho, quando já estávamos “pegando o pique”, houve uma greve que durou 4 meses. Foi uma greve sem sentido, ao meu ver. Reivindicavam coisas diversas, uns alegavam que era por causa da Reforma Universitária, outros reivindicavam melhores condições físicas dos prédios, outros queriam a abertura do restaurante universitário e de um ônibus inter-campi. De tudo isso, só o ônibus saiu do plano das idéias e, mesmo isso, só durou por pouco tempo, por “falta de passageiros”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Lembro-me da primeira semana na faculdade, na recepção dos calouros. Assisti algumas palestras, sobre a história da psicologia no Brasil, sobre luta anti-manicomial e reformulação do currículo do curso de Psicóloga, para melhor se adequar às diretrizes do MEC. Lembro que me empolguei um bocado com a idéia de participar de projeto de pesquisa, muito influenciado por minha irmã, que era bolsista na faculdade de Letras, e via na carreira acadêmica uma possibilidade de continuar estudando e de trabalho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">(<span style="text-decoration: underline;">Parêntese</span>: Na ocasião da palestra sobre luta anti-manicomial eu travei uma discussão com o aluno que trouxe uma visão bem radical da coisa. Até hoje esse tema não desce bem por minha garganta. Não acho que é possível acabar de vez com todo um processo que se construiu e funcionou – bem ou mal – de uma hora para a outra. Sei que a luta é antiga, mas são muitos os fatores relacionados à questão da doença mental. Família, comunidade, políticas de saúde. Não dá pra simplificar e dizer que fechando os hospitais e criando CAPs vai resolver o problema. Os CAPs também apresentam problemas!)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Em setembro eu entrei numa pesquisa extra-faculdade, com uma socióloga aposentada. O trabalho era basicamente de arquivista. Ficava horas mexendo em jornais velhos, separando por temas. Muita coisa interessante eu via naquele material. Era um arquivo pessoal que tinha material coletado desde fins do século XIX até 2004. Material sobre a família e a profissão do dono do arquivo, com temas ligados a relações raciais, evasão de talentos, religião e cotidiano. Lembro que eu me divertia lendo alguns artigos. Fiquei nessa pesquisa por um ano de dois meses. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Eu recebia bolsa e com esse dinheiro eu comprava livros, roupas e ia ao cinema. Na ocasião eu tinha entre 18 e 19 anos. Me sentia mais independente por poder custear minhas próprias compras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Sou de classe média, filho de funcionários públicos, mas sei que as coisas não estão fáceis. Entrar na UFBa foi uma conquista. Não suei tanto, pois sempre fui bom aluno, mas reconheço que é um alívio. Sei que se não tivesse passado numa faculdade pública minha mãe não teria como me manter numa privada. Em fevereiro cheguei a cursar 4 dias de Rui Barbosa, me sentia numa prisão com aqueles corredores revestidos de azulejo. Saiu o resultado da UFBa e eu fiquei feliz, pois não tive que me submeter a uma semana de trote que estava programada para a semana seguinte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Quando passei na UFBa fui logo visitar São Lázaro. Minha mãe me dizia que era uma decadência só. Eu, na minha cabeça, pensei que seria algo semelhante à Ladeira da Montanha ou o Taboão, com prédios sem janelas, paredes caindo, limo… Besteria! Gostei. Parecia uma “fazenda” – como disse uma professora que me recepcionou. Na época eu queria que construíssem um prédio para o Instituto de Psicologia, em Ondina, perto de Letras. Hoje acho que está bem. São Lázaro é um lugar sossegado, tem verde, as pessoas conversam nos caminhos que vão de um prédio a outro de forma descontraída – a tal disciplina optativa de “Patiologia”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Aprendi muito em conversas informais no corredor. Conheci bons amigos que já se formaram. Me informei e me formei, em parte, nesse “espaço alternativo” da universidade. Mas não gosto da idéia do Fumódromo, das drogas, do pessoal que parece que não toma banho e que pensa que é hippie dos anos 70. Acho muito caricato. Tem gente que eu entrei e já devia estar formado, mas se arrasta no movimento estudantil, como se pudessem mudar o mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Não gosto do movimento estudantil. Me irritei terrivelmente no início do curso, com a greve de 4 meses. Já tínhamos perdido 5 meses devido ao atraso do calendário. Acabamos perdendo um semestre. Nada se resolveu. O prédio do “Iguatemi”, condenado pela CODESAL, foi “reformado” em um mês, por 2 funcionários que martelaram e cobriram as rachaduras expostas e caiaram com tinta barata. Fizeram um enxame, arrastaram mais 2 semanas sem aula por causa desse prédio e ficou por isso mesmo. Se esqueceu Reforma Universitária, se esqueceu restaurante universitário, se esqueceu segurança… Muito barulho por nada! Resolvi escolher pela alienação política e investir um pouco mais em minha formação pessoal. Se eu posso “atuar” de alguma forma na sociedade, será pelo meu trabalho e por uma boa formação profissional, não por militância “porra louca”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Fiz isso! Investi na minha formação profissional! No segundo semestre eu me interessei por Gestalt-Terapia, ao assistir as aulas de Lika. No semestre anterior o professor de Sociologia havia dado uma formação básica de “quebra de paradigmas”. Hoje sei que ele tem formação humanista, educador numa linha rogeriana bem não diretiva. Fiz um curso de Abordagem Centrada na Pessoa, já no 5º semestre, e vi que ele se enquadrava no perfil Carl Rogers. Abandonei o curso da ACP porque achei “não diretivo” demais pro meu gosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Ao final da disciplina de Gestalt, montei meu primeiro grupo de estudos. Me tornei adepto dessa forma alternativa de estudo e tentei montar mais uns 2 ou 3 depois. Li textos de Gestalt-terapia, de Existencialismo e no 4º semestre iniciei meu curso formação – adiantado em relação às outras pessoas, já que se priorizava alunos a partir do 6º semestre. Não me arrependo. Acho que já me encontrei no que gosto, mas mantenho o olhar aberto a várias possibilidades. Não me considero um fanático, mas não nego que tenho uma preferência por visões e abordagens “marginais” dentro da Psicologia. Acho que tenho posições pouco convencionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Acho que a graduação é um espaço de passagem, nem mais nem menos importante que outros espaços de formação. A universidade não é tudo. Existem outros espaços de aprendizado, existem outras formas de conhecimento a serem descobertos. É importante flertar! Se aventurar, tentar conhecer um bocadinho de tudo, para depois ir fazendo escolhas que tem mais a ver consigo. A universidade não oferece tudo. Existe uma Psicologia que é feita fora da academia, numa vivência “aparentemente” sem regras ou metodologias bem específicas e enquadradas. Sem script, ou com um script mais flexível. Não acho isso ruim. Acho que dá espaço maior para a criação do novo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Entrei no curso de Psicologia porque eu gostava, e ainda gosto, de literatura. Minha irmã fez graduação em Letras, me dava aula de Teoria da Literatura quando eu ainda era estudante secundarista. No quarto semestre eu fiz uma disciplina em Letras. Fechei com 10, e a professora ainda disse que eu escrevia como aluno de pós-graduação. Eu fazia uma miscelânea. Joguei Freud no meio da prova e dei asas a minha imaginação. Sem querer me gabar, acho que eu sou muito cara de pau às vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">No segundo semestre fui para meu primeiro evento científico. Foi uma jornada de Psicologia organizada pelos alunos da UNIFACS. No mesmo período estava tento um Encontro Nacional de Psicologia. Optei pelo da UNIFACS. Depois me senti um besta, pois o valor da inscrição do Nacional foi “razoavelmente” em conta (R$ 120,00!!!) Não me arrependo! Assisti palestras sobre literatura, filosofia, música e fiz um workshop sobre arte-terapia gestáltica. Me encontrei, definitivamente. Era isso o que eu queria. Uma articulação entre psicologia e arte. Assisti também uma palestra de um gestaltista que veio para o Nacional e falou sobre as “Atualidade da Gestalt Terapia”. Ele falou de Nietzsche e da influencia do Expressionismo alemão sobre a Gestalt. Anos mais tarde, em 2007, eu fiz um trabalho e apresentei no Rio de Janeiro, sobre a articulação entre Gestalt e Literatura. O expressionismo estava no meio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Acho que esse primeiro ano foi apenas o início de várias descobertas. Me estimulei a pesquisar por conta própria temas que, para mim, fazem sentido, me traduzem. Acho que pra ser um bom profissional tem que ser um apaixonado. Acho que me apaixonei e continuo enamorado, às vezes com crises e brigas. (Não conheço estudante de psicologia que não tenha ou viva em crises!). Mas sempre renovando meu interesse, à medida que descubro novas possibilidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;" align="right"><span style="font-family: Arial;">Salvador, 9 de abril de 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p></mce></p>
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		<title>Qual é o momento para se começar a terapia?*</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 01:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia? Penso algumas outras coisas também: - A função da terapia é fazer com que a pessoa possa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right" align="right"><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia?</p>
<p>Penso algumas outras coisas também:</p>
<p>- A função da terapia é fazer com que a pessoa possa lidar de forma mais autônoma com sua própria vida. Quem já faz isso, precisa de terapia?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">- A terapia é indicada pra quem sobre de angústias &#8211; o &#8220;sofrimento psíquico&#8221; dos psicanalistas. As angústias existenciais, no entanto, não serão dissolvidas na terapia. Aprendemos nela a lidar melhor com as angustias, e saber nos posicionar de forma ativa, ou da melhor maneira possível, diante delas.</p>
<p>- A terapia deve ser um lugar de acolhimento, em que a pessoa se sinta a vontade para se abrir no encontro com o outro. É um chamado para um encontro. E se a pessoa não se sentir assim, confortável? Lidar com o desconforto, trabalhar esse desconforto, se torna tema. Isso pode servir para expandir a percepção do cliente para outros momentos em que se depara com desconfortos, mas pode também virar uma tática de convencimento do terapeuta da importância de se fazer terapia. Às vezes essa figura pode ser artificial, produto do próprio contexto artificial da terapia. Talvez seja preciso se pensar se aquele é o momento certo.</p>
<p>- <em>&#8220;A psicoterapia se alimenta dos psicólogos, autofagicamente&#8221;.</em> (Isso foi uma sacada que me foi mostrada por dois professores meus). Psicoterapeutas TÊM DE passar por psicoterapia. Um imperativo da profissão. Nisso vejo alguns lados da moeda, polaridades:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">1) Experimentar a posição de cliente para poder compreender melhor esse lugar, e saber lidar com as angústia daquele que, no futuro, virá te procurar &#8211; eu gosto e concordo com esse argumento;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">2) Um caminho complementar para o aprendizado do modo de ser terapeuta &#8211; concordo parcialmente com esse aspecto, pois é possível que aprendamos e reproduzamos alguns &#8220;maus hábitos&#8221;, por pura reprodução, quando não se tem senso crítico, impedindo a emergência de um estilo próprio &#8211; defendido tanto pela Laura Perls;</p>
<p>3)  Uma forma de se preservar a prática da clínica indiviual, por questão de mercado e campo de atuação profissional, para que todos tenha a possibilidade de exercer a clínica &#8211; descordo completamente, vendo nisso uma posição mesquinha e anti-ética.</p>
<p>Minha crítica é em parte resistência (por que não? também sou humano e filho de Deus. Terapia é cara pra chuchu e nem sempre é possível escolher o terapeuta com quem se acha mais confortável em função disso) e luta pela minha liberdade de escolha (meu eu sartreano se revoltando!).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Sei que essas observações parecem &#8220;racionalizações&#8221; minhas. Mas também são meus <em>insights</em> e reflexões críticas sobre a questão. Não consigo aceitar passivamente um imperativo que remete aos tempos de Freud. Acredito veementemente em outras formas, talvez até mais criativas, de estar consigo mesmo, ampliar a <em>awarness</em>, posicionar-se sobre o mundo e ir em busca de saúde.</p>
<p>A poesia, a música, a arte, a natureza, amigos, namoro, amar, fazer sexo&#8230; Todos são ou podem ser extremamente terapêuticos. A psicoterapia não é a única, nem a melhor.  É algo que nem medicina halopática e homeopática, acumpuntura, massagens curativas, rituais xamânicos, candomblé, etc etc. Existe a técnica, existe o saber teórico por traz da técnica, mas os resultados são alcançados diferentemente para cada um, em seu processo individual, segundo os significados e crenças que cada um traz em sua vida.  É isso!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Defendo a psicoterapia. Escolhi AGORA, começar uma. Já tinha me dado conta antes, em alguns momentos de sua necessidade, mas não serei escravo dela. Preso por minha liberdade, até mesmo pela liberdade de escolher estar preso, imobilizado, em minhas angústias. Só assim creio que poderei de fato aprender a dar meus passos e escolher meus caminhos, ou abrir outros no meio da mata cerrada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Não sei&#8230; Me tornei indisciplinado e questionador. Não sei se isso é bom ou ruim.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Se um dia eu vier a ser professor direi tudo isso a meus alunos. Defenderei o direito deles de escolher o momento certo, ou escolher outros caminhos. Se não fizer isso, acho que estarei sendo incoerente comigo mesmo e com o que eu acredito ser o que me move na Gestalt.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">___________</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">* Texto desenvolvido a partir de e-mail encaminhado por mim a Luciana Aguiar, quando trocamos impressões sobre o tema, em 28 de dezembro de 2007.</p>
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		<title>Gestalt-terapia: um paradigma &#8220;ateórico&#8221; &#8211; divergências com a Psicanálise.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B. levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em><br />
Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B.  levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este argumento no fato de a gestalt-terapia ter surgido em oposição ao método e à teoria psicanalítica ortodoxa de Freud. Inicialmente, tomarei como base a concepção ateórica de Perls, para desenvolver uma argumentação sobre o assunto.<br />
Podemos dizer, dentre outras coisas, que a oposição entre a Gestalt-terapia e a Psicanálise vem não apenas de incompatibilidades teórico-metodológicas, mas que, inclusive essas incompatibilidades, advêm da desilusão e negação pessoal de Perls a Freud e sua abordagem, o que coincidiu com o rompimento com outros psicanalistas na mesma época, como levanta Ana Maria Kiyan:</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;)Aos poucos, fundamentalmente devido à decepção com Freud e também a seu modo específico de olhar para a vida, Perls passou a uma atuação na qual não cabia mais a prática psicanalítica e seus pressupostos.<br />
(&#8230;)Além do rompimento de Perls com a psicanálise, outros rompimentos importantes estavam acontecendo: primeiro Jung, e logo depois Reich (&#8230;) </em>(1)</p></blockquote>
<p>Como pudemos observar ao longo desses dois primeiros semestres de graduação, há nas ciências, e em destaque na Psicologia, uma tendência de negação do pensamento antecessor e dominante, dando-lhe formas e proporções incoerentes, a fim de fundamentar um argumento ou um modelo explicativo. Podemos ver isso inclusive na própria Psicologia da Gestalt, que tido como &#8220;contestador&#8221;, surge em oposição ao modelo introspectivo e ao método fragmentador e analítico de investigação de Wundt, propondo um outro modelo explicativo para os processos de percepção, tendo como base a perspectiva fenomenológica e o princípio de totalidade de Brentano e Husserl.<br />
Assim, também a Gestalt-terapia surge como que em oposição ao método analítico da psicanálise que, por ser o paradigma dominante na clínica, é de certo modo negado por Perls, que propõe, ao invés de uma imersão no passado e no inconsciente, propõe a presentificação e a experimentação vivencial.<br />
É importante salientar, no entanto, que, como já foi mencionado, essa ruptura deu-se principalmente por uma decepção pessoal de Perls à psicanálise, que, como reação passou a nega-la como método e modelo explicativo. Temos no entanto que por mais de 20 anos Perls foi psicanalista e, como tal, propôs uma <em>revisão</em> da teoria em comunicação realizada na Tchecoslováquia, em 1936, não tendo, no entanto, a recepção esperada pelo grupo de psicanalistas, revisão esta que foi desenvolvida e publicada seis anos depois, sob o título de <em>Ego, Fome e Agressão</em> (2).<br />
Partindo dessa ruptura, Perls propôs uma abordagem ateórica (o que não quer dizer que se trata de uma abordagem sem fundamentação teórica) no sentido de negar qualquer modelo pré-estabelecido, qualquer <em>explicação</em> pré-concebida, para lidar e trabalhar na terapia com as questões do paciente, justamente em oposição ao modelo explicativo da psicanálise, que segundo consta, tenderia a enquadrar os casos clínicos à julgamentos coerentes ao seu corpo teórico. Essa postura seria adequada ao próprio método da gestalt-terapia de valorizar a experimentação existencial, o momento vivencial como forma de possibilitar ao paciente entrar em contato com sua própria realidade, com o momento do agora, desprovido de determinismos ou verdades absolutas, tendo em vista uma concepção de homem mutável e em constante processo de construção de si mesmo. Sobre essa questão, fala Alberto Pereira Filho em seu livro Gestalt e Sonhos, sobre a questão da negação da concepção de inconsciente da psicanálise:</p>
<blockquote><p><em>Considero autentica e louvável a tentativa de rompimento com a psicanálise e seus pressupostos teóricos, em especial se levada em conta a imensa contribuição de Perls para o repertório metodológico das psicoterapias. Que uma autonomia metodológica custe o preço de um desabono, de uma desqualificação, porém, parece-me um recurso infeliz, compreensível somente se visto no contexto idiossincrático da história do autor. Uma negação, no sentido filosófico do termo, ou seja, de absorver e ir além, seria mais coerente com uma proposta integradora.</em>(3)</p></blockquote>
<p>O fato, no entanto, de haver uma negação de Perls à teoria e ao método da psicanálise não significa dizer que deva haver um descrédito dessa abordagem por parte dos gestalt-terapeutas ou dos interessados em se aprofundar nessa abordagem. A própria psicanálise sofreu suas alterações e adaptações aos novos tempos, e em muito ainda serve para compreender o pensamento ocidental na pós-modernidade.<br />
O fato de a perspectiva de trabalho com o paciente ser de uma ou outra forma não invalida a possibilidade do seu progresso na terapia, de trabalhar com suas demandas e de conseguir alcançar uma melhor compreensão do indivíduo. Assim como propõe a própria abordagem gestáltica, a verdade, a compreensão de um fenômeno (no caso a terapia), é subjetiva, é individual e coerente à forma de uma consciência significar e desenvolver uma relação.<br />
Creio que conceber a negação de uma ou outra abordagem, invalidando-a como veículo catalizador de mudanças, é cair numa intransigência que, ao menos para mim, vai de encontro à própria práxis da Gestalt-terapia, que prima pela relação e pelo seu papel de criação e transformação. Acredito que cada método terapêutico, em sua diversidade, tende a ser adequado também a cada indivíduo, com seus valores, sua história e visão de mundo.<br />
Certa vez tive uma discussão com nossas colegas D.  e M.  e levantamos a questão de que até mesmo a ciência, com suas mais diversas vertentes e corpos teóricos, condizem de certa forma com crenças, assim como a religião, a filosofia, a política, dentre outras, pois são formas de ver o mundo, forma de interpretá-lo, de significá-lo, servindo como paradigma para nele se posicionar.<br />
A grande questão existente é que haveria uma tendência de se valorizar mais a ciência que outras formas de saber, sendo esta ciência eminentimente positista, que seria mais &#8220;verdadeira&#8221; por possibilitar a apresentação de dados &#8220;absolutos&#8221;, fatos exatos e comprovados empiricamente ou por advir de um raciocínio e método de análise minunciosa, rígido, capaz de possibilitar resultados mais efetivos. Temos, no entanto, que toda essa eficácia e verdade depende do referencial de cada pessoa, podendo outras abordagens, que não estritamente científicas, apresentar o mesmo efetividade sobre a vida de uma pessoa, à medida que essa encontra uma identidade, sua integridade, sentir-se contextualizada.<br />
Acredito que o mesmo ocorre em relação às psicoterapias, com suas diversas abordagens, diversas formas de trabalhar a subjetividade, múltiplas possibilidades de descoberta e inclusão do indivíduo no mundo. A grande questão a ser considerada e trabalhada é que cada uma delas tem suas singularidades e precisam ser vistas como perspectivas, como formas distintas e diversas, que são, de significar o mundo. São verdades possíveis, porém nunca absolutas ou incontestáveis. Creio ser necessário o exercício do diálogo, e não o confronto e a intransigência entre cada uma das formas de pensar a realidade. Sei que isso é difícil de ser alcançado, tendo em vista a necessidade que temos de buscar bases sólidas para nossa vida, algo que nos possibilite uma ilusão de segurança e estabilidade.<br />
Isso me faz lembrar uma alegoria de Kafka, intitulado <em>Fábula Curta</em>, em que a personagem, um rato, reflete sobre o mundo, que progressivamente foi se tornando estreito, à medida em que ele corria de encontro a muros, que inicialmente lhe causaram uma sensação de conforto, mas que, progressivamente foram se encontrando, até que só havia à frente uma ratoeira ou como outra única alternativa, voltar atrás, sendo no final devorado por um gato.<br />
Neste conto é possível percebermos, se fizermos uma associação entre os muros e a idéia de paradigmas, que, muitas vezes estes possibilitam delimitar nossa compreensão do mundo, possibilitar um recorte de nossa realidade, a fim de que possamos nos situar de forma mais objetiva. No entanto, dependendo da forma como nos agarramos a esses limites, podem nos limitar, nos restringir, castrando nossas possibilidades de perceber e vivenciar o mundo à nossa volta, as perspectivas e possibilidades diversas que, potencialmente nos aparece, impossibilitando uma visão mais ampla de nossa existência.<br />
É claro que os paradigmas são de certa forma necessários, para nos possibilitar o mínimo de coerência em nossos posicionamentos, tal como as bases que constituem uma filosofia ou uma linha teórica que fundamentam uma abordagem. É preciso, no entanto, termos a lucidez de que nossa percepção do mundo, apesar de objetiva, é particular e pode abarcar dimensões diversas da do outro, não nos cabendo atribuir juízo de valores ao paradigma do outro tomando como parâmetro nossos próprios paradigmas. Possibilitando o contato, e não a sobreposição, entre essas perspectivas através do diálogo, que no caso da práxis psicoterápica, seria a transdisciplinaridade. Essa postura me remete ao relato de nossa professora Lika Queiroz, que disse ter participado de workshops realizados por uma equipe de formação humanista, encabeçada por Carl Rogers, composta por vários profissionais, de várias áreas e vertentes, da psicologia ou não, incluindo um surfista, o que demonstra a possibilidade de construção de um conhecimento através da diversidade, sem que com isso se perca a individualidade e a coerência de cada olhar sobre o mundo.<br />
Admito que essa perspectiva vai muito além do nosso olhar condicionado, e nisso me incluo, mas creio que, se a Gestalt-terapia valoriza a possibilidade do contato e enfatiza a questão da relação, sem desprezar o papel da subjetividade e da verdade do sujeito, certamente, apesar das divergências de caráter teórico metodológico, a negação de uma ou outra abordagem, de um ou outro paradigma, é, ao menos para mim incoerente como postura ética a ser tomada, se levado em conta seus próprios fundamentos.</p>
<p><em>Salvador, 28/07/2005. </em></p>
<p>NOTAS BIBLIOGRÁFICAS:<br />
(1) KIYAN, Ana Maria Mezzarana. E a Gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls. São Paulo: Editora Altana, 2001, p. 120.<br />
(2) PERLS, Frederick S. Ego, Fome e Agressão. São Paulo: Summus, 2002. p. 9.<br />
(3) LIMA FILHO, Alberto Pereira. Gestalt e sonhos. Goiânia: Dimensão, 1993. p. 36.</p>
<p>______</p>
<p>* Alguns nomes de colegas que fizeram e fazem parte da minha turma de formação em Psicologia e do grupo de estudos (2005), foram omitidos por questões éticas, mantendo-se apenas suas iniciais.</p>
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		<title>Gestalt-terapia e transgressão: a relação terapeuta-cliente e a arte na pós-modernidade.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Neste breve ensaio, que neste momento me proponho a escrever, busco apresentar, tomando ainda como base o livro de Hugo Elídio, &#8220;Introdução à Gestalt-Terapia&#8221;, um paralelo entre essa abordagem e a perspectiva de arte na pós-modernidade. Tenho que admitir que meus argumentos não se fundamentam necessariamente a conhecimento teórico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>Neste breve ensaio, que neste momento me proponho a escrever, busco apresentar, tomando ainda como base o livro de Hugo Elídio, &#8220;Introdução à Gestalt-Terapia&#8221;, um paralelo entre essa abordagem e a perspectiva de arte na pós-modernidade. Tenho que admitir que meus argumentos não se fundamentam necessariamente a conhecimento teórico específico, ou seja, não pretendo fazer citações ou lançar mão de referências bibliográficas, mas apenas esboçar um raciocínio decorrente de discussões travadas em nossa última reunião do grupo de estudos e em conversas minhas com minha irmã, concluinte do curso de em Letras, pela UFBA.<br />
Bem, primeiramente tratarei da questão ligada à postura do terapeuta em relação ao cliente na terapia, que creio já ter sido mais do que trabalhada em meus outros textos, mas que retomo agora por achar pertinente e necessário. Tendo como base nossas leituras do livro de Elídio, bem como nossas aulas de Teorias e Sistemas Psicológicos II, com a professora Lika Queiroz, temos que a Gestalt-Terapia, com sua base fenomenológica e existencial, tende a valorizar o sujeito enquanto consciência de si mesmo e do mundo. Nisso, a terapia buscaria validar o sujeito e mobiliza-lo a tomar consciência, <em>awareness</em>, de si mesmo, cabendo ao terapeuta o papel de mediador, de facilitador desse processo de auto-descoberta, através de uma relação dialógica de caráter eu-tu.<br />
Nesse ponto creio que devemos ressaltar o caráter inovador da Gestalt-Terapia e das abordagens humanistas no sentido de verdadeiramente transgredir a noção de terapia como prática de promover a saúde. Transgressora no sentido de corromper com a concepção de doença do modelo médico, que visa geralmente alcançar a cura do sintomas e deixa de encarar o paciente-cliente como um indivíduo, uma totalidade que é muito mais complexo que um organismo físico, sem no entanto desmerecer esse aspecto. É claro que a medicina e as outras áreas de saúde tendem, atualmente, eu imagino, ou torço para que assim seja, a buscar desenvolver esse olhar sensível ao ser humano, como ser dotado de subjetividade, emoções e individualidade, que vai além da disfunção de um órgão ou de um quadro classificado como psicopatológico.<br />
Além disso tudo, e eis um dos aspectos que mais me chamaram a atenção para essa abordagem, é a relação direta da prática com a arte, com formas de expressão, seja ela dramática, corporal, ou visual e expressiva. Nesse ponto também a Gestalt-Terapia traz uma nova dimensão dessas técnicas, no sentido de não buscar a interpretação racional dos produtos de criação artística, como se propõe, por exemplo, a Psicanálise, ao buscar interpretar os elementos simbólicos e inconscientes presentes no objeto criado. A Gestalt-Terapia se preocupa em fazer com que o cliente entre em contato com suas criações, colocando-as como um prolongamento do próprio indivíduo, como parte significativa de sua individualidade e subjetividade, possibilitando assim se estabelecer um momento existencial de auto-descoberta e significação.<br />
Dessa forma não é o terapeuta quem exerce um papel de voz autorizada para interpretar e analisar o sujeito, desvelando seus mecanismos de expressão e comportamento, mas sim o próprio sujeito, o cliente, torna-se responsável por sua vida, sua existência, ao ter valorizado seus aspectos criativos, sua identidade e sua autonomia, ao ter, durante o processo terapêutico, despertada a consciência para sua própria existência, para seu compromisso e sua responsabilidade existencial na relação travada consigo mesmo e com o mundo.<br />
É quanto à questão de corromper com essa &#8220;voz autorizada&#8221;, exercida pelo terapeuta, que traço um paralelo entre a Gestalt-Terapia e a arte na pós-modernidade.<br />
Durante nossa última reunião do grupo de estudos, quando tratávamos da relação estabelecida entre terapeuta-cliente, lembrei-me de ter visto em uma livraria um livro com um título como &#8220;Lixo ou Arte?&#8221;. Não me lembro o nome do autor, mas tratava sobre a arte na pós-modernidade, envolvendo os movimentos de arte conceitual e as vanguardas pós-década de cinqüenta. Pelo que eu pude perceber, e coerente a conversas que tive com minha irmã sobre literatura e arte durante o período dela na graduação, creio que o ponto fundamental de discussão era o fato de um objeto aparentemente ordinário, banal e cotidiano, como um conjunto de louça para servir café (exemplo citado no fundo do livro que eu vi na livraria) se tornar um objeto de arte, leiloado por 24 mil dólares, pelo simples fato de ter se transformado em uma relíquia, ao participar de uma performance de um artista servindo xícaras de café para os visitantes de um Museu. A grande polêmica por traz disso está no fato de que a peça em questão, por ter sido qualificada por uma voz autorizada, como um crítico de arte ou um artista famoso, passa a ter um valor maior, adicional, que o distingue dos outros jogos de chá, que o estigmatiza e o rotula como obra de arte, ou lixo. De forma semelhante temos os críticos de literatura que distingue a boa literatura, ou literatura canônica, da baixa literatura, literatura menor ou marginal.<br />
O que percebemos é uma crise, na pós-modernidade, desses juízos de valores, em que o lixo, o ordinário, o cotidiano, ganha qualidades artísticas que corrompe com a estética do belo, com o equilíbrio das formas, por ter acentuado ou sinalizado qualidades além do tradicionalmente estabelecido, do dito canônico ou acadêmico. Se bem, é claro, que para ter um novo significado adquirido ele passa por um processo de ressignificação, de requalificação, estabelecido por uma voz autorizada que corrompe a ordem anterior, transgride as regras, e, de certa forma, estabelece novas formas de ver o mundo, novos paradigmas, nova percepção da realidade.<br />
O importante de se observar é que na última década está havendo uma tendência a se estabelecer um processo mais acentuado de ruptura desses conceitos, quando os valores de arte ou não-arte são contestados, e passa a ter como base o olhar individual. De que forma aquele objeto é para mim artístico ou não?! Tendo como ponto principal a emoção, a sensação que aquele objeto me desperta, ao apresentado a mim num novo contexto.<br />
Creio que essa perspectiva se assemelha à postura fenomenológica, quando voltamos nosso olhar para o objeto e buscamos significa-lo, através de um contato, de uma relação existencial, onde buscamos &#8220;colocar entre parênteses&#8221; nossos preconceitos, nosso olhar normalizado, e buscamos alcançar dimensões mais sensíveis, menos contaminadas pelo juízo de outro, explorando as infinitas possibilidades e ângulos da forma e do fenômeno que se manifesta.<br />
Na literatura, temos o abandono, em parte, do discurso oficial, das grandes temáticas sociais, dos grandes ideais panfletários e politizados para submergir no eu, na subjetividade de um narrador que a cada instante se descobre (e se perde) como sujeito da trama, muitas vezes imprecisa, incoerente ou desassossegada, quando verdades são desfeitas e buscam-se respostas que talvez não existam, ou existam num espaço e numa realidade restrita, do indivíduo. Observamos, então, o crescente número de obras literárias de caráter autobiográfico, introspectivo e confissional. Em outro ponto, principalmente por meio da um interesse cada vez maior despertado pela mídia, temos a banalização da vida privada, através de programas como Big Brother, como forma, talvez, de se estabelecer contato, de se buscar no outro verdades, padrões e valores que não conseguimos encontrar em nós mesmos, em nosso circulo de relações frágeis e fragmentados, perdidos e desencontrados que somos.<br />
Temos então na pós-modernidade um momento caótico, de mudanças bruscas e de rumos indefinidos.<br />
Na Gestalt-Terapia vejo uma relação bem coerente a esse processo. Ao buscar uma perspectiva ateórica (não interpretativa, não sugestiva, que não castra as possibilidades diversas do indivíduo) na abordagem com o paciente, estabelece-se uma relação imersa num caos, o que não significa o mesmo que desordem, mas sim indeterminísta, que possibilitaria travar contatos criativos com o indivíduo desencontrado consigo mesmo e inconsciente de sua própria existência, com sua realidade, com sua vida e individualidade. Assim, temos não apenas o paciente com sua doença a ser tratada, mas uma situação em potencial de recriar e ressignificar o mundo, entrar em diálogo com as aflições, com os desejos e medos do sujeito, que sai, ao menos momentaneamente do completo anonimato das multidões, dos discursos e das ideologias, cada vez mais vazios e frágeis, para dialogar com o eu e o outro, que em relação, se encontram e se constroem, desenvolvendo seus potenciais criativos, sua expressividade e sua autonomia e auto-regulação.<br />
É isso! Não posso dizer que neste momento não trago um discurso e não me coloco como uma voz autorizada que expões um ideal. Mas acho que a pós-modernidade não anula simplesmente os ideais, apenas fragilizando-os, desorganizando a realidade e o mundo como concebemos com nosso olhar condicionado e viciado, para que possamos, talvez sozinhos, talvez em contato com um outro, numa relação eu-tu, criar e significar nossa própria realidade, conscientes sempre de sua mutabilidade e da presença constante de vazios e formas a preencher e fechar com nossas muitas escolhas possíveis no aqui, no hoje, neste segundo que escorre como pintura de Salvador Dalí.</p>
<p>Salvador, 12/08/2005</p>
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		<title>Gestalt e Literatura: Esboços e paralelos, gênese e atualidade*.</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 22:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior RESUMO: Este trabalho tenta estabelecer um paralelo entre GT e literatura, relacionando suas origens histórico-culturais com o Expressionismo Alemão no início do século XX e o movimento beat americano dos anos 50, analisando um caráter literário presente nas narrativas autobiográficas e teorizações de obras da Psicologia Humanista e GT, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><em> Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">RESUMO:</span></span></strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
<em>Este trabalho tenta estabelecer um paralelo entre GT e literatura, relacionando suas origens histórico-culturais com o Expressionismo Alemão no início do século XX e o movimento beat americano dos anos 50, analisando um caráter literário presente nas narrativas autobiográficas e teorizações de obras da Psicologia Humanista e GT, e refletindo sobre a atual produção de uma &#8220;literatura gestáltica&#8221; brasileira.</em></span></span><span style="font-size: 9pt; color: black; line-height: 150%; font-family: Verdana"> </span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Comecei esse trabalho por um projeto, um esboço de idéias que, de algum modo, é um esboço de mim.<span> </span>Venho trabalhando algumas idéias desde meu primeiro ano de Psicologia, desde antes mesmo, antes de entrar na universidade, ao trazer a poesia para minha vida. A relação que faço entre Psicologia e Literatura é a que faço entre elas e mim, e é a que vejo, e de certa forma busco, na Gestalt-Terapia. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Neste trabalho que hoje apresento a vocês na forma de um esboço de um projeto, ainda a ser desenvolvido futuramente numa possível articulação entre a Gestalt e a Poesia, tentarei, no limite de tempo que me cabe, estabelecer um paralelo entre GT, arte e literatura, relacionando possíveis influências do expressionismo alemão do início de século XX e da Contracultura e movimento <em>beat</em> americano dos anos 60 sobre as origens da GT, além de sumariar algumas obras em que observo possíveis traços literários presentes, em narrativas autobiográficas e teorizações em GT. Por fim, pretendo refletir sobre a atual produção de uma &#8220;literatura gestaltica&#8221; brasileira.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Assim, levarei em consideração três contextos e momentos histórico-culturais distintos: 1) a Europa do início do século XX, envolvendo a 1ª Guerra Mundial, o surgimento e declínio do movimento expressionista alemão; 2) os EUA das décadas de 40 a 80, envolvendo a Contracultura, e a emergência da Psicologia Humanista e a literatura <em>beat</em> e, por fim, 3) o Brasil da década de 80 à atualidade, o desenvolvimento e consolidação da GT no Brasil e a literatura produzida dentro da abordagem. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"> </span></p>
<p><span style="color: black"> </span><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">1) Alemanha: Início do século XX. Primeira Guerra Mundial. Expressionismo Alemão: Max Reinhardt, Salomo Friedlander, Martin Buber e Jacob Levy Moreno.</span></span></strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">O primeiro paralelo que pretendo desenvolver é fruto de idéias em que entrei em contato a cerca de dois anos, em 2005, quando assisti uma aula aberta realizada por Afonso Henrique da Fonseca. Na ocasião, ele foi a Salvador vindo de Maceió para o Encontro Norte-Nordeste de Psicologia, e apresentou uma palestra sobre “Atualidades da GT”. Nesta apresentação ele trouxe algumas idéias sobre a influência do movimento expressionista sobre a GT, principalmente através do contato de Fritz Perls com o dramaturgo Max Reinhardt, trabalhando principalmente com a idéias de “performance”, “expressão” e “interpretação”, presentes nas técnicas gestálticas e na própria sua visão fenomenológica-existencial e hermenêutica de homem</span><a title="_ftnref1" name="_ftnref1" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Meses depois, ao concluir a disciplina sobre Fenomenologia e Gestalt, ministrada por Lika Queiroz, montei com meus colegas um grupo de estudos, onde lemos textos introdutórios de GT e buscamos estabelecer conexões com temas que nos interessavam e emergiam das discussões. Na primeira reunião, lemos o capítulo sobre os pressupostos filosóficos da GT contido no livro de Ana Maria Kiyan (2001, 2006). Este continha uma visão cronológica da vida de Perls e as principais influências teórico-filosóficas que contribuíram para a fundamentação da GT. Nada se dizia, no entanto, a respeito do Expressionismo.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Busquei então fontes bibliográficas que apresentasse alguma noção do que foi esse movimento artístico e literário, e encontrei alguns fragmentos de textos expressionistas no livro de “Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro” da Gilberto Mendonça Teles (1999). Me chamou especial atenção o manifesto intitulado “Expressionismo na poesia” de Kasimir Edschmid, datado de 1918, em especial o seguinte fragmento:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: black"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A terra é uma paisagem imensa que Deus nos deu. Temos que olhar para ela de tal modo que ela chegue a nós sem deformação. Ninguém duvida de que a <strong>essência das coisas</strong> não seja a sua realidade exterior. <strong>A realidade tem que ser criada por nós.</strong> <strong>A significação do assunto deve ser sentida</strong>. Os fatos acreditados, imaginados, anotados não são o suficiente; ao contrário<strong>, a imagem do mundo tem que ser espelhada puramente e não falsificada. Mas isso está apenas dentro de nós mesmos. </strong></span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Assim o universo total do artista expressionista torna-se visão. <strong>Ele não vê, mas percebe. Ele não descreve, acumula vivências. Ele não reproduz, ele estrutura (<em>gestaltet</em>). </strong>Ele não colhe, ele procura. Agora não existe mais a cadeia de fatos (&#8230;) Agora existe a visão disso. Os fatos tem significado somente até o ponto em que o mão do artista o atravessa para agarrar o que se encontra além deles.</span><a title="_ftnref2" name="_ftnref2" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[2]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Quando li este fragmento pela primeira vez, vi conexões diretas com o que havia estudado sobre Fenomenologia, saltando aos olhos a busca pela essência das coisas, através da percepção da realidade a partir das significações criadas por nós por meio as experiência sentida, que espelha o mundo. Tocou em mim, em especial, a idéia do papel ativo do poeta, como aquele que percebe o mundo de forma vivencial e subjetiva, sendo ele o que <span> </span>estrutura, organiza e dá forma a essa percepção. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Essa aparente constatação de um relação entre a Fenomenologia e o Expressionismo (e a própria Psicologia da Gestalt, que ecoa pelo uso da expressão alemã <em>gestaltet</em>), de início, de causou grande fascínio, de modo que fiquei a especular ingenuamente se o Expressionismo era fenomenológico ou a Fenomenologia era expressionista. Hoje tento responder a essa questão levando em consideração o contexto histórico-cultural em comum em que ambos os movimentos, filosófico e artístico, se desenvolveram na Alemanha de fins do século XIX e início do XX. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Buscando outras referências sobre o Expressionismo, descubro que este se desenvolveu em diversos campos, envolvendo desde uma fase pré-expressionista na pintura de Cézanne e Van Gogh, na segunda metade do século XIX; <span> </span>movimentos literários e artísticos, com o surgimento de revistas de cunho político, artístico e filosófico, na Alemanha das duas primeiras décadas do século XX; tendo, por fim, seu término decretado pela ascensão do nazismo em 1933. O Expressionismo, nas suas mais variadas manifestações (literatura, artes plásticas, teatro e cinema), refletia sobre o caos político, social e religioso que marcou a Europa, sendo influenciado pelo pensamento de Nietzsche e pelo decadentismo <em>fin de siècle</em>.</span><a title="_ftnref3" name="_ftnref3" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[3]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Tratou-se, no entanto, não de um movimento de caráter popular, mas sim intelectual, em que se engajavam jovens escritores, artistas e filósofos, muitos de ascendência judaica, que no período da 1ª Guerra Mundial se movimentaram contra os a guerra e propunham reformas sociais radicais, tendo como base um espírito comunitário e um humanismo universal. Esse caráter intelectual é descrito na citação do texto “A Revolta Expressionista”, de Luiz Nazário (1999, 2001), em referência extraída de Lionel Richard , em “D’un Apocalypse à l’autre”, pp 129-133:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: black"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Espírito prático, Wilhelm Michael propôs a formação de um <em>Congresso Internacional de Intectuais</em>: cada país elegeria seus poetas, escritores, artistas, sábios e pacifistas e os encarregaria de representá-los. Estes formariam o primeiro <em>Parlamento da Comunidade Universal</em>, reunindo-se a cada ano num país deferente para conferenciar sobre as possibilidades de educar os povos no sentido da amizade e do combate ao ódio, destruindo, sob o fogo do espírito do amor, o bloco de violência e injustiça que o mundo civilizado representava. Kurt Hiller foi mais longe e sugeriu a formação de um Partido dos Intelectuais, com o objetivo de conquistar o Paraíso na Terra; seu programa incluía a <strong>suspensão da guerra, reformas econômicas para garantir o mínimo vital a todo cidadão; ajuda aos desempregados e aos criadores; liberdade sexual com o reconhecimento da homossexualidade; racionalização da procriação; abolição da pena de morte; proteção do indivíduo diante do crescente poderio da psiquiatria; transformação das escolas de ensino em escolas de pensar; combate contra as Igrejas e Parlamentos; estabelecimento de uma aristocracia do espírito; liberdade total de expressão<a title="_ftnref4" name="_ftnref4" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn4"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[4]</span></strong></span></span></span></a></strong>.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Este contexto sócio-político-cultural, que constituiu a <em>Zeitgeit</em>, a cosmovisão da Europa do início do século XX, serviu como base e influência para a formação intelectual Fritz Perls nos 30 primeiros anos de sua vida, em especial no período em que viveu em Berlim, quando participou de círculos intelectuais e boêmios. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>O contato com o Expressionismo não se restringiu à sua experiência no teatro de <strong>Max Reinhardt</strong></span><a title="_ftnref5" name="_ftnref5" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn5"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[5]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, mas também pelo contato com <strong>Salomo Freidlander</strong>, que, além de filósofo, era escritor expressionista e dadaísta, e, sob o pseudônimo de <strong><em>Mynona</em></strong>, contribuir para revistas expressionistas como <em><span>Der Sturm (A Tempestade)</span></em>, <em><span>Die Aktion (A Ação)</span></em>, <em><span>Der Einzige</span></em> (<em><span>O Único</span></em>) e <em><span>Der Jugend</span></em><span>, além de ter realizado escritos dadaístas intitulados<em> Groteske </em>e <em>Parodie</em>. (Dos escritos literários de Friedlander, tive contato apenas com 2 textos em língua inglesa, intitulados “</span><span>Gramophone” e “Abduction”, disponíveis na internet, que versam sobre aspectos da modernização industrial). </span></span></span><strong><em><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></em></strong><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><em><span style="color: black"><span> </span><span> </span></span></em></strong></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><em><span style="color: black"><span> </span></span></em></strong><span style="color: black">Em sua autobiografia, Fritz registra o círculo cultural boêmio freqüentado por ele na em Berlim, e o contato com esta face expressionista/dadaísta de Friedlander, para além da influência deste como filósofo, com a teoria da Indiferença Criativa:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="color: black"> </span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Eu e alguns médicos amigos pertencíamos à classe boêmia de Berlim, que tinha como ponto de encontro o Café do Oeste</span><a title="_ftnref6" name="_ftnref6" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn6"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[6]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, e mais tarde o Romanische Café.</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Ali se reunia muitos filósofos, escritores, pintores, políticos radicais e ainda um sem-número de freqüentadores. Uma das pessoas obviamente era Friedlander, embora nos encontrássemos quase sempre no estúdio de um pintor. <strong>Friedlander ganhava dinheiro escrevendo estórias muito engraçadas sob o nome de Mynona, que é a palavra <em>anonym</em> (anônimo) escrita ao contrário.</strong> Seu trabalho filosófico <em>Creative Indifference</em> (Indiferença Criativa) teve tremendo impacto sobre mim.</span><a title="_ftnref7" name="_ftnref7" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn7"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[7]</span></span></span></span></a></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Também <strong>Martin Buber</strong>, filósofo que muito influenciou Laura Perls, e consequentemente das bases filosóficas da GT, pelo existencialismo dialógico e relação EU-TU, contribuiu para revistas expressionistas pioneiras, como a <strong><em>Die Neue Gemeinschaft</em></strong> (A Nova Comunidade), onde propagava a filosofia romântica do retorno à natureza como condição para o nascimento do Novo Homem</span><a title="_ftnref8" name="_ftnref8" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn8"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[8]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, tendo como base o judaísmo hassídico. <span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">É importante ressaltar, ainda que de passagem, a fim de conclusão dessa primeira articulação entre a GT e o Expressionismo, a presença de <strong>J. L.</strong> <strong>Moreno</strong> como outro representante do movimento expressionista, ao ser organizador e colaborador da revista existencialista e expressionista <strong><em>Daimon Magazine</em></strong>, de 1917 a 1920, juntamente com Max Scheler, Kafka e Martin Buber</span><a title="_ftnref9" name="_ftnref9" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn9"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[9]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, e pelo desenvolvimento do seu Teatro Vienense da Espontaneidade, em 1921, que serviria como embrião do Psicodrama.<span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">2) Estados Unidos: décadas de 40 a 60. Contracultura, Movimento Beat. </span></span></strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">O segundo paralelo que me proponho a estabelecer nesta aproximação entre GT e Literatura se dá pelo presença de Fritz Perls nos Estados Unidos, a partir da década de 40, vindo a entrar em contato e a fazer parte do movimento da Contracultura.<span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Conforme é apresentado por Kyian (2006), após a 2ª Guerra Mundial, Fritz Perls decide sair da África do Sul, onde havia se exilado juntamente com Laura, com a ascensão do nazismo, e parte para os Estados Unidos, onde se estabelece em Nova York, num período de dez anos, que vai de 1946 a 1956. Lá conhece <strong>Paul Goodman</strong>, escritor e crítico, considerado um intelectual controvertido, mas bastante respeitado, bissexual e anarquista. Nesse primeiro contato com Paul Goodman, Perls é inserido em um grupo de intelectuais compostos por John Cage, James Agee, Dwight McDonald, Julian Beck e Judith Molina, onde se propunha uma vivência de honestidade e experimentação que fugisse ao contexto social e repressor vivido na sociedade americana.</span><a title="_ftnref10" name="_ftnref10" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn10"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[10]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Posteriormente, ele é apresentado a <strong>Elliot Shapiro</strong> (educador), <strong>Paul Weiz</strong> (médico que apresenta a Perls o zen-budista), <strong>Isadore From</strong> (homossexual), <strong>Ralph Heferline</strong> (acadêmico) e <strong>Jim Simkin</strong>, que formaram, juntamente com Fritz, Laura Perls e Paul Goodman, o <strong>Grupo dos Sete</strong>, responsável pela organizou e sistematização das bases teóricas da GT em 1950. Dessa união viria a surgir “bíblia” da GT, o Gestalt-Terapy (1952), além da criação do Instituto de Gestalt-Terapia de Nova York. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Perls, no entanto, dedicou-se, a partir desse período, a uma vida “andarilha”, contribuindo pouco para sistematização da GT, encarregando-se principalmente da divulgação da abordagem em outras regiões dos EUA, em viagens que fez a Cleveland, Detroit, Toronto, Miami e, entre 1959 e 1963, empreendeu viagens ao redor do mundo, entrando em contato com comunidades <em>beatniks</em>, em Israel, e em um mosteiro zen no Japão.</span><a title="_ftnref11" name="_ftnref11" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn11"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[11]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> Nesse ponto é que surge meu interesse em pontuar a conexão que vejo entre a GT e o movimento beat. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">No mesmo período da ida de Perls a Nova York, na década de 40, surge nos EUA, também nesta cidade, um grupo de jovens intelectuais e “vagabundos” composto por <strong>Allen Ginsberg</strong>, <strong>Jack Kerouac</strong>, <strong>William Burroughs</strong>, <strong>Neal Cassady</strong> e <strong>Carl Salomon</strong>, que vem a se consolidar na década de 50 como o movimento literário e cultural <em>beat</em>, que sob a influência do jazz e do rock n’roll, deu início a uma geração marcada por uma cultura de contestação ao <em>Establishment</em> que viria a culminar com a Contracultura dos anos 60 e 70.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Elias Boainain Jr (1998) descreve esses anos da Contracultura, esse novo <em>Zeitgeist</em> revolucionário – muito semelhante ao vivido no início do século na Alemanha –, da seguinte forma:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Anos de revoltas políticas e de costumes, sobretudo entre a juventude, e em que mais do que nunca a contestação ao sistema e aos valores estabelecidos estava na ordem do dia. Anos marcados pelo que, na expressão cunhada por Theodore Roszak (s/d.), foi chamado de contracultura: revoltas estudantis, movimento hippie, mobilização pacifista contra a Guerra do Vietnã, ativismo político, organização das minorias raciais e feministas, desafio á autoridade, revolução underground nas artes, oposição ao materialismo consumista, valorização do corpo, do sentimento, do amor livre, da experimentação psíquica por meio de drogas psicodélicas, da ecologia, da <strong>auto-expressão espontânea</strong> e das experiências meditativas e espirituais. Essas tendências todas convergiriam na rejeição aos modelos tradicionais de família, trabalho, escola, relações interpessoais, igreja, governo, instituições em geral e da própria cultura ocidental. </span><a title="_ftnref12" name="_ftnref12" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn12"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[12]</span></span></span></span></a></span></p></blockquote>
<p><span style="font-size: 10pt; color: black"></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Este contexto histórico cultural é apontado como o propiciador do desenvolvimento da 3ª Força em Psicologia, o Movimento Humanista, do qual tratarei posteriormente, quando discutirei<span> </span>a questão referente aos relatos autobiográficos. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Voltando ao termo <em>beat</em>, este designa o movimento literário que deu início à Contracultura nos anos 50, e significa, dentre outras coisas, beatitude, beato, santificação, além da batida do jazz, o embalo, o ritmo, sendo usado também para expressar cansaço e saturação, tendo o movimento <em>beat </em>como marca a vida nômade e a estrada sem rumo de <em>On The Road</em>, de <strong>Jack Kerouac</strong>, escrito em 1951 e publicado em 1957. (Carmo, 2003) Essa obra cria o mito do vagabundo e relata </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">as experiências e atitudes de um grupo de jovens norte-americanos, loucos por emoções fortes e cujos principais interesses na vida, além da literatura, giram em torno de viagens, estradas, agitadas festas, jazz, sexo, carona, drogas. (&#8230;) Ao rejeitar os valores burgueses, os beatniks valorizavam a espontaneidade, a natureza e a expansão da percepção, que alcançariam através das drogas, do jazz e das religiões orientais.</span><a title="_ftnref13" name="_ftnref13" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn13"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[13]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Em sua autobiografia, “Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo” (1969), Perls relata o mesmo tipo de experiência de errância descrito por Kerouac em <em>On The</em><em> Road</em>, ao atravessar o deserto de Israel, quando vai a um kibutz e entra em contato com um grupo de hippies e de beatniks. Diante desse contato, no entanto, Perls faz uma diferenciação entre essa nova juventude que ele vê surgir e o grupo boêmio do qual fez parte, na Alemanha berlinense:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">O fato é que guiei sozinho aqueles 500 quilometros pelo deserto (&#8230;) Ao contrário das minhas expectativas, a viagem não foi nem um pouco chata. A estrada era estreita, mas asfaltada e, em sua maior parte, em boas condições. (&#8230;) Achei alguns vagabundos de praia, em sua maioria americanos, fascinantes. Hoje os chamamos de hippies, e eles são encontrados aos milhares. É claro que entre a nossa turma boêmia de Berlim havia um ou outro tipo ocasional cuja profissão era não fazer nada; mas a maioria era constituída de gente ávida de se tornar importante e conseguir algo na vida, e muitos conseguiram. Eu também tinha encontrado beatnicks, que haviam tentado e desistido; gente zangada batendo cabeça contra as regras de ferro da sociedade. (p. 117-118)</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"></span><span style="color: black">Outro representante importante do movimento <em>beat</em> e posteriormente da contracultura americana, foi <strong>Allen Ginsberg</strong>, autor do poema <em>Howl</em> (Uivo), publicado em 1958, que sintetiza as experiências de toda a Geração Beat, como no fragmento inicial citado a seguir:<span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Eu vi os expoentes da minha geração destruídos pela loucura, morrendo de fome, histéricos, nus,</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca de uma dose violenta de qualquer coisa,</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">hipsters com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato celestial com o dínamo estrelado na maquinaria da noite,</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis apartamentos sem água quente, flutuando sobre os tetos das cidades contemplando jazz (&#8230;) </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 14pt; color: black; line-height: 150%"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 14pt; color: black; line-height: 150%"></span><span style="color: black">No editorial da edição de 1997, da <em>Gestalt Review</em>, Joseph Melnick compara Allen Ginsberg aos fundadores do movimento da Gestalt Terapia, quanto a alguns valores filosófico, social e políticos, colocando-os como líderes do progressivo <em>zeitgeist</em> social que contestou a ordem social conservadora dominante na década de 50. Melnick compara Ginsberg e Perls pelo otimismo radical, dividindo ambos a posição de gurus da Contracultura. Eles teriam em comum o discurso marginal e a valorização do conflito criativo e da expressão honesta das diferenças. Já as semelhanças de Ginsberg com Paul Goodman se dariam pela defesa que faziam da homossexualidade e do pacifismo anti-guerra, empreendidos na década de 60, bem como o pouco reconhecimento que tiveram, Ginsberg e Goodman, na poesia e na produção psicológica, respectivamente.<a title="_ftnref14" name="_ftnref14" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn14"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[14]</span></span></span></span></a> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Desta forma, podemos verificar grandes aproximações entre as origens da GT e o movimento <em>beat</em>, havendo inclusive algumas coincidências, como o fato de tanto o grupo dos 7 quanto o composto por Ginsberg, Kerouac e outros, ter se dado em Nova York, e de Perls, ter empreendido viagens, assim como os beats, em direção à Califórnia (como o fez Kerouac em <em>On The Road</em>)<span> </span>e, posteriormente ao redor do mundo, entrando em contato com o orientalismo zen.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A casa onde Perls residiu no período de 1964 a 1969, em Esalen, localizava-se em Big Sur, e bem poderia ser a mesma cabana vista a distância e descrita por Kerouac, na obra também intitulada <em>Big Sur </em>(1962):<span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span><span> </span></span></span></p>
<blockquote>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Naquela primeira noite a primeira coisa que percebo é que a luz da cozinha está acesa, no alto do despenhadeiro, à direita onde alguém construiu uma cabana onde se descortina toda a paisagem terrível de Big Sur, alguém lá no alto está fazendo uma ceia leve e gostosa é só o que eu sei<span> </span>- A luz da cozinha da cabana lá no alto é como um farolzinho fraco e morre em pleno ar suspensa a trezentos metros acima das ondas furiosas – Para construir uma cabana lá no alto só mesmo um arquiteto blasé velho gruisalho<span> </span>aventureiro (&#8230;) </span><a title="_ftnref15" name="_ftnref15" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn15"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[15]</span></span></span></span></a></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
</blockquote>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A descrição feita por Perls de Esalen é semelhante à realizada por Kerouac, principalmente na descrição da paisagem composta por mar e rochedos: </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span><span> </span></span></span></p>
<blockquote>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A minha casa fica a cem metros acima dos banhos, bem sobre o rochedo. Ela é em grande parte escavada na montanha, então tem uma vista de milhares de quilômetros quadrados de oceano, e também dos rochedos selvagens, interrompendo o ruído e o balanço incansável do mar, cedendo apenas algumas rochas para as ondas existentes. </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A gente não sai pela porta, a gente emerge, não como antes, entrando na natureza intocada, mas numa mistura de visão magnífica, degraus de pedras naturais que são uma extensão da parede de pedra circular, cabanas e automóveis, mais embaixo. </span><a title="_ftnref16" name="_ftnref16" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn16"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[16]</span></span></span></span></a></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
</blockquote>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Esses fragmentos servem como exemplo do contato, mesmo que indireto, entre Perls e o movimento <em>beat</em>, no caldeirão cultural que representou a Contracultura americana, celeiro para a emergência de várias das principais abordagens que constituíram o movimento humanista da Psicologia, a 3ª Força. </span></span><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p align="left"><strong></strong></p>
<p align="left"><strong></strong><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">3) EUA e Brasil. Décadas de 60 a 80: Psicologia Humanista, Gestalt-Terapia e narrativas autobiográficas. </span></span></strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">É importante salientar que é nas décadas de 50 e 60 que, nos EUA, o movimento Humanista se estabelece, muito influenciado pela Psicologia da Gestalt de <strong>Wertheimer, Koffka</strong> e <strong>Kohler</strong> e por psicólogos humanistas de formação gestaltista como <strong>Goldstein, Angyal</strong> e <strong>Lewin,</strong><span> tendo também como influência as teorias neopsicanalíticas, holistas, as Psicologias Esistenciais e as Escolas americanas de Psicologia da Personaidade<a title="_ftnref17" name="_ftnref17" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn17"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[17]</span></span></span></span></a>.</span> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">As principais abordagens a que me proponho reportar nesta terceira parte do trabalho são além da GT, a Abordagem Centrada na Pessoa de Carl Rogers, tendo como principal argumento o fato de, ao menos no Brasil, a literatura rogeriana ter servido de grande influência, na década de 60, para os gestalt-terapeutas</span><a title="_ftnref18" name="_ftnref18" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn18"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 12pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[18]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">. (Juliano, 2004).<span> </span><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Meu interesse consiste em elencar as narrativas e relatos autobiográficos produzidos tanto na Gestalt-Terapia, quanto na literatura rogeriana, por considerar estas obras como de grande importância, não apenas histórica. O que tem-se observado nos. últimos 30 anos em GT, foi uma ênfase maior na fundamentação teórico-filosófica da GT, em detrimento, com algumas exceções, do caráter vivencial e reflexivo presente nessas obras iniciais. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">As narrativas que busco resgatar a título de indicação bibliográfica, trazem o que considero a matriz da experiência gestaltica, com uma ênfase dirigida ao vivido, ao aqui-agora, a vida cotidiana do homem e do terapeuta humanista gestáltico. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Dentre as obras que classifico como narrativas, situo primeiro alguns &#8220;clássicos&#8221; de autores humanistas de influência rogeriana como:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">As obras &#8220;<strong>Tornar-se pessoa</strong>&#8221; (1961) e o “<strong>Um Jeito de Ser</strong>” (1980) de Carl Rogers, em que este mescla, em alguns capítulos, reflexões pessoais sobre o desenvolvimento da teoria da ACP, apresentando uma perspectiva autobiográfica; </span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: black"></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">Os capítulos autobiográficos de Barry Stevens contidos no &#8220;<strong>De Pessoa para Pessoa</strong>&#8221; (1967), sob o títulos “Da minha <span>Vida<strong>”</strong></span> em que ela dialoga com a teoria de Rogers, através de uma leitura pessoal, associada a fatos de sua vida, sentimentos e pensamentos decorrentes de vivências cotidianas;</span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: black"></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">“<strong>A mulher emergente: uma experiência de vida</strong>” de Nathalie Rogers (1980), filha de Carl Rogers, que traz em uma obra autobiográfico reflexões sobre a mulher, a busca do feminino, o uso de grogas alucinógenas e o despertar da sexualidade, temas emergentes a partir no movimento de Contracultura americano ;</span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: black"></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;<strong>Vestígios de Espanto: notas de fim de semana de um psicólogo</strong>&#8221; (1985) de John Keith Wood, que traz uma escrita coleção de relatos cotidianos e narrativas curtas, poemas, ensaios sobre a ACP, em que ele faz uma crítica à ciência positivista americana, em favor de um olhar de estranhamento e reencantamento diante do mundo e do homem.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span>Dentre as obras de inspiração gestáltica, cito:</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">A já comentada nessa apresentação autobiografia do Fritz Perls, &#8220;<strong>Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo</strong>&#8221; (1969), escrita em Esalen e Cowikan, em 1969, na qual ele faz um retrospecto de sua vida, revive experiências e tenta fechar gestalten inacabadas, utilizando-se de uma escrita fragmentada e polimorfa em prosa, poesia e drama (nos momentos top dog-under dog) e realiza importantes reflexões teóricas sobre a Gestalt-Terapia; <span> </span></span></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Essa obra em especial é muito criticada pelo seu caráter confuso e fragmentado (Kyian, 2006), mas considero de grande importância por trazer uma reflexão do próprio Perls sobre sua trajetória pessoal e da abordagem, na forma como ele a concebia. As aberturas deixadas por Perls servem, a meu ver, como brechas e portas para o desenvolvimento da Gestalt e os vários estilos empregados em sua narrativa reproduz a premissa tão enfatizada, mas às vezes esquecida, do gestaltista que, fazendo seu próprio trajeto de vida, configura a GT da sua forma, a partir de sua experiência pessoal. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify">
<ul style="margin-top: 0cm" type="disc">
<li class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; color: black; line-height: 150%; text-align: justify"><span><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;<strong>Não Apresse o Rio: ele corre sozinho</strong>&#8221; (1970) de Barry Stevens, que envolve um relato em primeira pessoa sobre suas experiência no Instituto Gestalt do Canadá, o <em>gestalt-kibuts</em> em Cowikan, em 1969. Esta serve quase como uma continuidade e um contraponto da autobiografia do Perls, onde ela o descreve de forma distinta a que ele mesmo se faz representar. Além disso, ela descreve o <strong>convívio em comunidade</strong>, exercita a focalização da awareness em momentos do aqui e agora, revisita, através das memórias, experiências vividas em aldeias de índios americanos, numa perspectiva etnográfica sobre o cotidiano, se aproximando pela simplicidade da narrativa ao censo comum, ou à denominada “Psicologia popular”, tecendo também reflexões sobre o envelhecimento e maternidade.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: black"></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Além dessas duas obras ligadas mais diretamente ao que se poderia chamar de uma &#8220;literatura gestaltica&#8221;, pontuo também o artigo de J. Lederman, &#8220;A cólera e a cadeira de balanço&#8221; (FAGAN e SHEPHERD, 1980), onde esta relata <strong>na forma de poesia</strong> um caso envolvendo a aplicação de técnicas gestalt com crianças. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">A dimensão e o estilo autobiográfico dessas obras é também observado nas primeiras obras de caráter teórico mais sistematizado, da GT, como o &#8220;Gestalt Terapia Integrada&#8221;, do casal Polsters (1973; 2001) e o &#8220;Gestalt &#8211; uma terapia do contato&#8221; de Serge e Anne Ginger (1987; 1995). Nestes, os autores se utilizam de exemplos da esfera do vivido, seja pessoal, seja da experiência clínica, para desenvolver uma articulação teórica e conceitual sob uma perspectiva fenomenológico-existencial. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: blue"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">4) Brasil, 1980 até os dias atuais. Escritos poéticos e a arte de contar histórias.</span></span></strong><span style="color: blue"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">O último ponto que pretendo tratar diz respeito à &#8220;literatura gestaltica&#8221; que emerge atualmente no Brasil, paralelamente ao número significativo de publicações teóricas. Durante os mais de trinta anos de Gestalt-Terapia no Brasil, como já mencionei, observamos uma grande preocupação dos gestalt-terapeutas no sentido de tornar evidente a consistência da abordagem através da exploração e explicitação de suas bases filosóficas e fundamentação teórica, bem como a questão da técnica clínica e ou instrumentais, o que teria repercutido de forma evidente o crescimento de produções de mestrado e doutorado nos últimos 30 anos (Holanda, A. F. e Karwowski, S. L., 2004). Esses anseios de fundamentação da abordagem vêm da demanda dos gestalt-terapeutas de dar mais legitimidade à GT no campo das práticas psi, buscando tornar mais consistente sua formação profissional (Frazão, 1995).</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Neste contexto cito três representantes deste movimento que creio seguiram caminhos bem próprios e poéticos: Jorge Ponciano Ribeiro, Jean Clark Juliano e Paulo Barros.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>P</strong></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>aulo Barros</strong>, morto no ano passado, foi um importante impulsionador da GT no Brasil, ao viabilizar, junto à editora Summus, na condição de tradutor, revisor e organizador de traduções de obras estrangeiras. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Em <strong>&#8220;Narciso, a bruxa e outras histórias psi&#8221;</strong> (1994), Barros é fortemente influenciado pela Psicologia Analítica e pela Dasainanálise, seus contos em formas de fábulas e histórias infantis trazem personagens arquetípicos, e seus poemas refletem questões como a existência, a temporalidade e a finitude humana. Além disso, suas articulações teóricas, do início da década de 90, já apontam para críticas aos caminhos adotados pelos gestalt-terapeutas, ressaltando a necessidade de não se esquecer a dimensão sensível e experiencial do terapeuta, suas falhas, suas feridas e sua condição de humano. Em uma escrita “polimorfa” que, tal como a de Perls em sua autobiografia, mescla poesia, prosa e teorizações. Os “ruídos” que emanam de sua escrita servem como potencializadores de “insights”, e, em suas narrativas, desenvolve-se um olhar para o vivido, para uma psicologia popular, um saber ancestral e mítico, ateórico. Arte de contar histórias.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Em <strong>&#8220;Amor e ética&#8221;</strong> (2006), sua última obra publicada, Barros segue o mesmo estilo, mas inova ao trazer discussões sobre a internet como forma de pesquisa, apontado para os novos tempos, o mundo virtual. (Nesse ponto abro um parêntese e ressalto um interesse pessoal meu por um fenômeno atual: o blog e as escritas autobiográficas. Conteúdo ainda inexplorado, ou pouco explorado no campo psi.)</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black"><span> </span></span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: black">Jorge Ponciano Ribeiro</span></strong><span style="color: black"> certamente é o que desenvolveu de forma mais significativa, ao menos em número de publicações, obras que serviram ao objetivo de consolidar a GT enquanto abordagem reconhecida no campo da Psicologia. É interessante notar, no entanto, o seu estilo próprio de fazer teoria, muitas vezes recorrendo a uma linguagem poética, poucas vezes acessível ao leitor num primeiro momento.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Apenas a título de exemplo, cito uma das definições de contato que ele traz nas primeiras páginas do seu livro “O Ciclo de Contato” (1997):</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 10pt; color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">CONTATO É ARTE. Ternura, suavidade, carinho, disciplina, clareza, muitas vezes são os verdadeiros alimentos do contato. O corpo é o santuário onde habitamos, uma oração visível saudando o universo. Obra de arte, a mais fina, imagem e semelhança de Deus, o corpo é a projeção da arte interior de cada um de nós. O corpo é a pessoa, é o retrato de si mesmo, da minha história, por isso só pode ser falado por mim. Se o outro me toca eu ou eu toco o outro, devo faze-lo com a reverência própria de quem entra num santuário à procura do sagrado.</span><a title="_ftnref19" name="_ftnref19" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftn19"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: 'Times New Roman'">[19]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black"><span> </span></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">Esse estilo poético, marcado por reflexões que transcendem a teoria e se desenvolve em direção ao sagrado, é evidenciado pelo estilo literário de Ponciano, e, em sua última obra<span> </span>&#8220;Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestaltica de falar do espaço e do tempo vividos&#8221; (2006) ganha uma forma livre, voltada para a narrativa do cotidiano, através de contos, crônicas, reflexões de pensamento livre em articulação com o vivido. Tais reflexões articulam temas da religião (cristianismo), espiritualidade, viagens (Santiago de Compostela), em conexões com a natureza, holismo e totalidade.</span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"></span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"></span><span style="color: black">Por último, mas não menos importante, <strong>Jean Clark Juliano</strong>, uma das pioneiras da GT no Brasil, traz em diversos artigos essa história por ela vivida, refletindo pelo caminho trilhado no Brasil, pontuando seus conflitos, buscas por aprofundamento teórico, tentativas e erros. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">Em seu livro “A Arte de Restaurar Histórias” (1999), ela trata do trabalho do psicólogo, utilizando como metáfora a imagem do terapeuta como artesão que cria colchas a partir dos retalhos de vida de seus clientes. Retalhos que são fragmentos de histórias. Nesta obra, também, num estilo próprio, ela traz cartas, reflexões, memórias, memórias da GT brasileira, um olhar sobre o envelhecimento, sobre a morte, o luto. Temas gerais sob uma perspectiva não teórica, poética, através de um olhar sobre o mundo e a vida.</span></span><span style="font-size: 10pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">Estes autores brasileiros, c</span><span style="color: black">ada qual com sua especificidade, com seu &#8220;estilo&#8221; próprio, faz articulações entre fantasia, ficção e autobiografia, numa proposta que transcende o campo da teorização e adentra uma metapsicologia, uma reflexão sobre a vida e a existência, sobre o ser pessoa, o ser psicólogo, num processo de construção e desconstrução de significados.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">CONCLUSÃO</span></span></strong><br />
<span style="color: black"><br />
<span style="font-family: Times New Roman;">Concluo, então, este trabalho, que antes de tudo defino como uma <em>tentativa</em> de abrir uma via de articulação possível entre Gestalt-Terapia e a literatura, buscando compreender vínculos existentes entre a experiência vivida e significada e as construções poéticas e narrativas dos relatos autobiográficos presentes em obras da Psicologia Humanista e Gestalt-Terapia. </span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black"><span> </span></span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">Acredito que estes registros por mim sumariados seriam embriões para um possível uso da literatura enquanto momento de contato e <em>awareness</em> da pessoa consigo mesma e com sua história de vida, significada e ressignificada no momento da escrita, nas construções e reconstruções do si-mesmo.</span><span style="color: blue"></span></span><span style="color: blue"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></span><span style="color: black"><strong></strong></span><span style="color: black"><strong></strong><strong></strong></span><br />
<span style="color: black"><strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:</span></span></strong><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">BARROS, P. (1994). <em>Narciso, a bruxa e outras histórias psi. </em>- São Paulo: Summus. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">__________. (2006). Amor e ética. &#8211; São Paulo: Summus. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">BOAINAIN JR, E.(1998) <em>Tornar-se transpessoal: transcendência e espiritualidade na obra de Carl Rogers.</em> São Paulo: Summus.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">CARMO, P. S. do. (2003). <em>Culturas de rebeldia,: a juventude em questão.</em> 2ª ed. São Paulo: Editora SENAC São Paulo.</span><span style="color: black"></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">EISNER, L. H. (1985). <em>A Tela Demoníaca: As influências de Max Reinhardt e do Expressionismo</em>. Rio de Janeiro: Paz e Terra: Instituto Goethe.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">GONÇALVES, C. S.; WOLF, J. R.; ALMEIDA, W. C. de. (1988) <em>Lições de Psicodrama: introdução ao pensamento de J. L. Moreno.</em> São Paulo: Agora.<span> </span></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">JULIANO, J. C. (1999) A arte de restaurar histórias: libertando o diálogo. &#8211; São Paulo: Summus. </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"></span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">__________. (2004) “Gestalt-terapia: revisitando as nossas histórias”. In: <em>IGT na Rede, </em><span></span></span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><em><span style="color: black">Revista Virtual</span></em><span style="color: black">.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">KEROUAC, J. (1985). <em>Big Sur</em>. São Paulo: Editora Brasiliense S.A., p. 24-25.<span> </span></span><span style="color: black"></span></span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;">KIYAN, A. M. M. (2006) <em>E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls.</em> São Paulo: Editora Altana.</span></span><span style="color: black" lang="EN-US"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black" lang="EN-US">MELNICK, J. (1997) “Editorial” In: <em>Gestalt Review</em>, 1(3): 185-189, 1997</span><span style="color: black" lang="EN-US"></span></span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%" lang="EN-US"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;">NAZARIO, L. (1999). “A Revolta Expressionista”, in <em>As sombras Móveis</em>. Belo Horizonte: Editra da UFMG/mídia@rte, 1999.<span> </span>Ampliado e disponível no site: </span><a href="http://www.expressionismo.pro.br/express.html"><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">http://www.expressionismo.pro.br/express.html</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">.<span> </span></span></span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;">PERLS, F. S. (1979). <em>Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo.</em> São Paulo: Summus.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">ROGERS, C. (1976) <em>Tornar-se pessoa.</em> &#8211; São Paulo: Martins Fontes. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">__________. (1983) <em>Um jeito de ser.</em> São Paulo: EPU.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">__________ e STEVENS, B. (1976). <em>De pessoa para pessoa: o problema de ser humano, uma nova tendência na psicologia </em>- São Paulo: Thompson Pioneira. </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">ROGERS, N. (1993). <em>A mulher emergente: uma experiência de vida.</em> São Paulo: Martins Fontes, 1993.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;">STEVENS, B. (1978). Não <em>apresse o rio: ele corre sozinho.</em> São Paulo: Summus.</span></span><span style="color: black"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black">TELES, G. M. (1999). <em>Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro</em>. Petrópolis: Editora Vozes.</span><span style="color: black"></span></span><span style="font-size: 12pt; text-transform: uppercase; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 12pt; text-transform: uppercase; color: black; line-height: 150%">Von Zuben</span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"> (1990), “Jacob Levy Moreno e Martin Buber: um encontro”, in: <em>O Psicodramaturgo J. L. Moreno, 1889-1989</em>. São Paulo: Casa do Psicólogo</span></span><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%">WOOD. J. K. (1985). <em>Vestígios de espanto: notas de fins fé semana de um psicólogo.</em> São Paulo: Agora, 1985. </span><strong><span style="font-size: 12pt; color: black; line-height: 150%"></span></strong></span></p>
<hr size="1" />
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn1" name="_ftn1" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> Cf. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn2" name="_ftn2" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[2]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> TELES, G. M. (1999). <em>Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro</em>. Petrópolis: Editora Vozes. p. 111.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn3" name="_ftn3" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[3]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> TELES, G. M. (1999). <em>Op. Cit. </em>p. 105. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><a title="_ftn4" name="_ftn4" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref4"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[4]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> NAZARIO, L. (1999). “A Revolta Expressionista”, in <em>As sombras Móveis</em>. Belo Horizonte: Editora da UFMG/mídia@rte, 1999.<span> </span>Ampliado e disponível no site: <span style="color: black"><a href="http://www.expressionismo.pro.br/express.html"><span style="color: black">http://www.expressionismo.pro.br/express.html</span></a>.</span><span> </span></span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><a title="_ftn5" name="_ftn5" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref5"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[5]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> Max Reinhardt é apontado por Einser (1985),<span> </span>não como expressionista, mas como impressionista, tendo resistido a inovações propostas pelos jovens artistas expressionistas.<span> </span>Cf. EISNER, L. H. (1985). <em>A Tela Demoníaca: As influências de Max Reinhardt e do Expressionismo</em>. Rio de Janeiro: Paz e Terra: Instituto Goethe. P. 45-46. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn6" name="_ftn6" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref6"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[6]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> Esse mesmo local é apontado no texto de Nazario (1999) local de reunião de intelectuais e artistas expressionistas, sob o nome de <em>Café des Westerns</em> ou “do Ocidente”.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn7" name="_ftn7" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref7"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[7]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> PERLS, F. S. (1979). Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo. São Paulo: Summus. P. 74-75.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn8" name="_ftn8" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref8"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[8]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> NAZARIO, L. (1999). Op. Cit. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify"><a title="_ftn9" name="_ftn9" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref9"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[9]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> GONÇALVES, C. S.; WOLF, J. R.; ALMEIDA, W. C. de. Licções de Psicodrama: introdução ao pensamento de J. L. Moreno. São Paulo: Agora, 1988.<span> </span>Conforme os autores desse livro, Moreno teria colaborado na Daimon Maganize juntamente com Martin Buber, Max Scheller, Jacó Wasserman e Kafka. Há, no entanto, impasse quanto à veracidade da contribuição de Buber para essa revista e do possível contato estabelecido entre ele e Moreno, conforme apresentado no artigo de Von Zuben (1990), “Jacob Levy Moreno e Martin Buber: um encontro”, in: O Psicodramaturgo J. L. Moreno, 1889-1989. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1990, p. 106-118.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn10" name="_ftn10" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref10"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[10]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> KIYAN, A. M. M. E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls. São Paulo: Editora Altana. P. p. 57-59.</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn11" name="_ftn11" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref11"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[11]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> Ibid, p. 27. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn12" name="_ftn12" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref12"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[12]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> BOAINAIN JR, E. Tornar-se transpessoal: transcendência e espiritualidade na obra de Carl Rogers. São Paulo: Summus, 1998, p. 28. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn13" name="_ftn13" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref13"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[13]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> CARMO, P. S. do. Culturas de rebeldia,: a juventude em questão. 2ª ed. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2003. p. 28. </span></p>
<p id="ftn14"><a title="_ftn14" name="_ftn14" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref14"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[14]</span></span></span></span></a><span lang="EN-US"><span style="font-family: Times New Roman;"> MELNICk, J. Editorial In: Gestalt Review, 1(3): 185-189, 1997. </span></span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn15" name="_ftn15" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref15"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[15]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> KEROUAC, J. (1985). Big Sur. São Paulo: Editora Brasiliense S.A., p. 24-25.<span> </span></span></p>
<p id="ftn16"><a title="_ftn16" name="_ftn16" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref16"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[16]</span></span></span></span></a><span lang="EN-US"><span style="font-family: Times New Roman;"> C. f. KYIAN, Op. Cit. p. 83. </span></span></p>
<p id="ftn17"><a title="_ftn17" name="_ftn17" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref17"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[17]</span></span></span></span></a><span lang="EN-US"><span style="font-family: Times New Roman;"> Cf. BOAINAIN JR. Op. cit. p. 24-27.</span></span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn18" name="_ftn18" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref18"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[18]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> Cf. JULIANO, J. C. “Gestalt-terapia: revisitando as nossas histórias”. In: IGT na Rede, Revista Virtual, 2004. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><a title="_ftn19" name="_ftn19" href="http://lfcalaca.com/wp-admin/#_ftnref19"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size: 10pt; font-family: 'Times New Roman'">[19]</span></span></span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> RIBEIRO, J. P. (1997). O Ciclo do Contato. São Paulo: Summus. </span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;">_______________________</span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> </span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: medium;"><strong>*Artigo publicado na revista IGTnaREDE, de 2009, sob o título <em>Gestalt,          literatura e “literatura gestáltica”: expressionismo,          contracultura e narrativas autobiográficas</em>. Disponível para ser baixada no formato PDF em </strong></span><strong>http://www.igt.psc.br/ojs/viewarticle.php?id=231</strong><span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"> </span></p>
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		<title>Gestalt e Literatura: uma proposta de articulação</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 12:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[- proposta de trabalho para o XI Encontro/VIIICongresso de Gestalt-Terapia &#8211; Rio de Janeiro &#8211; Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior RESUMO: Este trabalho tenta estabelecer um paralelo entre GT e literatura, relacionando as origens da GT com o expressionismo alemão e o movimento beat americano dos anos 60, analisando traços literários presentes nas narrativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>- proposta de trabalho para o XI Encontro/VIIICongresso de Gestalt-Terapia &#8211; Rio de Janeiro &#8211; </em></p>
<p><strong><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></strong></p>
<p><strong>RESUMO:</strong><br />
<em>Este trabalho tenta estabelecer um paralelo entre GT e literatura, relacionando as origens da GT com o expressionismo alemão e o movimento beat americano dos anos 60, analisando traços literários presentes nas narrativas autobiográficas e teorizações em GT e refletindo sobre a atual produção de uma &#8220;literatura gestalt&#8221; brasileira.</em></p>
<p>Durante os mais de trinta anos de Gestalt-Terapia no Brasil observamos uma grande preocupação dos gestalt-terapeutas no sentido de tornar evidente a consistência da abordagem através da exploração e explicitação de suas bases filosóficas e fundamentação teórica, bem como a questão da técnica clínica e ou instrumentais, o que teria repercutido de forma evidente nas produções de mestrado e doutorado nos últimos 30 anos (HOLANDA, A. F. e KARWOWSKI, S. L., 2004). Esses anseios de fundamentação da abordagem vêm da demanda dos gestalt-terapeutas de dar mais legitimidade à GT no campo das práticas psi, buscando tornar mais consistente sua formação profissional (FRAZÃO. L. M. in CIORNAI, S., 1995).</p>
<p>Neste trabalho, no entanto, proponho trilhar um caminho distinto, tentando estabelecer uma articulação que considero ainda pouco explorada nas investigações empreendidas sobre a abordagem. Trata-se de traçar possíveis relações entre a Gestalt-Terapia e a literatura.</p>
<p>Na própria Psicologia a articulação com a literatura ainda é pouco explorada, ou é feita principalmente pela Psicanálise, que tende a trabalhar com aspectos ligados a projeção e sublimação dos desejos do autor, num enfoque que enfatiza aspectos de sua personalidade e/ou possíveis efeitos catárticos sobre o leitor (LEITE, 1962).</p>
<p>Proponho, então, uma leitura indireta, levando em consideração três contextos e momentos histórico-culturais distintos: 1) o pós 1º Guerra Mundial e emergência do movimento expressionista alemão; 2) os EUA das décadas de 60-80, envolvendo o movimento da contracultura, a emergência da Psicologia Humanista e a literatura beat, e 3) o Brasil da década de 90 à atualidade.</p>
<p>A primeira articulação, situada no contexto da Alemanha pós 1ª Guerra Mundial, diz respeito ao impacto do expressionismo sobre a primeira etapa da vida de Perls, geralmente associada à sua participação no teatro de Max Reinhardt (PERLS, 1979), e ao contato com S. Friedlaender, grande influenciador de Perls através de sua filosofia da Indiferença Criativa (PERLS, 1979 e 2002; STEVENSEN, 2004). O que geralmente é pouco considerado é a participação de Friedlaender como parte desse movimento expressionista, sob o pseudônimo de Mynona.</p>
<p>Não pretendo me aprofundar muito nesse recorte, proponho apenas para a conexão que há entre a poesia expressionista em seus fundamentos e uma dimensão vivencial e fenomenológica da poesia, conforme se apresentada de forma implícita no manifesto &#8220;Expressionismo na poesia&#8221; de Kasimir Edschmid (TELLES, 1997).</p>
<p>A segunda articulação, na qual pretendo me deter mais extensamente, relaciona-se às narrativas e relatos autobiográficos produzidos tanto na Gestalt-Terapia, quanto em representantes da Psicologia Humanista. Dentre essas obras situo &#8220;Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo&#8221; (1969), a autobiografia do Fritz Perls, escrita em Esalen, na qual ele narra passagens de sua vida e realiza reflexões sobre a Gestalt-Terapia e &#8220;Não Apresse o Rio: ele corre sozinho&#8221; (1970) de Barry Stevens, que envolve um relato em primeira pessoa sobre suas experiência no Instituto Gestalt do Canadá em Cowikan, em 1969.</p>
<p>Além dessas duas obras ligadas mais diretamente ao que se poderia chamar de uma &#8220;literatura gestaltica&#8221;, pontuo também o artigo de J. Lederman, &#8220;A cólera e a cadeira de balanço&#8221; (FAGAN e SHEPHERD, 1980), onde esta relata na forma de poesia um caso envolvendo a aplicação de técnicas gestalt com crianças, além de &#8220;clássicos&#8221; de autores humanistas como o &#8220;Tornar-se pessoa&#8221; (1961) de Carl Rogers, os relatos autobiográficos de Barry Stevens contidos no &#8220;De Pessoa para Pessoa&#8221; (1967), além do &#8220;Vestígios de Espanto&#8221; (1985) de John Keith Wood.</p>
<p>O que há em comum entre esses relatos, e que de alguma forma se manifesta em menor escala também em obras teóricas como o &#8220;Gestalt Terapia Integrada&#8221;, dos Polsters (1973; 2001) e o &#8220;Gestalt &#8211; uma terapia do contato&#8221; de Serge e Anne Ginger (1987; 1995), é a dimensão pessoal e autobiográfica que esses autores utilizam ao trazer a esfera do vivido para uma articulação com o pensamento fenomenológico-existencial. Cada qual com sua especificidade, com seu &#8220;estilo&#8221; próprio, faz articulações entre fantasia, ficção e autobiografia, numa proposta que transcende o campo da teorização e adentra uma metapsicologia, uma reflexão sobre a vida e a existência, sobre o ser pessoa, o ser psicólogo, num processo de construção e desconstrução de significados.</p>
<p>A partir dessas obras creio ser possível estabelecer também uma relação com aspectos da contracultura (PEREIRA, 1984), contexto de emergência das abordagens humanistas (CIORNAI, 1995; BOAINAIN JR., 1998), e com o movimento literário beat (BUENO e GÓES, 1984). Esta última relação, por analogia, seria possível principalmente na autobiografia do Perls (1979), posto que esta evidencia uma grande aproximação entre o percurso de vida de Perls e a dos poetas beat americanos, pelo registro das viagens ao redor do mundo, uso de drogas, orientalismo e liberdade sexual.</p>
<p>Creio que, em grande medida, essas obras se encontram um pouco negligenciadas nas discussões atuais na abordagem gestáltica, justamente por seu caráter desatrelado de uma proposta formadora de teorização e fundamentação científica da Gestalt ou da Psicologia Humanista. Acredito que este abandono é perigoso, posto que essa &#8220;literatura&#8221; representa um documento histórico importante para se compreender não só as origens da 3ª Força em Psicologia, como pode conter elementos latentes ainda por serem melhor explorados, principalmente no que tange a relação entre psicologia e literatura.</p>
<p>O terceiro e último ponto que pretendo tratar diz respeito à &#8220;literatura gestaltica&#8221; que emerge atualmente no Brasil, paralelamente ao número significativo de publicações teóricas. Trata-se das obras &#8220;Narciso, a bruxa e outras histórias psi&#8221; (1994) e &#8220;Amor e ética&#8221; (2006) de Paulo Barros, &#8220;A arte de restaurar histórias: libertando o diálogo&#8221; (1999), de Jean Clark Juliano e o &#8220;Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestaltico de falar do espaço e do tempo vividos&#8221; (2006), de Jorge Ponciano Ribeiro.</p>
<p>Proponho com esse trabalho, pois, abrir uma via de articulação possível entre Gestalt-Terapia e a literatura, buscando compreender vínculos existentes entre a experiência vivida e significada e as construções poéticas e narrativas dos relatos autobiográficos presentes em obras da Psicologia Humanista e Gestalt-Terapia. Acredito que estes registros seriam embriões para um possível uso da literatura enquanto momento de contato e awareness da pessoa consigo mesma e com sua história de vida (POLSTER e POLSTER, 2001), significada e ressignificada no momento da escrita, nas construções e reconstruções do si-mesmo.</p>
<p><strong>EQUIPAMENTO UTILIZADO</strong>: data-show.</p>
<p><strong>BIBLIOGRAFIA:</strong></p>
<p>BARROS, P. (1994). Narciso, a bruxa e outras histórias psi. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>BARROS, P. (2006). Amor e ética. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>BOAINAIN JR. E. (1998) Tornar-se transpessoal. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>BUENO, A., GÓES, F. (1984) O que é geração beat. &#8211; São Paulo: Brasiliense.</p>
<p>CIORNAI. S. (org.). (1995) 25 anos: gestalt-terapia, psicodrama e terapias neo-reichianas no Brasil. &#8211; São Paulo: Agora.</p>
<p>EDSCHMID, K. (1918). &#8220;Expressionismo na poesia.&#8221; In: TELLES, G. M. (1997) Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação dos principais poemas, manifestos, prefácios e conferências vanguardistas, de 1857 a 1972. &#8211; Petropolis, RJ: Vozes.</p>
<p>GINGER, S. e GINGER, A. (1995) Gestalt: uma terapia do contato. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>HOLANDA, A. F. e KARWOWSKI, S. L. (2004) &#8220;Produção acadêmica em Gestalt-Terapia no Brasil: analises de mestrados e doutorados.&#8221; In: <em>Psicologia Ciência e Profissão</em>, 2004, 24(2), p. 60-71.</p>
<p>JULIANO, J. C. (1999) A arte de restaurar histórias: libertando o diálogo. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>LEDERMAN, J. &#8220;A cólera e a cadeira de balanço&#8221;. In: FAGAN, J. e SHEPHERD. I. L. (1980) <em>Gestalt-Terapia: teoria, técnicas e aplicações.</em> &#8211; Rio de Janeiro, Zahar Editores.</p>
<p>LEITE, Dante Moreira. (1967) Psicologia e Literatura. &#8211; 2. ed. &#8211; São Paulo: Companhia Editora Nacional/Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>PEREIRA, C. A. M. (1984) O que é Contracultura. &#8211; São Paulo: Brasiliense.</p>
<p>PERLS, F. S. (1979) Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata do lixo. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>PERLS, F. S. (2002). Ego, fome e agressão: uma revisão da teoria e do método de Freud . &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>POLTER, E., POLSTER, M. (2001) Gestalt-Terapia integrada. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO. J. P. (2006) Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestaltico de falar do espaço e do tempo vividos. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>ROGERS, C. (1976) Tornar-se pessoa. &#8211; São Paulo: Martins Fontes.</p>
<p>ROGERS, C. e STEVENS, B. (1976). De pessoa para pessoa: o problema de ser humano, uma nova tendência na psicologia &#8211; São Paulo: Thompson Pioneira.</p>
<p>STEVENS, B. (1978). Não apresse o rio: ele corre sozinho. &#8211; São Paulo: Summus.</p>
<p>STEVENSON, H. (2004). Paradox: A Gestalt Theory of Change. Arquivo formato pdf disponível no site:<br />
<a href="http://www.clevelandconsultinggroup.com/pdfs/paradoxical_theory_of_change_iii.pdf">http://www.clevelandconsultinggroup.com/pdfs/paradoxical_theory_of_change_iii.pdf </a></p>
<p>WOOD. J. K. (1985) Vestígios de espanto: notas de fins de semana de um psicólogo. São Paulo: Agora.</p>
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