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	<title>Luiz Fernando Calaça &#187; Psicanálise</title>
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	<description>Gestalt, Arte e Literatura</description>
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		<title>Psicologia da Gestalt e Gestalt Terapia: uma pesquisa biobibliográfica (em construção).</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre Psicologia da Gestalt. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Fernando Calaça</p>
<p>A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893" target="_blank">Psicologia da Gestalt</a>. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em seus teóricos fundadores de sistemas e correntes teóricas, classicas como o Wundt, <a title="Pavlov" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1705436&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pavlov</a>, <a title="William James" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=282084&amp;ST=SE&amp;fanq=268893">William James</a>, Watson, Titchner, Fechner, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt sempre desperta um certo fascínio nos alunos em início de graduação, principalmente por causa das imagens ligadas a <a title="ilusões de ótica" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21198185&amp;ST=SE&amp;franq=268893">ilusões de ótica</a> e estímulos ambíguos. O que acontece, no entanto, é que esse sistema teórico da Psicologia é, muitas vezes, tido como morto, situado apenas historicamente, sendo suas contribuições tidas como perdidas, devido à crença na ausência de teóricos que dessem continuidade aos estudos da Gestalt.</p>
<p>Certa feita ouvi de um professor meu, quando da época dos concursos para a Universidade do Recôncavo da Bahia, que não havia mais razão de se contratar professores para a disciplina de TSP II &#8211; Teorias e Sistemas Psicológicos II, que trata geralmente da Gestalt e da Fenomenologia, por a Gestalt já não se constituir como um sistema psicológico significativo, sendo, no seu ponto de vista, mais adequado substituir pela Psicologia Cognitiva e Neurociências.</p>
<p>É verdade que muitas faculdades, principalmente as privadas, já não tâm a Psicologia da Gestalt em sua grade curricular, sendo ocupada por disciplinas da <a title="Psicologia Cognitiva" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=232184&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Cognitiva</a> e <a title="Neurociências" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21362531&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Neurociências</a>. Não nego a importancia de se estudar essas dsciplinas, mas me incomoda, no entanto, se ignorar a contribuição direta dos teóricos da Gestalt para essas duas disciplinas, tanto pelo pioneirismo nas pesquisas psicológicas nessas áreas, como pela assimilação de seus estudos e conceitos dos campos da <a title="percepção" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117675&amp;ST=SE&amp;franq=268893">percepção</a>, <a title="aprendizagem" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=136345&amp;ST=SE&amp;franq=268893">aprendizagem</a>, <a title="memória" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=154177&amp;ST=SE&amp;franq=268893">memória</a> e resolução de problemas &#8211; temas clássicos da Psicologia da Gestalt.</p>
<p>Um outro grande equívoco que vejo acontecer é reduzir a contribuição da Psicologia da Gestalt a esses temas de pesquisa, ignorando-se as contribuições nos campos da <a title="Psicologia Social" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=54009&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Social</a>, <a title="Psicologia Ambiental" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=231134&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Ambiental</a>, <a title="Psicologia do Desenvolvimento" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117692&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia do Desenvolvimento</a>, <a title="Psicologia da Arte" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=7106&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Arte</a>, além da influencia exercida e, outras áreas de conhecimento e prática como as Artes Plásticas, Arquitetura, <a title="Design" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Design</a>, Comunicação, <a title="Pedagogia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1448406&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pedagogia</a> e Ciências da Computação. Esse equívico se dá, principalmente, por restringirem a compreensão da Psicologia da Gestalt aos três teóricos da Escola de Berlim: o Max Wertheimer, o Kurt Koffka e o Wolfgang Kohler.</p>
<p>Somente em 2006, quando da vinda do teórico estoniano Jaan Valsiner &#8211; teórico estudioso principalmente da obra de Vygotsky -, para dar seminários sobre Psicologia Cultural, na UFBa, foi que fiquei sabendo da existência daz 3 Escolas da Gestalt: as escolas de Graz, de Berlim e de Leipzig. Essas escolas são citadas nas obras de <a title="História da Psicologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=261929&amp;ST=SE&amp;franq=268893">História da Psicologia</a> do Schultz e Schultz, <a title="Teorias e Sistemas Psicológicos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=60251&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Teorias e Sistemas Psicológicos</a> de Max e Hillix, e no artigo do Arno Engelmann sobre a &#8220;Psicologia da Gestalt e a ciência empírica comtemporânea&#8221;, que a meu ver é o melhor e mais completo artigo sobre a Psicologia da Gestalt já escrito em lingua portuguesa.</p>
<p>Outra confusão que acontece é a de confundir a Psicologia da Gestalt com a Gestalt-Terapia. Quando sou convidado a falar sobre Gestalt, geralmente os professores pensam na Psicologia da Gestalt e não na Gestalt Terapia, ou tem-se a crença de que a Gestalt Terapia é uma aplicação direta dos conceitos &#8211; e das imagens de ilusão de ótica &#8211; da Psicologia da Gestalt na prática clínica. O que desconhecem é que, apesar de sofrer influência direta das teorizações da <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Gestalt</a>, a <a title="Gestalt Terapia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=3454&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Gestalt Terapia</a> é uma abordagem humanista, fenomenológico existencial.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt é, fundamentalmente, um campo de pesquisa experimental, com procedimentos realizados em laboratório, diferente de uma abordagem eminentemente clínica como a Gestalt Terapia. É inegável que muitos conceitos são assimilados no jargão da Gestalt-Terapia nas teorizações da abordagem, <a title="conceitos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">conceitos</a> como figura-fundo, pregnância, &#8220;boa forma&#8221;, homeostase, auto-regulação organísmica, campo, etc. Todos esses conceitos foram desenvolvidos por teóricos da Psicologia da Gestalt, e das teorias de base gestáltica, como a Teoria de Campo do Kurt Lewin e a Teoria Organísmica do Kurt Goldstein.</p>
<p>A contribuição da Psicologia da Gestalt para a Gestalt-Terapia se deu principalmente pela ligação de seus criadores aos estudos da Psicologia da Gestalt, ainda na Alemanha. O <a title="Fritz Perls" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fritz Perls</a> foi assistente nas pesquisas neurocientíficas com lesionados de guerra do Kurt Goldstein, e a Lore Perls, além de ter sido aluna do Goldstein, defendeu sua monografia de doutoramento sob a orientação do Max Wertheimer.</p>
<p>Além dessas influências teóricas, a Gestalt Terapia tem fundamentação teórico-filosófica na <a title="Fenomenologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21392571&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fenomenologia </a>do Husserl, no <a title="Existencialismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1594893&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo</a> de Sartre, no <a title="Existencialismo Dialógico" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=107261&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo Dialógico</a> de Martin Buber, no <a title="Holismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=36111&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Holismo</a> de Cristian Smuts, na <a title="Psicanálise de Freud" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1471668&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Psicanálise de Freud</a>, Otto Rank, Karen Horney, na <a title="Bioenergética" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176732&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Bioenergética</a> de Reich, no <a title="Zen-budismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=6961&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Zen-budismo</a> e no <a title="Taoísmo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=144977&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Taoísmo</a>, no Teatro <a title="Expressionista" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=185298&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Expressionista</a> de Max Reinhardt, no <a title="Psicodrama" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53862&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicodrama</a> de Moreno, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt surge na Alemanha entre fins do século XIX &#8211; quando é cunhado o termo gestaltqualitaten nos escritos sobre as &#8220;qualidades gestalticas&#8221; em esperimentos musicais desenvolvidos pelo Christian von Ehrenfels, da Escala de Graz, publicados em 1890 &#8211; e não apenas com os experimentos do fenômeno phi do Wertheimer, em 1910 . A Gestalt Terapia surge apenas em 1950, nos Estados Unidos, com a reunião do Grupo dos 7 e a publicação do <a title="Gestalt Therapy" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893">Gestalt Therapy</a>, do Perls, Hefferline e Goodman.</p>
<p>Do período entre o contato da Lore e do Fritz Perls com o Kurt Goldstein, e a criação da Gestalt Terapia, há um período de cerca de 30 anos, em que ambos exercem a Psicanálise em seu formato mais ortodoxo, na Africa do Sul e Estados Unidos. Para que a Gestalt Terapia ganhasse corpo foi necessário um longo processo de assimilação e elaboração e conceitos e técnicas, que progressivamente foram se estruturando, passando por reformulações progressicas, até os dias atuais.</p>
<p>Além desses esclarecimentos, que considero fundamentais para que haja a devida diferenciação entre a Psicologia da Gestalt e a Gestalt Terapia, considero importantíssimo que haja um resgate da Psicologia da Gestalt, tanto como sistema teórico, como pelas contribuições que esta dá, efetivamente, às formulações teóricas da Gestalt Terapia. Para isso vejo como de fundamental importância o resgate da produção bibliografica, tanto da Psicologia da Gestalt quanto da Gestalt Terapia, submetendo-a a análise dos conceitos, campos de influência e desdobramentos.</p>
<p>Até o momento, tenho feito de forma independente apenas a coleção dessas obras e organização de uma bibliografia sobre o tema. A grande maioria dessas obras estão esgostadas ou não estão traduzidas para a lingua portuguêsa. Através dessa bibliografia é possível reconstruir a história da Psicologia da Gestalt através dos autores, dos temas estudados, dos conceitos elaborados e das articulações com outras teorias e campos de conhecimento.</p>
<p>Ter acesso a esse material mostra a diversidade da Gestalt e o caráter múltiplo e dinâmico de seus desdobramentos, sua atualidade e vivacidade enquanto campo de pesquisa. Diferentemente de algumas aborgadens psicológicas que acabam restritas a autores canônicos, a Psicologia da Gestalt se adaptou à tradução da cultura alemã para a americana, ampliou seus horizontes e adaptou-se às demandas sociais e históricas emergêntes, saindo de um campo meramente teórico para a aplicação.</p>
<p>Também consta, neste levantamento bibliográfico, artigos em língua inglesa contidos em site e disponíveis na internet, tanto em formato HTML quando em PDF. Algumas referências já contêm os links para artigos ou para os sites que têm a obra para ser baixada da internet.</p>
<p>Essa pesquisa não se propõe exaustiva e está sempre em curso, à medida que encontro títulos disponíveis tanto para serem adquiridas na sua forma impressa quanto digital.</p>
<p>Segue listagem de livros em anexo, que, a medida do possível, irei comentando.</p>
<p>(Quem tiver alguma outra obra de Psicologia da Gestalt ou Gestalt Terapia cuja referência não conste nessa listagem &#8211; sei que existem ainda algumas obras que não consegui obter sequer a referência &#8211; e puder fornecer a referência ou doar a obra impressa, peço que entre em contato comigo).</p>
<hr /> 1. BIBLIOGRAFIA DE GESTALT TERAPIA</p>
<p>AGUIAR, Luciana. (2005). <strong>Gestalt-terapia com crianças: teoria e prática.</strong> Editora Livro Pleno.</p>
<p>ATIENZA, Marta. (1987). Estratégias em psicoterapia guestáltica. Psicoterapia de grupos, Psicoterapia de parejas, Dinâmica guestáltica. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión.</p>
<p>BARROS, Paulo. (1994) <strong>Narciso, a bruxa, o terapeuta elefante e outras histórias psi</strong>. São Paulo: Summus.</p>
<p>BARROS, Paulo. (2006) <strong>Amor e ética.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>BEISSER, Arnold. R. (1989). <strong>Flying without wings: personal reflections on being disabled.</strong>  New York, London, Toronto, Sydney, Auckland: Doubleday.</p>
<p>BRITO, Maria Alice Queiroz de. (Lika Queiroz). (2003). <strong>“Psicoterapia de curta duração sob o enfoque da gestalt terapia”.</strong> In: MATA, Caroline Sampaio; VILAS-BOAS, Celso Augusto Brito; RIBEIRO, Jorge Luis Lordelo de Sales (org.); NASCIMENTO, Eliane Maria Vasconcelos do. (coordenadora). <strong><em>Coletânea do Serviço de Psicologia Prof. João Ignácio de Mendonça – UFBA.</em></strong> Salvador, 2003.</p>
<p>BROWN, George Isaac. (1976). <strong>The live class room: innovation thrugh confluente education and gestalt. </strong>Penguin Books.</p>
<p>BRUNS, M. A. de T. &amp; HOLANDA, A. F. (org.) (2001). <strong>Psicologia e pesquisa fenomenológica: reflexões e perspectivas.</strong> São Paulo: Ômega Editora.</p>
<p>BUROW, Olaf-Axel &amp; SCHERPP, Karlheinz. (1985). <strong>Gestaltpedagogia: uma caminho para a escola e a educação. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CALVO, Cristiane; ODDONE, Hugo Ramón Barbosa &amp; NASCIMENTO, Maria Rosália do.  (s/d) <strong>Cinema e ajustamentos criativos: iluminando gestalticamente o escurinho do cinema.</strong> Editora Livro Pleno. Série Gestalt Terapia. </p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2002).  <strong>A construção do psicoterapeuta: uma abordagem gestaltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (1994).  <strong>O amor na relação terapêutica: uma visão gestáltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2009).  <strong>Laços e nós: amor e intimidade nas relações humanas.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (1995). <strong>25 anos depois:gestalt-terapia, psicodrama e terapias neo-reichianas no Brasil.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: arteterapia gestaltica, arte em psicoterapia, supervisão em arteterapia. São Paulo: Summus.</strong></p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário, trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p> CIORNAI, Selma (org.) (2005). <strong>Percursos em Arteterapia: Arteterapia e Educação; Arteterapia e Saúde. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CREMA, Roberto. (1985). <strong>Análise transacional centrada na pessoa&#8230; e mais além. </strong>São Paulo: Agora, 2ª ed.</p>
<p>D’ACRI, Gladys, LIMA, Patrícia (Ticha), ORGLER, Sheila. (org.) (2007). <strong>Dicionário de Gestalt-Terapia: “Gestaltês”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>DUSEN, Wilson Van (1972) <strong>Os caminhos do mundo interior: como atingir as profundezas inexploradas da nossa personalidade.</strong> Rio de Janeiro: Record</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irmã Lee (org.) (1980). <strong>Gestalt-Terapia: teoria, técnicas e aplicações.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irma Lee (org.) (1973) <strong>What is Gestalt Therapy?</strong> New York, Evanston, San Francisco, London: Perennial Library</p>
<p>FRAZÃO, Lílian Meyer &amp; ROCHA, Sérgio Lizias (org.) (s/d) <strong>Gestalt e Gênero: configurações do masculino e do feminino na contemporaneidade.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>FREITAS, Joanneliese de Lucas. (2009) <strong>Experiência de adoecimento e morte: diálogos entre a pesquisa e a Gestalt Terapia.</strong> Curitiba: Juruá</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Ensaios em Gestalt Terapia. Maceió: Pedang.</strong></p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Gestalt Terapia Fenomenológico Existencial.</strong> Maceió: Pedang.</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (1988). <strong>Grupo: Fugacidade, Ritmo e Forma: Processo de grupo e facilitação na Psicologia Humanista.</strong> São Paulo: Agora.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2004). <strong>Uma visão fenomenológica do luto: um estudo sobre as perdas no desenvolvimento humano. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Expandindo Fronteiras: Gestalt-terapia aplicada a vários contextos. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p> FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p>GINGER, Serge &amp; GINGER, Anne. (1995) <strong>Gestalt: uma terapia do contato.  </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>GINGER, Serge. (2007) <strong>Gestalt: a arte do contato: nova abordagem otimista das relações humanas.</strong>  Rio de Janeiro: Vozes.</p>
<p>GIUSTI, Edoardo. (1987). <strong>A arte de separar-se: uma guia para uma separação sem traumas antes, durante e depois.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p> GIUSTI, Edoardo. (1988). <strong>A arte de reencontrar-se, antes de procurar o outro.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1971). <strong>Speaking and language: defence of poetry.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1968). <strong>People or personnel and Like a conquered province.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1962). <strong>Drawing the line: a pamphlet.</strong> New York: Random House.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1977). <strong>Nature Heals: Psychological Essays.</strong> New York: Free Life Editions</p>
<p>GOODMAN, Paul (1979). <strong>Creator Spirit Come! The literary essays of Paul Goodman.</strong> New York: E. P. Dutton.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1994). <strong>Crazy hope and finite experience: final essays of Paul Goodman.</strong> San Francisco Jossey-Bass Inc.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1964). <strong>A armadilha universal.</strong> In: MARIN, Peter; STANLEY, Vincent &amp; MARIN, Kathryn. (1984) <em>Os limites da Educação Escolar.</em> Rio de Janeiro: Fancisco Alves.</p>
<p>GOODMAN, Paul. (1971) <strong>Dos</strong> <strong>temas filosóficos y um ejemplo.</strong> In: JOUVENEL, B. de. GOODMAN, P.; DAIFUKU, H.; DUBOS, R.; BRAUNFELS, W. <em>El entorno del hombre.</em> Buenos Aires: Marymar</p>
<p>GOODMAN, Paul (1969). <strong>Five Years: thoughts during useless time.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1973). <strong>Compulsory miseducation</strong>. Great Britain: Penguin Books.</p>
<p>GUEDES, Abel (2009) <strong>Acorde: conversas &amp; pontos de vista ? experimente experimentos: estratégias e reflexões para atualizar habilidades de relacionamento em tempo de inovações. </strong>São Paulo: Perspectiva.</p>
<p>HOLANDA, Adriano Furtado &amp; FARIA, Nilton Julio de. (org) (2005). <strong>Gestalt-Terapia e contemporaneidade.</strong> Campinas: Livro Pleno.</p>
<p>HOLANDA, Adriano .(org.) (2004). <strong>Psicóloga, religiosidade e fenomenologia</strong>. Campinas/SP: Editora Alínea.</p>
<p>HOLANDA, Adriano. (1998). <strong>Diálogo e psicoterapia: correlação entre Carl Rogers e Martin Buber. </strong>São Paulo:Lemos Editorial.</p>
<p>HYCNER, Richard. (1995)  <strong>De pessoa a pessoa: psicoterapia dialógica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>HYCNER, Richard &amp; JACOBS, Lynne. (1997) <strong>Relação e cura em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus. </strong></p>
<p>JAMES, Muriel &amp; JONGEWARD, Dorothy. (1975) <strong>Nascido para Vencer: Análise transacional com experiências gestalt. </strong>São Paulo: Editora Brasiliense. </p>
<p>JULIANO, Jean Clark. (1999). <strong>A arte de restaurar histórias: liberando o diálogo. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana (2006). <strong>E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls.</strong> São Paulo: Altana.  </p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana &amp; BONANTE, Ricardo. (2006<strong>) Arte como espelho: experimentos em arte-terapia gestaltica.</strong> São Paulo: Altana.</p>
<p>LATNER, Joel. (1974). <strong>The Gestalt Therapy Book.</strong> New York: The Julian Press.</p>
<p>LILLA, Márcia. (2005). <strong>Gestando poesias: uma proposta de resignificação do encontro humano.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>LIMA FILHO, Alberto Pereira. (2002). <strong>Gestalt e sonhos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. (1977). <strong>Gestalt Terapia Explicada: “Gestalt Therapy Verbatim”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>PERLS, Frederick S. (1979). <strong>Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. el all. / STEVENS, John (org.) (1997). <strong>Isto é Gestalt.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Vade-mécum de Gestalt-Terapia: conceitos básicos. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestáltico de falar do espaço e do tempo vividos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1981). <strong>Holismo, Ecologia e Espiritualidade: caminhos de uma gestalt plena. </strong>Petropolis: Vozes.</p>
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<p>TELLEGEN, Therese A. (1984) <strong>Gestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmica.</strong>  São Paulo: Summus.</p>
<p>TRINDADE, Leda Delmondes. (2006) <strong>Adoecer: opção por uma construção bélica.</strong> São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira.</p>
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<p>ZORZI, Cleufe Maria Perazzolo de. (1991) <strong>Nós, as crianças: uma abordagem gestáltica em psicologia infantil.</strong> São Paulo: Manole.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(REVISTAS DE GESTALT-TERAPIA)</strong></p>
<p><strong>Revista de Gestalt.</strong> São Paulo: Instituto Sedes Sapientae. Ano II, Vol. 2, 1992.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (1.: 2004: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2004.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (3.: 2006: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2006.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</p>
<p><strong>Revista do III Encontro da Abordagem Gestáltica. Seu corpo teórico e prático. </strong>(3.:1997, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1997.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do V Encontro da Abordagem Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</p>
<p><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.: 2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2001. </p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2002. </p>
<p><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica. A emergência da totalidade. </strong>(9.: 2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003. </p>
<p><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2004. </p>
<p><strong>XI</strong> <strong>Encontro da Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>– Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.: 2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>2. Bibliografia da GESTALTISMO (Gestalt Theory)</strong></p>
<p>ARNHEIM, Rudolf. (1992) <strong>Arte &amp; percepção visual: uma psicologia da visão criadora</strong>. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.</p>
<p>ASCH, Solomon E. (1977) <strong>Psicologia Social.</strong> São Paulo: Companhia Editora Nacional</p>
<p>BÜHLER, Karl (1965). <strong>Psicologia de la forma: cibernética y vida.</strong> Madrid: Ediciones Morata.</p>
<p>DELACRIX, H.;  CASSIRER, E.; GOLDSTEIN, K. at all. (1967). <strong>Psicologia del linguaje.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>DONZELLI, Telma. (1980). <strong>O Gestaltismo: ensaio sobre uma filosofia da Forma.</strong> Rio de Janeiro: Edições Antares.</p>
<p>EHRENZWEIG, Anton. (1977). <strong>Psicanálise da percepção artística.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. (1972). <strong>Psicologia Estrutural em Kurt Lewin. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes Limitada.</strong></p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1961). <strong>La</strong> <strong>natureza humana a la luz de la psicopatologia.</strong> Buenos Aires: Paidos.</p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1963). <strong>The Organism.</strong> Boston: Beacon Press</p>
<p>Gomes Filho, J. (2000) <strong>Gestalt do objeto : sistema de  leitura visual da forma.</strong> São Paulo : Escrituras. </p>
<p>GUILLAUME, Paul. (1966). <strong>Psicologia da forma.</strong> São Paulo: Editora Nacional.</p>
<p>HALL, C.S. E INDZEY, G. (1971). <strong>Teorias da personalidade.</strong> São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HEIDBREDER, Edna. (1960) <strong>Psicologias del siglo XX</strong>. Argentina: Paidos</p>
<p>HEIDER, Fritz. <strong>Psicologia das relações interpessoais.</strong> São Paulo: Livraria Pioneira Editora: Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HERRNSTEIN, R. J. &amp; BORING, E. G. (1971) <strong>Textos básicos de história da psicologia. </strong>São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo</p>
<p>KATZ, David (1967). <strong>Psicologia de la forma (Gestaltpsychologie</strong>). Madrid: Espasa-Calpe, S.A.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (1975). <strong>Princípios da psicologia da Gestalt.</strong> São Paulo, Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>KOFFKA, K. (1926). <strong>Bases de la evolucion psíquica: una introducion a la psicologia infantil.</strong> Madrid: Revista de Ocidente.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (s/d). <strong>La teoria de la estructura (la psicologia novisima)</strong>. Madrid: Ediciones de la lectura.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1980). <strong>Psicologia da Gestalt.</strong> Belo Horizonte: Editora Itatiaia. Ltda.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1978) / Engelmann, Arno (org.). <strong>Köhler.</strong> São Paulo: Ática.</p>
<p>KÖHLER, W., KOFFKA, K. &amp; SANDER, F. (1973) <strong>Psicología de la forma.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1962). <strong>Dinámica en psicología. </strong>Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Problemas de Dinâmica de Grupo.</strong> São Paulo: Editora Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1975). <strong>Teoria dinâmica da personalidade.</strong> São Paulo: Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Princípios de Psicologia Topológica.</strong> São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1965). <strong>Teoria de Campo em Ciência Social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. </strong></p>
<p>LUCHINS, Abraham S. (1970). <strong>Psicoterapia de grupo: um guia.</strong> São Paulo: Cultrix</p>
<p>MARX, Melvin H. &amp; HILLIX, William A. (1973). <strong>Sistemas e teorias em psicologia. São Paulo: Cultrix</strong></p>
<p>METZGER, Wolfgang. (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder.</p>
<p>OSTROWER, Fayga. (1987). <strong>Criatividade e processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</p>
<p>PAVLOV, Ivan Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1966) <strong>Percepção e aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1982). <strong>Percepção e realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda.</p>
<p>RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília DF: CFP.</p>
<p>RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd.</p>
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<p>SIMÕES, Edda A. Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</p>
<p>TARAGANO, Fernando. (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico: Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidos.</p>
<p><strong>Jornal Brasileiro de Psicologia.</strong> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>ENGELMANN. A. <strong>A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea.</strong> (arquivo pdf)</p>
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<p>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank"><strong>Human Nature: in The Light of Psycopathology.</strong>  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press.  </a></p>
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<p>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank"><strong>Documents Of Gestalt Psychology</strong> Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></p>
<p>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank"><strong>Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. </strong>Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></p>
<p>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank"><strong>Psychological atlas : with 400 illus.</strong> New York, Philosophical Library</a></p>
<p>Koffka, K. (1922).<strong> Perception: An introduction to the <em>Gestalt-theorie</em></strong> (arquivo word)</p>
<p>Koffka K.(1928<strong>) On the Structure of the Unconscious</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Köhler, W. (1929,1971) <strong>An old pseudoproblem</strong> (arquivo word)</p>
<p>Köhler, W. (1959) <strong>Gestalt Psychology Today</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank"><strong>The Place Of Value In A World Of Facts</strong> London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank"><strong>Principles Of Topological Psychology.</strong>  New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory Of Personality: select papers. </strong>New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>LIMA, P. V. de A. <strong>Teoria Organísmica.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>MEDITSCH, E.<strong> O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank"><strong>The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. </strong>London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></p>
<p>Wertheimer, M. (1923). <strong>Laws of Organization in Perceptual Forms</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>3. LINKS DE ARTIGOS CONTIDOS EM SITES DE INSTITUIÇÃOS INTERNACIONAIS</p>
<p>The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</p>
<p>      Site: <strong><a href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></strong></p>
<p>      Data de criação: 1978</p>
<p>      Idiomas: alemão, inglês, italiano, francês</p>
<p>      Categoria: Site de sociedade científica</p>
<p>Descrição: The Society for Gestalt Theory and its Applications (GTA) is a scientific association established for thepurpose of promoting the Gestalt-theoretical perspective in research and practice. It was founded in 1978, and since then has grown to include many members from European countries and throughout the world. Most of the members are psychologists and psychotherapists, but the membership also contains researchers from many other disciplines as well. </p>
<p>Obras encontradas: </p>
<p>Arnheim, Rudolf (1999). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Brown, Junius F. (1937). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Duncker, Karl. (1941/42) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941) <strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank"><strong>Abstract and Concrete Behavior</strong> </a>Henle, Mary (1975). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Henle, Mary (1962). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></strong><strong></strong></p>
<p>Hornbostel Erich M. von (1927). <strong><a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank"><strong>Principles of Gestalt Psychology</strong> (Chapter I: Why Psychology?)</a><strong></strong></p>
<p>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank"><strong>An Old Pseudoproblem</strong> (<em>Ein altes Scheinproblem</em>, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a> <strong></strong></p>
<p>Levy, Erwin (1936). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Levy, Erwin (1943). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory of Personality </strong>(Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a> <strong></strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1941). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1948). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959<strong>). </strong><strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1993). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank"><strong>On Schulte, Wertheimer, and Paranoia <br />
</strong>(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a> <strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></strong><strong></strong></p>
<p>Maibaum, Matthew (1992). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></strong> <strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1972). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1974). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Tholey, Paul (1989). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></strong><strong></strong></p>
<p>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank"><strong>Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy </strong>(translation of 1981 German original version)</a> <strong></strong></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a> </strong><strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank"><strong>Understanding Psychotics&#8217; Speech</strong> &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a> <strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank"><strong>More on Psychotics&#8217; Speech </strong>- A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a><strong></strong></p>
<p>Zanforlin, Mario. (2004). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank"> </a></strong><strong></strong></p>
<p> <br />
 </p>
<p>Classics in the History of Psychology</p>
<p>      Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></p>
<p>      Data de criação:</p>
<p>      Língua:</p>
<p>      Categoria: Site de indexação de textos clássicos da Psicologia.</p>
<p>      Descrição: An internet resource developed by <a href="mailto:christo@yorku.ca" target="_blank">Christopher D. Green,  York University, Toronto, Canada. ISSN 1492-3173 </a></p>
<p>      Obras encontradas (Brentano, Fenomenologia e Teoria da Gestalt):</p>
<p>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank"><strong>Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank"><strong>The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge).</strong> [A late work from the founder of phenomenology.] </a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937b). <strong><a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank"><strong>Perception: An introduction to the Gestalt-theorie.</strong> Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></p>
<p><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank"><strong>Introduction to Koffka </strong>(1922) by Christopher D. Green. </a></p>
<p>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank"><strong>Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . </strong>(The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></p>
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<p>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. </strong>(German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank"><strong>The World of the Child.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></p>
<p>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank"><strong>The analysis of sensations</strong> (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></p>
<p>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank"><strong>The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank"><strong>On seen motion</strong> (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></p>
<p>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank"><strong>Autobiography of Carl Stumpf. </strong>In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></p>
<p>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank"><strong>Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology</strong>. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank"><strong>Laws of organization in perceptual forms</strong>. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank"><strong>Gestalt theory.</strong> (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></p>
<p><a href="http://www.fordham.edu/halsall/mod/1860wilberforce-darwin.html" target="_blank">Wundt, Wilhelm. (1897). <strong>Outlines of psychology (Introduction).</strong> (The Value of Knowledge). [The major textbook on Wundt mature approach to psychology.] </a></p>
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<li>CIORNAI,      Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em      Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário,      trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São      Paulo: Summus.</li>
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<li>FUKUMITSU,      Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e      Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</li>
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<li>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.)      (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão      gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</li>
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<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem      Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da      psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia,      GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</li>
</ul>
<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do V Encontro da Abordagem      Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem      Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.:      2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</li>
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<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos      humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2001.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o      risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2002.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica.      A emergência da totalidade. </strong>(9.:      2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O      aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO).      Goiânia: I.T.G.T., 2004.</li>
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<li><strong>XI</strong> <strong>Encontro da      Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto      de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>–      Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.:      2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em      Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia:      Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT,      2006.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;" mce_tmp="1"><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> </span></strong></div>
<div mce_tmp="1"><strong>3. LIVROS E/OU ARTOGOS DE/SOBRE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">< ! [if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :PunctuationKerning /> <w :ValidateAgainstSchemas /> <w :SaveIfXMLInvalid>false</w> <w :IgnoreMixedContent>false</w> <w :AlwaysShowPlaceholderText>false</w> <w :Compatibility> <w :BreakWrappedTables /> <w :SnapToGridInCell /> <w :WrapTextWithPunct /> <w :UseAsianBreakRules /> <w :DontGrowAutofit /> </w> <w :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w> </xml>< ![endif] >< ! [if gte mso 9]><xml> <w :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w> </xml>< ![endif] >< ! [if !mso]><span class="mceItemObject"  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></span></div>
<div mce_tmp="1"></div>
<p></mce><mce :style>< !  st1\:*{behavior:url(#ieooui) }  ></p>
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<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">METZGER, Wolfgang.      (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de      caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">OSTROWER,      Fayga. (1987). <strong>Criatividade e      processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PAVLOV, Ivan      Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia      da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS      PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA,      Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução      ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1966) <strong>Percepção e      aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1982). <strong>Percepção e      realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">RAMOZZI-CHIAROTTINO,      Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e      Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro:      Imago Ed.; Brasília DF: CFP. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;" lang="EN-US">RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-I</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">TARAGANO, Fernando.      (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico:      Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos      Aires: Editorial Paidos. </span></li>
<li><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">Jornal Brasileiro de Psicologia.</span></strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da      Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da      Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin) </span></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>4. REVISTA SOBE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">1. Armadilhas da Percepção. Mente &amp; cérebro. Edição especial nº 16. São Paulo/SP: Dueto Editorial</div>
<div mce_tmp="1"><strong>5. Artigos e livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no SCIELO:</strong></div>
<ol>
<li>ENGELMANN. A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. (arquivo pdf)</li>
<li>ENGELMANN, A. (2002): <a href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" mce_href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" target="_blank">Da Conceituação de Estado Subjetivo até a Proposição dos Escalões de Percepto. Psicologia: Reflexão e Crítica, 15(2), pp. 393-405.</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>6. Livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no site WWW.ARCHIVE.ORG:</strong></div>
<ol>
<li>GOLDSTEIN, KURT. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology.  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press (arquivo pdf)</a> (*)</li>
<li>GOLDSTEIN, K. e  Scheerer, M. Abstract and concrete behavior: an experimental exame with special tests. (arquivo pdf)</li>
<li>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press. </a></li>
<li>GREEN, C. D. (2000) Introduction to: &#8220;Perception: An introduction to the Gestalt-Theorie&#8221; by Kurt Koffka (1922) (arquivo word)</li>
<li>Hartmann, George W. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" target="_blank">Gestalt Psychology A Survey Of Facts And Principles. New York: The Ronald Press Company. </a></li>
<li>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank">Documents Of Gestalt Psychology Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></li>
<li>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank">Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></li>
<li>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" mce_href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank">Psychological atlas : with 400 illus. New York, Philosophical Library</a></li>
<li>Koffka, K. (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie (arquivo word)</li>
<li>Koffka K.(1928) On the Structure of the Unconscious (arquivo pdf)</li>
<li>Köhler, W. (1929,1971) An old pseudoproblem (arquivo word)</li>
<li>Köhler, W. (1959) Gestalt Psychology Today (arquivo pdf)</li>
<li>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank">The Place Of Value In A World Of Facts London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank">Principles Of Topological Psychology. New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank">A Dynamic Theory Of Personality: select papers. New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>LIMA, P. V. de A. Teoria Organísmica. (arquivo pdf)</li>
<li>MEDITSCH, E. O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio. (arquivo pdf)</li>
<li>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank">The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></li>
<li>Wertheimer, M. (1923). Laws of Organization in Perceptual Forms (arquivo pdf)</li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>7. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis no site do The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</strong></div>
<div mce_tmp="1">Site: <a href="http://gestalttheory.net/" mce_href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></div>
<ol>
<li>Arnheim, Rudolf (1999). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></li>
<li>Brown, Junius F. (1937). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></li>
<li>Duncker, Karl. (1941/42) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></li>
<li>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941)</li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank">Abstract and Concrete Behavior </a>Henle, Mary (1975). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></li>
<li>Henle, Mary (1962). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></li>
<li>Hornbostel Erich M. von (1927). <a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" mce_href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></li>
<li>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank">Principles of Gestalt Psychology (Chapter I: Why Psychology?)</a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An Old Pseudoproblem (Ein altes Scheinproblem, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a></li>
<li>Levy, Erwin (1936). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></li>
<li>Levy, Erwin (1943). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank">A Dynamic Theory of Personality (Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1941). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1948). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1993). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank">On Schulte, Wertheimer, and Paranoia<br />
(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></li>
<li>Maibaum, Matthew (1992). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></li>
<li>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1972). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1974). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></li>
<li>Tholey, Paul (1989). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></li>
<li>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></li>
<li>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank">Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy (translation of 1981 German original version)</a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank">Understanding Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank">More on Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a></li>
<li>Zanforlin, Mario. (2004). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>8. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT e FENOMENOLOGIA disponíveis no site Classics in the History of Psychology</strong></div>
<div mce_tmp="1">Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></div>
<ol>
<li>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank">Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge). [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937b). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank">Perception: An introduction to the Gestalt-theorie. Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></li>
<li><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank">Introduction to Koffka (1922) by Christopher D. Green. </a></li>
<li>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank">Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . (The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1959). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" target="_blank">Gestalt psychology today. American Psychologist, 14, 727-734. </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An old pseudoproblem. (The Gestalt Archive). [From one of the founders of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank">The World of the Child. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></li>
<li>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank">The analysis of sensations (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></li>
<li>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank">The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge). [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" mce_href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank">On seen motion (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></li>
<li>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank">Autobiography of Carl Stumpf. In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></li>
<li>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank">Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank">Laws of organization in perceptual forms. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" mce_href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank">Gestalt theory. (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"></div>
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<p></mce></p>
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		<title>Entre a Poética e a Sociologia: Contribuições de Paul Goodman para a Gestalt-Terapia.</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 14:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre Gestalt e Literatura, que iniciei a abordar numa articulação histórica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="right"><strong><span style="font-family: Arial;">Luiz Fernando Calaça </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre <strong>Gestalt e Literatura</strong>, que iniciei a abordar numa articulação histórica entre as origens da GT, na vida de Perls, e o contexto histórico cultural da Alemanhã pós-1ª Guerra Mundial e nos Estados Unidos da Guerra Fria, com o movimento de Contracultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tenho, desde 2007, tentado refletir sobre a literatura, em especial a escrita autobiográfica, como recurso terapeutico. Nessa busca, tento encontrar alguns atores que abordaram o tema, mesmo que brevemente, em suas obras. Entre eles, encontrei algumas referências <strong>traduzidas para a lingua portuguesa </strong>que merecem nota e que se agrupam em algumas categorias possíveis:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">1) A escrita como recurso terapeutico:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a passagens no livro <a title="Gestalt Terapia Integrada" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177197&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Gestalt Terapia Integrada</strong></a>, dos Polsters, em que é relatado o momento em que um cliente produz um poema após uma vivência no setting terapeutico, </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">2) A questão da linguagem e a dimensão poética:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o capítulo &#8220;Verbalização e Poesia&#8221;, contido no livro de fundação da abordagem gestáltica, o <strong><a title="Gestalt Therapy " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893"><span>Gestalt Therapia</span> </a></strong>do Fritz Perls, Ralph Hefferline e Paul Goodman, em que Paul  Goodman se atém à questão da linguagem,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os capítulos &#8220;A questão da linguagem&#8221; e &#8220;A poética terapeutica&#8221;, do livro <strong><span>A Cara e o rosto: ensaio sobre Gestalt Terapia</span></strong>, da Ana Maria Loffredo, em que ela retoma as reflexões do Paul Goodman e faz articulação com o ensaísta e crítico literário Octávio Paz;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">3) O papel do terapeuta como tecelão de histórias:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- considerações contidas no livro <a title="A arte de restauras histórias" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176727&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>A arte de restauras histórias</span></strong></a>, da Jean Clark Juliano, em que ela traz o papel do terapeuta como aquele que irá tecer, junto com o cliente, uma colcha a partir de seus fragmentos/retalhos de vida;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">4) Gestaltistas que escrevem poesia:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os poemas e contos presentes nos livros do Paulo Barros, <a title="Narciso e a bruxa e outras histórias psi " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177344&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Narciso e a bruxa e outras histórias psi </span></strong></a>(1994) e <a title="Amor e ética " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1706126&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Amor e ética</span> </strong></a>(2006); </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os livros de poemas <strong><span>Gestando poesias</span></strong><em><strong>,</strong></em> de Márcia Lilla, e <strong><span>Janelas da Alma</span></strong>, de Silvério Lucio Karwowski </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">5) A poesia e as narrativas autobiográficas como forma possível de transmitir a Gestalt:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato em forma de poesia do caso clínico de atendimento com crianças em arte-terapia gestaltica “<span>A cólera e a cadeira de balanço”</span>, de J. Lederman, contido no livro <strong>Gestalt Terapia: teoria, técnicas e aplicações</strong>, de Fagan e Shepherd (1980)<span style="color: black;">;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- passagens contidas nas teorizações do Jorge Ponciano Ribeiro, em especial, seu livro <a title="Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1695728&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos</span></strong></a><em> </em>(2006);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a autobiografia do Fritz Perls, <a title="Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo</span> </strong></a>(1969/1979);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato autobiográfico da Barry Stevens sobre sua experiência no kibutz gestaltico do Fritz, <strong><a title="Não Apresse o rio, ele corre sozinho" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=45713&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Não Apresse o rio, ele corre sozinho</span></a> </strong>(1970/1979).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- relatos de experiência e da história da Gestalt Terapia no Brasil, contidos no livro <strong><span>A arte de restaurar histórias</span></strong> e no artigo <span><!--[if gte mso 9]><xml> <u1 :WordDocument> </u1><u1 :View>Normal</u1> <u1 :Zoom>0</u1> <u1 :HyphenationZone>21</u1> <u1 :PunctuationKerning /> <u1 :ValidateAgainstSchemas /> <u1 :SaveIfXMLInvalid>false</u1> <u1 :IgnoreMixedContent>false</u1> <u1 :AlwaysShowPlaceholderText>false</u1> <u1 :Compatibility> <u1 :BreakWrappedTables /> <u1 :SnapToGridInCell /> <u1 :WrapTextWithPunct /> <u1 :UseAsianBreakRules /> <u1 :DontGrowAutofit /> </u1> <u1 :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</u1> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <u2 :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </u2> </xml>< ![endif]-->&#8220;Gestalt-terapia: revisitando as nossas histórias&#8221;</span>, publicado na revista eletrônica IGT na Rede, de <span style="color: black;"> </span>Jean Clark Juliano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Essas referências, embora sejam valiosas para esboçar um panorana, me parecem insuficientes para se fazr uma articulação teórica entre Gestalt e Literatura. A única obra que conheço que faz essa articulação é o livro <strong><a title="Psicologia e Literatura" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=197423&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Psicologia e Literatura</span></a> </strong>(1962), de Dante Moreira Leite. A articulação feita por ele, no entanto,   se refere não é a Gestalt Terapia, mas sim à <strong>Psicologia da Gestalt</strong>, de Koffka, Kohler e Wertheimer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Diante dessa carência de teorização, atualmente tenho buscado na literatura em lingua inglêsa essas referências. </span><span style="font-family: Arial;">Dentre esses livros, encontrei o<strong> <span>Every Person&#8217;s life is worh a novel</span></strong> (1987), do Erving Poster, e os livros <strong><span>Speaking and Language: defence of Poetry</span></strong> (1972), <strong><span>Nature Heals: Psychological Essays</span> </strong>(1977) e <strong><span>Creator spirit come: the literary essays of Paul Goodman</span> </strong>(1979) do Paul Goodman. </span><span style="font-family: Arial;">Essas obras infelizmente não tem tradução para o português. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O livro do Polster é interessante por, além de trazer relatos de casos clínicos, à <a title="Yalon" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=402362&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Yallon</a>, traz a perspectiva da narrativa autobiográfica, de considerar o contexto terapeutico como um espaço narrativo, e a natureza historiada da experiência do vivido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Já os livros do Paul Goodman vão para além do campo psicoterapeutico e articula campos do saber como a Linguistica, a Sociologia e a Crítica Literária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua contribuição para a Gestalt-Terapia, infelizmente,  tende a ser considerada muito mais como marco histórico &#8211; por constituir o grupo dos 7 -, não sendo, a meu ver, devidamente valorizado e estudado aqui no Brasil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Paul Goodman sofre críticas em relação ao  aparente &#8220;hermetismo&#8221; da sua escrita da parte teórica do Gestalt Therapy. Eu compreendo  essa questão principalmente no que tange o desejo de a Gestalt nascente estar buscando uma <strong>aceitação científica</strong> entre os psicólogos americanos e estar <strong>preocupada em romper com a Psicanálise</strong>,  o que faz com que suas teorizações se utilizem de uma linguagem que, em muitos aspectos, é formal e rebuscada, se utilizando de modelos explicativos  ainda atrelado a conceitos psicanalíticos.  Essa crítica ao <strong>Gestalt Therapy </strong>está também muito influenciada pela tradução da obra para a lingua portuguesa, e que pode, por isso, trazer problemas de entendimento que talvez não exista na obra em inglês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Historicamente, a Gestalt Terapia brasileira veio muito influenciada pelo modelo adotado pelo Fritz Perls, baseado nos workshops e trabalhos vivenciais, na década de 70. O que pouco se discute, exceto por alguns poucos autores, é que <strong>a Gestalt Terapia se desenvolveu inicialmente em</strong> <strong>duas vertentes</strong>, uma &#8220;californiana&#8221; &#8211; a do Perls, desenvolvida em Esalen &#8211; e outra &#8220;novaiorquina&#8221;, pela Laura Perls e pelo Paul Goodman, desenvolvida pelo Instituto de Gestalt Terapia de Nova Yok. Essa segunda vertente se preocupava muito mais numa sistematização teórica e conceitual, e não tanto nas vivências. Infelizmente, tanto a Laura quanto o Paul Goodman, escreveram pouco em Gestalt Terapia, e o que foi escrito por eles não foi traduzido para o português, havendo pouquíssimas referências a seus trabalhos. Diferentemente da realidade brasileira, nos Estados Unidos há extensa publicações do Paul Goodman e sobre ele, organizada por Taylor Stoehr. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A obra de Paul Goodman traz consigo um caráter multiteórico e transdisciplinar &#8211; tão valorizado hoje nso meios universitários, porém tão pouco posto em prática &#8211; articulando diversos campos de conhecimento e temáticas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A formação do Paul Goodman, em especial o seu <strong>doutorado em Humanidades</strong>, faz dele um intelectual eclético, que articula Filosofia, Linguística, Literatura, Psicologia, Arquitetura, Sociologia e Política. Suas obras articulam conceitos e pontos de vistas de autores como Witgenstein, Chomski, Freud, Reich, Buber, Kant, Hume, etc, demosntrando vasto conhecimento e erudição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua formação anarquista e sua militância política dentro do movimento da Caontracultura, fez dele um intelectual que pensava sua realidade, panfletário e crítico ao capitalismo armamentista, opondo-se ao movimento da <strong>Guerra Fria</strong> e à Guerra do Vietnã, e dando visibilidade a questões sociais de políticas identitárias como o <strong>movimento negro</strong> americano e a questão da homossexualidade, sendo, neste último, um dos iniciadores da <a title="Teoria Queer" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=245868&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Teoria Queer</strong></a>. Ao minifestar sua bissexualidade como forma de estar no mundo, Paul Goodman expressa o ideal libertário de relativismo e transvaloração dos papéis sexuais e valores sociais, primando pela liberdade de ser o que se é.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tal amplitude de sua ação política e de seus focos de reflexão intelectual, aponta, dentro da Gestalt Terapia, para uma contribuição maior e mais ampla que a meramente histórica. As discussões e militâncias dele, e seu engajamento nas origens da Gestalt Terapia, estão diretamente vinculadas à dimensão transgressiva e libertária desta abordagem, como uma vertente em psicoterapia que busca a valorização do humano e confirmação de sua forma de ser no mundo, lutando no caminho da autenticidade, da liberdade e responsabilidade existencial, dirigida a um mundo menos &#8220;neurótico&#8221; e mais comunitário. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Creio que, na mesma proporção em que a Gestalt Terapia herda seus fundamentos filosóficos da Fenomenologia do Brentano e do Husserl, da Ontologia de Heidegger, do Existencialismo de Sartre, da dialética da Indiferenca Criativa do Friedlaender, do Existencialismo dialógico de Martin Buber, do Zen-Budismo, e suas bases teóricas da Psicologia da Gestalt do Koffka, Kohler e Wertheimer,  da Teoria de Campo do Kurt Lewin e da Teoria Organísmica do Kurt Goldstein, ela também deve a Paul Goodman sua &#8220;<strong>Sociologia Utópica</strong>&#8220;, como ele mesmo qualifica seu pensamento, ou, simplesmente, a suas aspirações libertárias e de emancipação do homem e da sociedade. Sem deixar, é claro, de levar em conta o seu olhar para a <strong>dimensão poética</strong>, daquele que age e atua, é autor e tradutor do mundo em que vive.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p></mce></p>
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		<title>Qual é o momento para se começar a terapia?*</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 01:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia? Penso algumas outras coisas também: - A função da terapia é fazer com que a pessoa possa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right" align="right"><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia?</p>
<p>Penso algumas outras coisas também:</p>
<p>- A função da terapia é fazer com que a pessoa possa lidar de forma mais autônoma com sua própria vida. Quem já faz isso, precisa de terapia?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">- A terapia é indicada pra quem sobre de angústias &#8211; o &#8220;sofrimento psíquico&#8221; dos psicanalistas. As angústias existenciais, no entanto, não serão dissolvidas na terapia. Aprendemos nela a lidar melhor com as angustias, e saber nos posicionar de forma ativa, ou da melhor maneira possível, diante delas.</p>
<p>- A terapia deve ser um lugar de acolhimento, em que a pessoa se sinta a vontade para se abrir no encontro com o outro. É um chamado para um encontro. E se a pessoa não se sentir assim, confortável? Lidar com o desconforto, trabalhar esse desconforto, se torna tema. Isso pode servir para expandir a percepção do cliente para outros momentos em que se depara com desconfortos, mas pode também virar uma tática de convencimento do terapeuta da importância de se fazer terapia. Às vezes essa figura pode ser artificial, produto do próprio contexto artificial da terapia. Talvez seja preciso se pensar se aquele é o momento certo.</p>
<p>- <em>&#8220;A psicoterapia se alimenta dos psicólogos, autofagicamente&#8221;.</em> (Isso foi uma sacada que me foi mostrada por dois professores meus). Psicoterapeutas TÊM DE passar por psicoterapia. Um imperativo da profissão. Nisso vejo alguns lados da moeda, polaridades:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">1) Experimentar a posição de cliente para poder compreender melhor esse lugar, e saber lidar com as angústia daquele que, no futuro, virá te procurar &#8211; eu gosto e concordo com esse argumento;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">2) Um caminho complementar para o aprendizado do modo de ser terapeuta &#8211; concordo parcialmente com esse aspecto, pois é possível que aprendamos e reproduzamos alguns &#8220;maus hábitos&#8221;, por pura reprodução, quando não se tem senso crítico, impedindo a emergência de um estilo próprio &#8211; defendido tanto pela Laura Perls;</p>
<p>3)  Uma forma de se preservar a prática da clínica indiviual, por questão de mercado e campo de atuação profissional, para que todos tenha a possibilidade de exercer a clínica &#8211; descordo completamente, vendo nisso uma posição mesquinha e anti-ética.</p>
<p>Minha crítica é em parte resistência (por que não? também sou humano e filho de Deus. Terapia é cara pra chuchu e nem sempre é possível escolher o terapeuta com quem se acha mais confortável em função disso) e luta pela minha liberdade de escolha (meu eu sartreano se revoltando!).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Sei que essas observações parecem &#8220;racionalizações&#8221; minhas. Mas também são meus <em>insights</em> e reflexões críticas sobre a questão. Não consigo aceitar passivamente um imperativo que remete aos tempos de Freud. Acredito veementemente em outras formas, talvez até mais criativas, de estar consigo mesmo, ampliar a <em>awarness</em>, posicionar-se sobre o mundo e ir em busca de saúde.</p>
<p>A poesia, a música, a arte, a natureza, amigos, namoro, amar, fazer sexo&#8230; Todos são ou podem ser extremamente terapêuticos. A psicoterapia não é a única, nem a melhor.  É algo que nem medicina halopática e homeopática, acumpuntura, massagens curativas, rituais xamânicos, candomblé, etc etc. Existe a técnica, existe o saber teórico por traz da técnica, mas os resultados são alcançados diferentemente para cada um, em seu processo individual, segundo os significados e crenças que cada um traz em sua vida.  É isso!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Defendo a psicoterapia. Escolhi AGORA, começar uma. Já tinha me dado conta antes, em alguns momentos de sua necessidade, mas não serei escravo dela. Preso por minha liberdade, até mesmo pela liberdade de escolher estar preso, imobilizado, em minhas angústias. Só assim creio que poderei de fato aprender a dar meus passos e escolher meus caminhos, ou abrir outros no meio da mata cerrada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Não sei&#8230; Me tornei indisciplinado e questionador. Não sei se isso é bom ou ruim.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Se um dia eu vier a ser professor direi tudo isso a meus alunos. Defenderei o direito deles de escolher o momento certo, ou escolher outros caminhos. Se não fizer isso, acho que estarei sendo incoerente comigo mesmo e com o que eu acredito ser o que me move na Gestalt.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">___________</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">* Texto desenvolvido a partir de e-mail encaminhado por mim a Luciana Aguiar, quando trocamos impressões sobre o tema, em 28 de dezembro de 2007.</p>
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		<title>Gestalt-terapia: um paradigma &#8220;ateórico&#8221; &#8211; divergências com a Psicanálise.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[gestalt-terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B. levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em><br />
Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B.  levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este argumento no fato de a gestalt-terapia ter surgido em oposição ao método e à teoria psicanalítica ortodoxa de Freud. Inicialmente, tomarei como base a concepção ateórica de Perls, para desenvolver uma argumentação sobre o assunto.<br />
Podemos dizer, dentre outras coisas, que a oposição entre a Gestalt-terapia e a Psicanálise vem não apenas de incompatibilidades teórico-metodológicas, mas que, inclusive essas incompatibilidades, advêm da desilusão e negação pessoal de Perls a Freud e sua abordagem, o que coincidiu com o rompimento com outros psicanalistas na mesma época, como levanta Ana Maria Kiyan:</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;)Aos poucos, fundamentalmente devido à decepção com Freud e também a seu modo específico de olhar para a vida, Perls passou a uma atuação na qual não cabia mais a prática psicanalítica e seus pressupostos.<br />
(&#8230;)Além do rompimento de Perls com a psicanálise, outros rompimentos importantes estavam acontecendo: primeiro Jung, e logo depois Reich (&#8230;) </em>(1)</p></blockquote>
<p>Como pudemos observar ao longo desses dois primeiros semestres de graduação, há nas ciências, e em destaque na Psicologia, uma tendência de negação do pensamento antecessor e dominante, dando-lhe formas e proporções incoerentes, a fim de fundamentar um argumento ou um modelo explicativo. Podemos ver isso inclusive na própria Psicologia da Gestalt, que tido como &#8220;contestador&#8221;, surge em oposição ao modelo introspectivo e ao método fragmentador e analítico de investigação de Wundt, propondo um outro modelo explicativo para os processos de percepção, tendo como base a perspectiva fenomenológica e o princípio de totalidade de Brentano e Husserl.<br />
Assim, também a Gestalt-terapia surge como que em oposição ao método analítico da psicanálise que, por ser o paradigma dominante na clínica, é de certo modo negado por Perls, que propõe, ao invés de uma imersão no passado e no inconsciente, propõe a presentificação e a experimentação vivencial.<br />
É importante salientar, no entanto, que, como já foi mencionado, essa ruptura deu-se principalmente por uma decepção pessoal de Perls à psicanálise, que, como reação passou a nega-la como método e modelo explicativo. Temos no entanto que por mais de 20 anos Perls foi psicanalista e, como tal, propôs uma <em>revisão</em> da teoria em comunicação realizada na Tchecoslováquia, em 1936, não tendo, no entanto, a recepção esperada pelo grupo de psicanalistas, revisão esta que foi desenvolvida e publicada seis anos depois, sob o título de <em>Ego, Fome e Agressão</em> (2).<br />
Partindo dessa ruptura, Perls propôs uma abordagem ateórica (o que não quer dizer que se trata de uma abordagem sem fundamentação teórica) no sentido de negar qualquer modelo pré-estabelecido, qualquer <em>explicação</em> pré-concebida, para lidar e trabalhar na terapia com as questões do paciente, justamente em oposição ao modelo explicativo da psicanálise, que segundo consta, tenderia a enquadrar os casos clínicos à julgamentos coerentes ao seu corpo teórico. Essa postura seria adequada ao próprio método da gestalt-terapia de valorizar a experimentação existencial, o momento vivencial como forma de possibilitar ao paciente entrar em contato com sua própria realidade, com o momento do agora, desprovido de determinismos ou verdades absolutas, tendo em vista uma concepção de homem mutável e em constante processo de construção de si mesmo. Sobre essa questão, fala Alberto Pereira Filho em seu livro Gestalt e Sonhos, sobre a questão da negação da concepção de inconsciente da psicanálise:</p>
<blockquote><p><em>Considero autentica e louvável a tentativa de rompimento com a psicanálise e seus pressupostos teóricos, em especial se levada em conta a imensa contribuição de Perls para o repertório metodológico das psicoterapias. Que uma autonomia metodológica custe o preço de um desabono, de uma desqualificação, porém, parece-me um recurso infeliz, compreensível somente se visto no contexto idiossincrático da história do autor. Uma negação, no sentido filosófico do termo, ou seja, de absorver e ir além, seria mais coerente com uma proposta integradora.</em>(3)</p></blockquote>
<p>O fato, no entanto, de haver uma negação de Perls à teoria e ao método da psicanálise não significa dizer que deva haver um descrédito dessa abordagem por parte dos gestalt-terapeutas ou dos interessados em se aprofundar nessa abordagem. A própria psicanálise sofreu suas alterações e adaptações aos novos tempos, e em muito ainda serve para compreender o pensamento ocidental na pós-modernidade.<br />
O fato de a perspectiva de trabalho com o paciente ser de uma ou outra forma não invalida a possibilidade do seu progresso na terapia, de trabalhar com suas demandas e de conseguir alcançar uma melhor compreensão do indivíduo. Assim como propõe a própria abordagem gestáltica, a verdade, a compreensão de um fenômeno (no caso a terapia), é subjetiva, é individual e coerente à forma de uma consciência significar e desenvolver uma relação.<br />
Creio que conceber a negação de uma ou outra abordagem, invalidando-a como veículo catalizador de mudanças, é cair numa intransigência que, ao menos para mim, vai de encontro à própria práxis da Gestalt-terapia, que prima pela relação e pelo seu papel de criação e transformação. Acredito que cada método terapêutico, em sua diversidade, tende a ser adequado também a cada indivíduo, com seus valores, sua história e visão de mundo.<br />
Certa vez tive uma discussão com nossas colegas D.  e M.  e levantamos a questão de que até mesmo a ciência, com suas mais diversas vertentes e corpos teóricos, condizem de certa forma com crenças, assim como a religião, a filosofia, a política, dentre outras, pois são formas de ver o mundo, forma de interpretá-lo, de significá-lo, servindo como paradigma para nele se posicionar.<br />
A grande questão existente é que haveria uma tendência de se valorizar mais a ciência que outras formas de saber, sendo esta ciência eminentimente positista, que seria mais &#8220;verdadeira&#8221; por possibilitar a apresentação de dados &#8220;absolutos&#8221;, fatos exatos e comprovados empiricamente ou por advir de um raciocínio e método de análise minunciosa, rígido, capaz de possibilitar resultados mais efetivos. Temos, no entanto, que toda essa eficácia e verdade depende do referencial de cada pessoa, podendo outras abordagens, que não estritamente científicas, apresentar o mesmo efetividade sobre a vida de uma pessoa, à medida que essa encontra uma identidade, sua integridade, sentir-se contextualizada.<br />
Acredito que o mesmo ocorre em relação às psicoterapias, com suas diversas abordagens, diversas formas de trabalhar a subjetividade, múltiplas possibilidades de descoberta e inclusão do indivíduo no mundo. A grande questão a ser considerada e trabalhada é que cada uma delas tem suas singularidades e precisam ser vistas como perspectivas, como formas distintas e diversas, que são, de significar o mundo. São verdades possíveis, porém nunca absolutas ou incontestáveis. Creio ser necessário o exercício do diálogo, e não o confronto e a intransigência entre cada uma das formas de pensar a realidade. Sei que isso é difícil de ser alcançado, tendo em vista a necessidade que temos de buscar bases sólidas para nossa vida, algo que nos possibilite uma ilusão de segurança e estabilidade.<br />
Isso me faz lembrar uma alegoria de Kafka, intitulado <em>Fábula Curta</em>, em que a personagem, um rato, reflete sobre o mundo, que progressivamente foi se tornando estreito, à medida em que ele corria de encontro a muros, que inicialmente lhe causaram uma sensação de conforto, mas que, progressivamente foram se encontrando, até que só havia à frente uma ratoeira ou como outra única alternativa, voltar atrás, sendo no final devorado por um gato.<br />
Neste conto é possível percebermos, se fizermos uma associação entre os muros e a idéia de paradigmas, que, muitas vezes estes possibilitam delimitar nossa compreensão do mundo, possibilitar um recorte de nossa realidade, a fim de que possamos nos situar de forma mais objetiva. No entanto, dependendo da forma como nos agarramos a esses limites, podem nos limitar, nos restringir, castrando nossas possibilidades de perceber e vivenciar o mundo à nossa volta, as perspectivas e possibilidades diversas que, potencialmente nos aparece, impossibilitando uma visão mais ampla de nossa existência.<br />
É claro que os paradigmas são de certa forma necessários, para nos possibilitar o mínimo de coerência em nossos posicionamentos, tal como as bases que constituem uma filosofia ou uma linha teórica que fundamentam uma abordagem. É preciso, no entanto, termos a lucidez de que nossa percepção do mundo, apesar de objetiva, é particular e pode abarcar dimensões diversas da do outro, não nos cabendo atribuir juízo de valores ao paradigma do outro tomando como parâmetro nossos próprios paradigmas. Possibilitando o contato, e não a sobreposição, entre essas perspectivas através do diálogo, que no caso da práxis psicoterápica, seria a transdisciplinaridade. Essa postura me remete ao relato de nossa professora Lika Queiroz, que disse ter participado de workshops realizados por uma equipe de formação humanista, encabeçada por Carl Rogers, composta por vários profissionais, de várias áreas e vertentes, da psicologia ou não, incluindo um surfista, o que demonstra a possibilidade de construção de um conhecimento através da diversidade, sem que com isso se perca a individualidade e a coerência de cada olhar sobre o mundo.<br />
Admito que essa perspectiva vai muito além do nosso olhar condicionado, e nisso me incluo, mas creio que, se a Gestalt-terapia valoriza a possibilidade do contato e enfatiza a questão da relação, sem desprezar o papel da subjetividade e da verdade do sujeito, certamente, apesar das divergências de caráter teórico metodológico, a negação de uma ou outra abordagem, de um ou outro paradigma, é, ao menos para mim incoerente como postura ética a ser tomada, se levado em conta seus próprios fundamentos.</p>
<p><em>Salvador, 28/07/2005. </em></p>
<p>NOTAS BIBLIOGRÁFICAS:<br />
(1) KIYAN, Ana Maria Mezzarana. E a Gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls. São Paulo: Editora Altana, 2001, p. 120.<br />
(2) PERLS, Frederick S. Ego, Fome e Agressão. São Paulo: Summus, 2002. p. 9.<br />
(3) LIMA FILHO, Alberto Pereira. Gestalt e sonhos. Goiânia: Dimensão, 1993. p. 36.</p>
<p>______</p>
<p>* Alguns nomes de colegas que fizeram e fazem parte da minha turma de formação em Psicologia e do grupo de estudos (2005), foram omitidos por questões éticas, mantendo-se apenas suas iniciais.</p>
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		<title>Linguagem e a poesia na Psicanálise: transitos entre Lacan e Octávio Paz e um olhar incerto para o futuro.*</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior O inconsciente é linguagem, na psicanálise. O homem é linguagem, posto que é ser de cultura. Essas duas sentenças, em certa medida, traduzem o pensamento psicanalítico sobre a questão da linguagem, pensada por Lacan, que, ao fazer uma releitura da psicanálise de Freud, em associação a uma perspectiva estruturalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>O inconsciente é linguagem, na psicanálise. O homem é linguagem, posto que é ser de cultura. Essas duas sentenças, em certa medida, traduzem o pensamento psicanalítico sobre a questão da linguagem, pensada por Lacan, que, ao fazer uma releitura da psicanálise de Freud, em associação a uma perspectiva estruturalista, sugere essa compreensão do inconsciente.</p>
<p>Sendo o homem um ser de cultura, este se desprende da natureza de forma irreversível. Por estar imerso na linguagem, o homem cultural se diferencia dos outros animais, posto que não mais se limita a imagem e a realidade aparente, mas transcende essas duas dimensões, que passam a ser cortada pelo simbólico. Na esfera do simbólico o homem transcende a realidade e é capaz de recriá-la através da imaginação, da fantasia, erotisando o sexo, erotisando o universo, que deixa de ser um dado factual para ser um sentido.</p>
<p>O homem é um ser pulsional. A pulsão, por sua vez, é marcada pela linguagem, pela cultura, pelos sentidos que se criam pelo homem, no mundo que passa a ser objeto de desejo. O desejo dá sentido à existência humana. O mundo desejado, o corpo desejado, o “eu” desejado. O homem, e o mundo, são os sentidos criados e recriados pela cultura, que deixa seus registros desde os primeiros momentos da vida infantil, através do processo de socialização, da amamentação ao banho, dos primeiros passos ás primeiras palavras. Na fala o homem, então, se constitui definitivamente, único e singular, despregado da natureza.</p>
<p>Também Paz, em seu livro de ensaios “O Arco e a Lira”, traz essa dimensão lingüística constitutiva do homem, concebendo-o como um ser histórico. A linguagem teria sua origem num determinado momento da história da humanidade que o definiu e o diferenciou dos outros animais, sendo esse retorno a natureza impossível, pois implicaria na perda da função da linguagem, enquanto recurso de representação e abstração da realidade que, foi fundamental para o desenvolvimento das sociedades, das leis, da cultura.</p>
<p>Haveria nos outros animais formas de comunicação, sendo a linguagem humana diferente das outras formas de comunicação diferente em termos de nível de complexidade. Essa diferença, no entanto, é definitiva e definidora. A linguagem humana não traz apenas sinais que remetem a estados emocionais que sinalizam perigo, fuga, presença de alimento ou corte, como nos outros animais. A linguagem humana não apenas reproduz a realidade, mas a cria e recria, reconfigura através dos múltiplos sentidos e significados que emergem da palavra viva.</p>
<p>A dinâmica da linguagem do inconsciente se dá, na psicanálise, através dos mecanismos de metáfora e metonímia, na cadeia associativa de significantes que envolve o deslocamento da pulsão, do objeto de desejo primeiro pela mãe, a outros objetos, no mundo. Da mesma forma funcionaria o sintoma, que se utiliza do recurso da metáfora substitutiva do trauma ou do objeto recalcado por outros conteúdos secundários. A emergência desse conteúdo latente, dotado de energia pulsional, poderia se dar através de manifestações como os sonhos, os chistes, atos falhos, manifestações corporais que, como linguagem, são dotados de sentidos e serem apreendidos pelo sujeito significante.</p>
<p>O próprio homem é o significante da linguagem, na psicanálise, aquele que traz o sentido à fala, não sendo esta atrelada ao significado, a uma representação direta da realidade. A realidade para a psicanálise é a realidade psíquica, e não a realidade factual. A linguagem, para a psicanálise, não é protótipo do mundo, mas um novo mundo, inconsciente, subjetivo, do próprio homem, simbólico.</p>
<p>Em Octávio Paz, essa compreensão se aplica à palavra poética. A linguagem, na poesia, rompe a sua qualidade comunicativa, deixando de servir apenas ao objetivo de representar a realidade, para expandi-la, tranfigurá-la, trangredí-la. A palavra é impossível de ser aprisionada pelos significados definidos, por um único objeto referente. A palavra é múltipla, e múltiplo o homem, que a pronuncia, é inscrito por ela. A palavra poética define o homem em sua condição simbólica, e sua existência é imprecisão. O homem é poeta, e na poesia é servo da linguagem, é veículo na qual ela se manifesta, incorpora, torna-se realidade.</p>
<p>O poema constrói o povo e revela quem somos. Através da palavra poética se criam sentidos, se funda a cultura, a humanidade deixa suas marcas definidoras, sempre reelaboradas. Partindo dessa perspectiva, Paz discute o caráter social da poesia e pensa sua função como criadora de subjetividade partilhada e pessoal. O poeta escreve o poema na linguagem comum aos homens, mas o acesso dos homens aos seus significados revelados, variam a cada época. A poesia emerge tanto em momentos de crise quanto de plenitude social. Na ordem, a poesia é patrimônio de todos, comunica à comunidade ideais comuns, guia a civilização por um caminho. Na crise, a poesia se torna hermética, individualizada, voltada para uma busca incerta de nortes, de sentidos perdidos no caos. Nesses tempos, os mesmos tempos que hoje vivemos, a poesia é revelação da decadência, é alerta, é grito que se faz inaudível no meio da multidão.</p>
<p>A psicanálise, em sua origem nos fins do século XIX, surge como manifestação da cultura revelando o homem moderno em suas neuroses. A Psicanálise é filha da decadência do mundo moderno, e se apresenta furando o campo das ciências exatas e naturais como uma nova forma de pensar o homem, na sua subjetividade, nos seus aspectos ocultos e velados. Assim, em muitos aspectos, ela se aproxima muito mais do fazer poético, do trabalho do artista.</p>
<p>A linguagem para a psicanálise não segue a linha da comunicação, em sua horizontalidade, na seqüência de significados encadeados que remetem a uma realidade factual. Os traumas tratados nem sempre tem um representante no vivido, mas fantasmático, inscrito na cadeia associativa inconsciente, desejo e castração. No método criado pela psicanálise, na associação livre, as palavras emergem como na poesia, rompendo o real, pulsionalizadas, vibrando. E o psicanalista, como o poeta, é servo de seu ofício, instrumento da linguagem, xamã que inicia o cliente, o sujeito, nas artimanhas da linguagem inconsciente. O mundo é lido na psicanálise através de uma forma própria, numa linguagem para iniciados, a linguagem inconsciente.</p>
<p>O lugar almejado pela psicanálise, em muitos momentos, é o de reveladora, permitindo ao próprio sujeito significante da análise a possibilidade de descobrir-se, aperceber-se de um conhecimento que ele mesmo traz em sua vida. Como o poeta, o artista, o analista seria aquele que facilitaria à humanidade ver além de sua realidade cotidiana, expandindo sua visão para além dos significados corriqueiros, dos condicionamentos, dos aprisionamentos. A poesia é a palavra sem fins utilitários. A psicanálise é a revelação da loucura de todos, de cada um de nós. Mas será mesmo?</p>
<p>Paz aponta para o perigo do poeta se transformar em propagandista, ser manipulador das massas, num tempo atual, em que as comunidades de desfizeram e a coletividade está padronizada. Também o psicanalista, ao utilizar-se da teoria psicanalítica, pode incorrer nesse perigoso caminho. Mas serão esses poetas e analistas verdadeiramente poetas e analistas? Ou o lugar da poesia e da psicanálise é, justamente, a margem. O poeta é marginal quando traz uma nova linguagem, quando perverte os sentidos, quando cria o novo. Também o analista deveria assim proceder, no exercício da psicanálise enquanto arte de revelação. Mas será que a psicanálise realmente nos revela os caminhos incosncientes de nossa própria existência, ou nos aprisiona no Édipo, no desejo incestuoso da mãe, no medo da castração, nas estruturas de personalidade, na neurose, psicose e perversão? De que psicanálise se fala e se pratica. Que poesia estamos vendo surgir hoje?</p>
<p>Se estamos vivenciando uma crise dos tempos, a mesma crise de a cem anos, no caminho da decadência da Modernidade, vemos emergir como costumes o individualismo exacerbado e a cegueira de massa, do consumo, do utilitarismo. Mais se escreve autobiografias, mais se lê livros de auto-ajuda e revistas tablóides. Se consome a vida alheia e se viva a própria vida amarrada às aparências, às tiranias da imagem padronizada, tiranizada pela mídia, pela moda. A poesia se torna silenciosa, como a voz dos intelectuais, e a psicanálise corre o risco de se tornar mais um objeto de consumo, um produto fetichizado de consumo, eliciando pequenas revelações que não necessariamente transformam o sujeito em ator de sua própria vida, mas mantêm no ciclo repetitivo. Esse risco não é apenas o da psicanálise, mas de todas as abordagens psicoterapeuticas.</p>
<p>Mesmo assim, ainda se tem a crença e a esperança de que é possível romper a lógica convencional, instaurando uma nova lógica, através da palavra poética, que transgride os significados dicionarizados e cambiando novas dimensões de sensibilidade. Para isso, é necessário que a poesia seja acessível a todos, que haja um compartilhamento da poesia, que novas linguagens ascendam do ordinário e novos sejam os iniciados, os profetas, os loucos.</p>
<p>____________________</p>
<p>*Texto escrito para a disciplina Tópicos Especiais de Psicanálise IV, ministrado pela Profa. Clarice Bacelar. UFBA, nov. 2007.</p>
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