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	<title>Luiz Fernando Calaça &#187; Psicologia</title>
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	<description>Gestalt, Arte e Literatura</description>
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		<title>Psicologia da Gestalt e Gestalt Terapia: uma pesquisa biobibliográfica (em construção).</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre Psicologia da Gestalt. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Fernando Calaça</p>
<p>A cerca de 2 anos sou convidado, na condição de estudante de Psicologia, a dar aulas aos alunos calouros de Psicologia, na UFBa, sobre <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893" target="_blank">Psicologia da Gestalt</a>. Essas aulas geralmente são na disciplina de Introdução a Psicologia, quando os alunos estão tendo o primeiro contato com essa área do conhecimento, principalmente em seus teóricos fundadores de sistemas e correntes teóricas, classicas como o Wundt, <a title="Pavlov" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1705436&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pavlov</a>, <a title="William James" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=282084&amp;ST=SE&amp;fanq=268893">William James</a>, Watson, Titchner, Fechner, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt sempre desperta um certo fascínio nos alunos em início de graduação, principalmente por causa das imagens ligadas a <a title="ilusões de ótica" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21198185&amp;ST=SE&amp;franq=268893">ilusões de ótica</a> e estímulos ambíguos. O que acontece, no entanto, é que esse sistema teórico da Psicologia é, muitas vezes, tido como morto, situado apenas historicamente, sendo suas contribuições tidas como perdidas, devido à crença na ausência de teóricos que dessem continuidade aos estudos da Gestalt.</p>
<p>Certa feita ouvi de um professor meu, quando da época dos concursos para a Universidade do Recôncavo da Bahia, que não havia mais razão de se contratar professores para a disciplina de TSP II &#8211; Teorias e Sistemas Psicológicos II, que trata geralmente da Gestalt e da Fenomenologia, por a Gestalt já não se constituir como um sistema psicológico significativo, sendo, no seu ponto de vista, mais adequado substituir pela Psicologia Cognitiva e Neurociências.</p>
<p>É verdade que muitas faculdades, principalmente as privadas, já não tâm a Psicologia da Gestalt em sua grade curricular, sendo ocupada por disciplinas da <a title="Psicologia Cognitiva" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=232184&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Cognitiva</a> e <a title="Neurociências" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21362531&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Neurociências</a>. Não nego a importancia de se estudar essas dsciplinas, mas me incomoda, no entanto, se ignorar a contribuição direta dos teóricos da Gestalt para essas duas disciplinas, tanto pelo pioneirismo nas pesquisas psicológicas nessas áreas, como pela assimilação de seus estudos e conceitos dos campos da <a title="percepção" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117675&amp;ST=SE&amp;franq=268893">percepção</a>, <a title="aprendizagem" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=136345&amp;ST=SE&amp;franq=268893">aprendizagem</a>, <a title="memória" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=154177&amp;ST=SE&amp;franq=268893">memória</a> e resolução de problemas &#8211; temas clássicos da Psicologia da Gestalt.</p>
<p>Um outro grande equívoco que vejo acontecer é reduzir a contribuição da Psicologia da Gestalt a esses temas de pesquisa, ignorando-se as contribuições nos campos da <a title="Psicologia Social" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=54009&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Social</a>, <a title="Psicologia Ambiental" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=231134&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia Ambiental</a>, <a title="Psicologia do Desenvolvimento" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=117692&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia do Desenvolvimento</a>, <a title="Psicologia da Arte" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=7106&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Arte</a>, além da influencia exercida e, outras áreas de conhecimento e prática como as Artes Plásticas, Arquitetura, <a title="Design" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Design</a>, Comunicação, <a title="Pedagogia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1448406&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Pedagogia</a> e Ciências da Computação. Esse equívico se dá, principalmente, por restringirem a compreensão da Psicologia da Gestalt aos três teóricos da Escola de Berlim: o Max Wertheimer, o Kurt Koffka e o Wolfgang Kohler.</p>
<p>Somente em 2006, quando da vinda do teórico estoniano Jaan Valsiner &#8211; teórico estudioso principalmente da obra de Vygotsky -, para dar seminários sobre Psicologia Cultural, na UFBa, foi que fiquei sabendo da existência daz 3 Escolas da Gestalt: as escolas de Graz, de Berlim e de Leipzig. Essas escolas são citadas nas obras de <a title="História da Psicologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=261929&amp;ST=SE&amp;franq=268893">História da Psicologia</a> do Schultz e Schultz, <a title="Teorias e Sistemas Psicológicos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=60251&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Teorias e Sistemas Psicológicos</a> de Max e Hillix, e no artigo do Arno Engelmann sobre a &#8220;Psicologia da Gestalt e a ciência empírica comtemporânea&#8221;, que a meu ver é o melhor e mais completo artigo sobre a Psicologia da Gestalt já escrito em lingua portuguesa.</p>
<p>Outra confusão que acontece é a de confundir a Psicologia da Gestalt com a Gestalt-Terapia. Quando sou convidado a falar sobre Gestalt, geralmente os professores pensam na Psicologia da Gestalt e não na Gestalt Terapia, ou tem-se a crença de que a Gestalt Terapia é uma aplicação direta dos conceitos &#8211; e das imagens de ilusão de ótica &#8211; da Psicologia da Gestalt na prática clínica. O que desconhecem é que, apesar de sofrer influência direta das teorizações da <a title="Psicologia da Gestalt" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53917&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicologia da Gestalt</a>, a <a title="Gestalt Terapia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=3454&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Gestalt Terapia</a> é uma abordagem humanista, fenomenológico existencial.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt é, fundamentalmente, um campo de pesquisa experimental, com procedimentos realizados em laboratório, diferente de uma abordagem eminentemente clínica como a Gestalt Terapia. É inegável que muitos conceitos são assimilados no jargão da Gestalt-Terapia nas teorizações da abordagem, <a title="conceitos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=139955&amp;ST=SE&amp;franq=268893">conceitos</a> como figura-fundo, pregnância, &#8220;boa forma&#8221;, homeostase, auto-regulação organísmica, campo, etc. Todos esses conceitos foram desenvolvidos por teóricos da Psicologia da Gestalt, e das teorias de base gestáltica, como a Teoria de Campo do Kurt Lewin e a Teoria Organísmica do Kurt Goldstein.</p>
<p>A contribuição da Psicologia da Gestalt para a Gestalt-Terapia se deu principalmente pela ligação de seus criadores aos estudos da Psicologia da Gestalt, ainda na Alemanha. O <a title="Fritz Perls" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fritz Perls</a> foi assistente nas pesquisas neurocientíficas com lesionados de guerra do Kurt Goldstein, e a Lore Perls, além de ter sido aluna do Goldstein, defendeu sua monografia de doutoramento sob a orientação do Max Wertheimer.</p>
<p>Além dessas influências teóricas, a Gestalt Terapia tem fundamentação teórico-filosófica na <a title="Fenomenologia" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=21392571&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Fenomenologia </a>do Husserl, no <a title="Existencialismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1594893&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo</a> de Sartre, no <a title="Existencialismo Dialógico" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=107261&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Existencialismo Dialógico</a> de Martin Buber, no <a title="Holismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=36111&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Holismo</a> de Cristian Smuts, na <a title="Psicanálise de Freud" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1471668&amp;ST=SR&amp;franq=268893">Psicanálise de Freud</a>, Otto Rank, Karen Horney, na <a title="Bioenergética" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176732&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Bioenergética</a> de Reich, no <a title="Zen-budismo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=6961&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Zen-budismo</a> e no <a title="Taoísmo" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=144977&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Taoísmo</a>, no Teatro <a title="Expressionista" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=185298&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Expressionista</a> de Max Reinhardt, no <a title="Psicodrama" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=53862&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Psicodrama</a> de Moreno, etc.</p>
<p>A Psicologia da Gestalt surge na Alemanha entre fins do século XIX &#8211; quando é cunhado o termo gestaltqualitaten nos escritos sobre as &#8220;qualidades gestalticas&#8221; em esperimentos musicais desenvolvidos pelo Christian von Ehrenfels, da Escala de Graz, publicados em 1890 &#8211; e não apenas com os experimentos do fenômeno phi do Wertheimer, em 1910 . A Gestalt Terapia surge apenas em 1950, nos Estados Unidos, com a reunião do Grupo dos 7 e a publicação do <a title="Gestalt Therapy" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893">Gestalt Therapy</a>, do Perls, Hefferline e Goodman.</p>
<p>Do período entre o contato da Lore e do Fritz Perls com o Kurt Goldstein, e a criação da Gestalt Terapia, há um período de cerca de 30 anos, em que ambos exercem a Psicanálise em seu formato mais ortodoxo, na Africa do Sul e Estados Unidos. Para que a Gestalt Terapia ganhasse corpo foi necessário um longo processo de assimilação e elaboração e conceitos e técnicas, que progressivamente foram se estruturando, passando por reformulações progressicas, até os dias atuais.</p>
<p>Além desses esclarecimentos, que considero fundamentais para que haja a devida diferenciação entre a Psicologia da Gestalt e a Gestalt Terapia, considero importantíssimo que haja um resgate da Psicologia da Gestalt, tanto como sistema teórico, como pelas contribuições que esta dá, efetivamente, às formulações teóricas da Gestalt Terapia. Para isso vejo como de fundamental importância o resgate da produção bibliografica, tanto da Psicologia da Gestalt quanto da Gestalt Terapia, submetendo-a a análise dos conceitos, campos de influência e desdobramentos.</p>
<p>Até o momento, tenho feito de forma independente apenas a coleção dessas obras e organização de uma bibliografia sobre o tema. A grande maioria dessas obras estão esgostadas ou não estão traduzidas para a lingua portuguêsa. Através dessa bibliografia é possível reconstruir a história da Psicologia da Gestalt através dos autores, dos temas estudados, dos conceitos elaborados e das articulações com outras teorias e campos de conhecimento.</p>
<p>Ter acesso a esse material mostra a diversidade da Gestalt e o caráter múltiplo e dinâmico de seus desdobramentos, sua atualidade e vivacidade enquanto campo de pesquisa. Diferentemente de algumas aborgadens psicológicas que acabam restritas a autores canônicos, a Psicologia da Gestalt se adaptou à tradução da cultura alemã para a americana, ampliou seus horizontes e adaptou-se às demandas sociais e históricas emergêntes, saindo de um campo meramente teórico para a aplicação.</p>
<p>Também consta, neste levantamento bibliográfico, artigos em língua inglesa contidos em site e disponíveis na internet, tanto em formato HTML quando em PDF. Algumas referências já contêm os links para artigos ou para os sites que têm a obra para ser baixada da internet.</p>
<p>Essa pesquisa não se propõe exaustiva e está sempre em curso, à medida que encontro títulos disponíveis tanto para serem adquiridas na sua forma impressa quanto digital.</p>
<p>Segue listagem de livros em anexo, que, a medida do possível, irei comentando.</p>
<p>(Quem tiver alguma outra obra de Psicologia da Gestalt ou Gestalt Terapia cuja referência não conste nessa listagem &#8211; sei que existem ainda algumas obras que não consegui obter sequer a referência &#8211; e puder fornecer a referência ou doar a obra impressa, peço que entre em contato comigo).</p>
<hr /> 1. BIBLIOGRAFIA DE GESTALT TERAPIA</p>
<p>AGUIAR, Luciana. (2005). <strong>Gestalt-terapia com crianças: teoria e prática.</strong> Editora Livro Pleno.</p>
<p>ATIENZA, Marta. (1987). Estratégias em psicoterapia guestáltica. Psicoterapia de grupos, Psicoterapia de parejas, Dinâmica guestáltica. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión.</p>
<p>BARROS, Paulo. (1994) <strong>Narciso, a bruxa, o terapeuta elefante e outras histórias psi</strong>. São Paulo: Summus.</p>
<p>BARROS, Paulo. (2006) <strong>Amor e ética.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>BEISSER, Arnold. R. (1989). <strong>Flying without wings: personal reflections on being disabled.</strong>  New York, London, Toronto, Sydney, Auckland: Doubleday.</p>
<p>BRITO, Maria Alice Queiroz de. (Lika Queiroz). (2003). <strong>“Psicoterapia de curta duração sob o enfoque da gestalt terapia”.</strong> In: MATA, Caroline Sampaio; VILAS-BOAS, Celso Augusto Brito; RIBEIRO, Jorge Luis Lordelo de Sales (org.); NASCIMENTO, Eliane Maria Vasconcelos do. (coordenadora). <strong><em>Coletânea do Serviço de Psicologia Prof. João Ignácio de Mendonça – UFBA.</em></strong> Salvador, 2003.</p>
<p>BROWN, George Isaac. (1976). <strong>The live class room: innovation thrugh confluente education and gestalt. </strong>Penguin Books.</p>
<p>BRUNS, M. A. de T. &amp; HOLANDA, A. F. (org.) (2001). <strong>Psicologia e pesquisa fenomenológica: reflexões e perspectivas.</strong> São Paulo: Ômega Editora.</p>
<p>BUROW, Olaf-Axel &amp; SCHERPP, Karlheinz. (1985). <strong>Gestaltpedagogia: uma caminho para a escola e a educação. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CALVO, Cristiane; ODDONE, Hugo Ramón Barbosa &amp; NASCIMENTO, Maria Rosália do.  (s/d) <strong>Cinema e ajustamentos criativos: iluminando gestalticamente o escurinho do cinema.</strong> Editora Livro Pleno. Série Gestalt Terapia. </p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2002).  <strong>A construção do psicoterapeuta: uma abordagem gestaltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (1994).  <strong>O amor na relação terapêutica: uma visão gestáltica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>CARDELLA, Beatriz H. P. (2009).  <strong>Laços e nós: amor e intimidade nas relações humanas.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (1995). <strong>25 anos depois:gestalt-terapia, psicodrama e terapias neo-reichianas no Brasil.</strong> São Paulo: Ágora.</p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: arteterapia gestaltica, arte em psicoterapia, supervisão em arteterapia. São Paulo: Summus.</strong></p>
<p>CIORNAI, Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário, trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p> CIORNAI, Selma (org.) (2005). <strong>Percursos em Arteterapia: Arteterapia e Educação; Arteterapia e Saúde. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>CREMA, Roberto. (1985). <strong>Análise transacional centrada na pessoa&#8230; e mais além. </strong>São Paulo: Agora, 2ª ed.</p>
<p>D’ACRI, Gladys, LIMA, Patrícia (Ticha), ORGLER, Sheila. (org.) (2007). <strong>Dicionário de Gestalt-Terapia: “Gestaltês”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>DUSEN, Wilson Van (1972) <strong>Os caminhos do mundo interior: como atingir as profundezas inexploradas da nossa personalidade.</strong> Rio de Janeiro: Record</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irmã Lee (org.) (1980). <strong>Gestalt-Terapia: teoria, técnicas e aplicações.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>FAGAN, Joen &amp; SHEPHERD, Irma Lee (org.) (1973) <strong>What is Gestalt Therapy?</strong> New York, Evanston, San Francisco, London: Perennial Library</p>
<p>FRAZÃO, Lílian Meyer &amp; ROCHA, Sérgio Lizias (org.) (s/d) <strong>Gestalt e Gênero: configurações do masculino e do feminino na contemporaneidade.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>FREITAS, Joanneliese de Lucas. (2009) <strong>Experiência de adoecimento e morte: diálogos entre a pesquisa e a Gestalt Terapia.</strong> Curitiba: Juruá</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Ensaios em Gestalt Terapia. Maceió: Pedang.</strong></p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (2005). <strong>Gestalt Terapia Fenomenológico Existencial.</strong> Maceió: Pedang.</p>
<p>FONSECA, Afonso Henrique Lisboa da. (1988). <strong>Grupo: Fugacidade, Ritmo e Forma: Processo de grupo e facilitação na Psicologia Humanista.</strong> São Paulo: Agora.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2004). <strong>Uma visão fenomenológica do luto: um estudo sobre as perdas no desenvolvimento humano. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</p>
<p>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Expandindo Fronteiras: Gestalt-terapia aplicada a vários contextos. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p> FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.) (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</p>
<p>GINGER, Serge &amp; GINGER, Anne. (1995) <strong>Gestalt: uma terapia do contato.  </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>GINGER, Serge. (2007) <strong>Gestalt: a arte do contato: nova abordagem otimista das relações humanas.</strong>  Rio de Janeiro: Vozes.</p>
<p>GIUSTI, Edoardo. (1987). <strong>A arte de separar-se: uma guia para uma separação sem traumas antes, durante e depois.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p> GIUSTI, Edoardo. (1988). <strong>A arte de reencontrar-se, antes de procurar o outro.</strong> Rio de Janeiro: Nova Fronteira.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1971). <strong>Speaking and language: defence of poetry.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1968). <strong>People or personnel and Like a conquered province.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1962). <strong>Drawing the line: a pamphlet.</strong> New York: Random House.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1977). <strong>Nature Heals: Psychological Essays.</strong> New York: Free Life Editions</p>
<p>GOODMAN, Paul (1979). <strong>Creator Spirit Come! The literary essays of Paul Goodman.</strong> New York: E. P. Dutton.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1994). <strong>Crazy hope and finite experience: final essays of Paul Goodman.</strong> San Francisco Jossey-Bass Inc.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1964). <strong>A armadilha universal.</strong> In: MARIN, Peter; STANLEY, Vincent &amp; MARIN, Kathryn. (1984) <em>Os limites da Educação Escolar.</em> Rio de Janeiro: Fancisco Alves.</p>
<p>GOODMAN, Paul. (1971) <strong>Dos</strong> <strong>temas filosóficos y um ejemplo.</strong> In: JOUVENEL, B. de. GOODMAN, P.; DAIFUKU, H.; DUBOS, R.; BRAUNFELS, W. <em>El entorno del hombre.</em> Buenos Aires: Marymar</p>
<p>GOODMAN, Paul (1969). <strong>Five Years: thoughts during useless time.</strong> NY: Vintage.</p>
<p>GOODMAN, Paul (1973). <strong>Compulsory miseducation</strong>. Great Britain: Penguin Books.</p>
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<p>HOLANDA, Adriano Furtado &amp; FARIA, Nilton Julio de. (org) (2005). <strong>Gestalt-Terapia e contemporaneidade.</strong> Campinas: Livro Pleno.</p>
<p>HOLANDA, Adriano .(org.) (2004). <strong>Psicóloga, religiosidade e fenomenologia</strong>. Campinas/SP: Editora Alínea.</p>
<p>HOLANDA, Adriano. (1998). <strong>Diálogo e psicoterapia: correlação entre Carl Rogers e Martin Buber. </strong>São Paulo:Lemos Editorial.</p>
<p>HYCNER, Richard. (1995)  <strong>De pessoa a pessoa: psicoterapia dialógica.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>HYCNER, Richard &amp; JACOBS, Lynne. (1997) <strong>Relação e cura em Gestalt-Terapia. São Paulo: Summus. </strong></p>
<p>JAMES, Muriel &amp; JONGEWARD, Dorothy. (1975) <strong>Nascido para Vencer: Análise transacional com experiências gestalt. </strong>São Paulo: Editora Brasiliense. </p>
<p>JULIANO, Jean Clark. (1999). <strong>A arte de restaurar histórias: liberando o diálogo. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana (2006). <strong>E a gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls.</strong> São Paulo: Altana.  </p>
<p>KIYAN, Ana Maria Mezzarana &amp; BONANTE, Ricardo. (2006<strong>) Arte como espelho: experimentos em arte-terapia gestaltica.</strong> São Paulo: Altana.</p>
<p>LATNER, Joel. (1974). <strong>The Gestalt Therapy Book.</strong> New York: The Julian Press.</p>
<p>LILLA, Márcia. (2005). <strong>Gestando poesias: uma proposta de resignificação do encontro humano.</strong> Livro Pleno. Série Gestalt Terapia.</p>
<p>LIMA FILHO, Alberto Pereira. (2002). <strong>Gestalt e sonhos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. (1977). <strong>Gestalt Terapia Explicada: “Gestalt Therapy Verbatim”.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>PERLS, Frederick S. (1979). <strong>Escarafuchando Fritz: dentro e fora da lata de lixo.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>PERLS, Frederick S. el all. / STEVENS, John (org.) (1997). <strong>Isto é Gestalt.</strong> São Paulo: Summus.</p>
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<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Vade-mécum de Gestalt-Terapia: conceitos básicos. </strong>São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (2006). <strong>Ruídos: contato, luz, liberdade: um jeito gestáltico de falar do espaço e do tempo vividos.</strong> São Paulo: Summus.</p>
<p>RIBEIRO, Jorge Ponciano. (1981). <strong>Holismo, Ecologia e Espiritualidade: caminhos de uma gestalt plena. </strong>Petropolis: Vozes.</p>
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<p>TELLEGEN, Therese A. (1984) <strong>Gestalt e Grupos: uma perspectiva sistêmica.</strong>  São Paulo: Summus.</p>
<p>TRINDADE, Leda Delmondes. (2006) <strong>Adoecer: opção por uma construção bélica.</strong> São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira.</p>
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<p>ZORZI, Cleufe Maria Perazzolo de. (1991) <strong>Nós, as crianças: uma abordagem gestáltica em psicologia infantil.</strong> São Paulo: Manole.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(REVISTAS DE GESTALT-TERAPIA)</strong></p>
<p><strong>Revista de Gestalt.</strong> São Paulo: Instituto Sedes Sapientae. Ano II, Vol. 2, 1992.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (1.: 2004: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2004.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (3.: 2006: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2006.</p>
<p><strong>Revista Sampa GT: Revista de Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo: Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</p>
<p><strong>Revista do III Encontro da Abordagem Gestáltica. Seu corpo teórico e prático. </strong>(3.:1997, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1997.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Revista do V Encontro da Abordagem Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</p>
<p><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.: 2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2001. </p>
<p><strong>VIII Encontro da Abordagem Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2002. </p>
<p><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica. A emergência da totalidade. </strong>(9.: 2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003. </p>
<p><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2004. </p>
<p><strong>XI</strong> <strong>Encontro da Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>– Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.: 2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</p>
<p><strong>2. Bibliografia da GESTALTISMO (Gestalt Theory)</strong></p>
<p>ARNHEIM, Rudolf. (1992) <strong>Arte &amp; percepção visual: uma psicologia da visão criadora</strong>. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.</p>
<p>ASCH, Solomon E. (1977) <strong>Psicologia Social.</strong> São Paulo: Companhia Editora Nacional</p>
<p>BÜHLER, Karl (1965). <strong>Psicologia de la forma: cibernética y vida.</strong> Madrid: Ediciones Morata.</p>
<p>DELACRIX, H.;  CASSIRER, E.; GOLDSTEIN, K. at all. (1967). <strong>Psicologia del linguaje.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>DONZELLI, Telma. (1980). <strong>O Gestaltismo: ensaio sobre uma filosofia da Forma.</strong> Rio de Janeiro: Edições Antares.</p>
<p>EHRENZWEIG, Anton. (1977). <strong>Psicanálise da percepção artística.</strong> Rio de Janeiro: Zahar Editores.</p>
<p>GARCIA-ROZA, Luiz Alfredo. (1972). <strong>Psicologia Estrutural em Kurt Lewin. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes Limitada.</strong></p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1961). <strong>La</strong> <strong>natureza humana a la luz de la psicopatologia.</strong> Buenos Aires: Paidos.</p>
<p>GOLDSTEIN, Kurt. (1963). <strong>The Organism.</strong> Boston: Beacon Press</p>
<p>Gomes Filho, J. (2000) <strong>Gestalt do objeto : sistema de  leitura visual da forma.</strong> São Paulo : Escrituras. </p>
<p>GUILLAUME, Paul. (1966). <strong>Psicologia da forma.</strong> São Paulo: Editora Nacional.</p>
<p>HALL, C.S. E INDZEY, G. (1971). <strong>Teorias da personalidade.</strong> São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HEIDBREDER, Edna. (1960) <strong>Psicologias del siglo XX</strong>. Argentina: Paidos</p>
<p>HEIDER, Fritz. <strong>Psicologia das relações interpessoais.</strong> São Paulo: Livraria Pioneira Editora: Editora da Universidade de São Paulo.</p>
<p>HERRNSTEIN, R. J. &amp; BORING, E. G. (1971) <strong>Textos básicos de história da psicologia. </strong>São Paulo: Herder, Editora da Universidade de São Paulo</p>
<p>KATZ, David (1967). <strong>Psicologia de la forma (Gestaltpsychologie</strong>). Madrid: Espasa-Calpe, S.A.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (1975). <strong>Princípios da psicologia da Gestalt.</strong> São Paulo, Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>KOFFKA, K. (1926). <strong>Bases de la evolucion psíquica: una introducion a la psicologia infantil.</strong> Madrid: Revista de Ocidente.</p>
<p>KOFFKA, Kurt. (s/d). <strong>La teoria de la estructura (la psicologia novisima)</strong>. Madrid: Ediciones de la lectura.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1980). <strong>Psicologia da Gestalt.</strong> Belo Horizonte: Editora Itatiaia. Ltda.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1978) / Engelmann, Arno (org.). <strong>Köhler.</strong> São Paulo: Ática.</p>
<p>KÖHLER, W., KOFFKA, K. &amp; SANDER, F. (1973) <strong>Psicología de la forma.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>KÖHLER, Wolfgang. (1962). <strong>Dinámica en psicología. </strong>Buenos Aires: Editorial Paidós.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Problemas de Dinâmica de Grupo.</strong> São Paulo: Editora Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1975). <strong>Teoria dinâmica da personalidade.</strong> São Paulo: Cultrix.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1973). <strong>Princípios de Psicologia Topológica.</strong> São Paulo: Cultrix, Ed. da Universidade de São Paulo.</p>
<p>LEWIN, Kurt. (1965). <strong>Teoria de Campo em Ciência Social. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. </strong></p>
<p>LUCHINS, Abraham S. (1970). <strong>Psicoterapia de grupo: um guia.</strong> São Paulo: Cultrix</p>
<p>MARX, Melvin H. &amp; HILLIX, William A. (1973). <strong>Sistemas e teorias em psicologia. São Paulo: Cultrix</strong></p>
<p>METZGER, Wolfgang. (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder.</p>
<p>OSTROWER, Fayga. (1987). <strong>Criatividade e processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</p>
<p>PAVLOV, Ivan Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1966) <strong>Percepção e aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A.</p>
<p>PENNA, Antônio Gomes. (1982). <strong>Percepção e realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda.</p>
<p>RAMOZZI-CHIAROTTINO, Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed.; Brasília DF: CFP.</p>
<p>RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd.</p>
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<p>SIMÕES, Edda A. Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</p>
<p>TARAGANO, Fernando. (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico: Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos Aires: Editorial Paidos.</p>
<p><strong>Jornal Brasileiro de Psicologia.</strong> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>ENGELMANN. A. <strong>A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea.</strong> (arquivo pdf)</p>
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<p>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank"><strong>Human Nature: in The Light of Psycopathology.</strong>  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press.  </a></p>
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<p>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank"><strong>Documents Of Gestalt Psychology</strong> Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></p>
<p>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank"><strong>Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. </strong>Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></p>
<p>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank"><strong>Psychological atlas : with 400 illus.</strong> New York, Philosophical Library</a></p>
<p>Koffka, K. (1922).<strong> Perception: An introduction to the <em>Gestalt-theorie</em></strong> (arquivo word)</p>
<p>Koffka K.(1928<strong>) On the Structure of the Unconscious</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Köhler, W. (1929,1971) <strong>An old pseudoproblem</strong> (arquivo word)</p>
<p>Köhler, W. (1959) <strong>Gestalt Psychology Today</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank"><strong>The Place Of Value In A World Of Facts</strong> London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank"><strong>Principles Of Topological Psychology.</strong>  New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory Of Personality: select papers. </strong>New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></p>
<p>LIMA, P. V. de A. <strong>Teoria Organísmica.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>MEDITSCH, E.<strong> O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio.</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank"><strong>The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. </strong>London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></p>
<p>Wertheimer, M. (1923). <strong>Laws of Organization in Perceptual Forms</strong> (arquivo pdf)</p>
<p>3. LINKS DE ARTIGOS CONTIDOS EM SITES DE INSTITUIÇÃOS INTERNACIONAIS</p>
<p>The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</p>
<p>      Site: <strong><a href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></strong></p>
<p>      Data de criação: 1978</p>
<p>      Idiomas: alemão, inglês, italiano, francês</p>
<p>      Categoria: Site de sociedade científica</p>
<p>Descrição: The Society for Gestalt Theory and its Applications (GTA) is a scientific association established for thepurpose of promoting the Gestalt-theoretical perspective in research and practice. It was founded in 1978, and since then has grown to include many members from European countries and throughout the world. Most of the members are psychologists and psychotherapists, but the membership also contains researchers from many other disciplines as well. </p>
<p>Obras encontradas: </p>
<p>Arnheim, Rudolf (1999). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Brown, Junius F. (1937). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Duncker, Karl. (1941/42) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941) <strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank"><strong>Abstract and Concrete Behavior</strong> </a>Henle, Mary (1975). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Henle, Mary (1962). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></strong><strong></strong></p>
<p>Hornbostel Erich M. von (1927). <strong><a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></strong><strong></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank"><strong>Principles of Gestalt Psychology</strong> (Chapter I: Why Psychology?)</a><strong></strong></p>
<p>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank"><strong>An Old Pseudoproblem</strong> (<em>Ein altes Scheinproblem</em>, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a> <strong></strong></p>
<p>Levy, Erwin (1936). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Levy, Erwin (1943). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank"><strong>A Dynamic Theory of Personality </strong>(Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a> <strong></strong></p>
<p>Lewin, Kurt (1941). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1948). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959<strong>). </strong><strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1993). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></strong><strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank"><strong>On Schulte, Wertheimer, and Paranoia <br />
</strong>(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a> <strong></strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></strong><strong></strong></p>
<p>Maibaum, Matthew (1992). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1928). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></strong> <strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1972). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></strong><strong></strong></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1974). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Tholey, Paul (1989). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></strong><strong> </strong></p>
<p>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></strong><strong></strong></p>
<p>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank"><strong>Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy </strong>(translation of 1981 German original version)</a> <strong></strong></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a> </strong><strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank"><strong>Understanding Psychotics&#8217; Speech</strong> &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a> <strong></strong></p>
<p><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank"><strong>More on Psychotics&#8217; Speech </strong>- A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a><strong></strong></p>
<p>Zanforlin, Mario. (2004). <strong><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank"> </a></strong><strong></strong></p>
<p> <br />
 </p>
<p>Classics in the History of Psychology</p>
<p>      Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></p>
<p>            <a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></p>
<p>      Data de criação:</p>
<p>      Língua:</p>
<p>      Categoria: Site de indexação de textos clássicos da Psicologia.</p>
<p>      Descrição: An internet resource developed by <a href="mailto:christo@yorku.ca" target="_blank">Christopher D. Green,  York University, Toronto, Canada. ISSN 1492-3173 </a></p>
<p>      Obras encontradas (Brentano, Fenomenologia e Teoria da Gestalt):</p>
<p>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank"><strong>Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank"><strong>The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge).</strong> [A late work from the founder of phenomenology.] </a></p>
<p>Husserl, Edmund. (1937b). <strong><a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></strong></p>
<p>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank"><strong>Perception: An introduction to the Gestalt-theorie.</strong> Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></p>
<p><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank"><strong>Introduction to Koffka </strong>(1922) by Christopher D. Green. </a></p>
<p>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank"><strong>Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . </strong>(The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></p>
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<p>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank"><strong>Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. </strong>(German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></p>
<p>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank"><strong>The World of the Child.</strong> (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></p>
<p>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank"><strong>The analysis of sensations</strong> (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></p>
<p>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank"><strong>The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge).</strong> [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></p>
<p>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank"><strong>On seen motion</strong> (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></p>
<p>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank"><strong>Autobiography of Carl Stumpf. </strong>In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></p>
<p>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank"><strong>Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology</strong>. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank"><strong>Laws of organization in perceptual forms</strong>. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></p>
<p>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank"><strong>Gestalt theory.</strong> (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></p>
<p><a href="http://www.fordham.edu/halsall/mod/1860wilberforce-darwin.html" target="_blank">Wundt, Wilhelm. (1897). <strong>Outlines of psychology (Introduction).</strong> (The Value of Knowledge). [The major textbook on Wundt mature approach to psychology.] </a></p>
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<li>CIORNAI,      Selma (org.) (2004). <strong>Percursos em      Arteterapia: ateliê terapêutico, arteterapia no trabalho comunitário,      trabalho plástico e linguagem expressiva, arteterapia e história da arte. </strong>São      Paulo: Summus.</li>
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<li>FUKUMITSU,      Karina Okajima. (2005). <strong>Suicídio e      Psicoterapia: uma visão gestáltica. </strong>Campinas:<strong> </strong>Editora Livro Pleno.</li>
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<li>FUKUMITSU, Karina O. &amp; ODDONE, Hugo R. B. (org.)      (2007) <strong>Transtornos alimentares: uma visão      gestáltica. </strong>Campinas: Editora Livro Pleno.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (2.: 2005: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2005.</li>
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<li><strong>Revista Sampa GT: Revista de      Psicologia do Instituto de Gestalt de São Paulo.</strong> (4.: 2007: São Paulo). São Paulo:      Instituto de Gestalt de São Paulo, 2007.</li>
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<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do IV Encontro da Abordagem      Gestáltica. Dimensões corporal, racional, afetiva, social e espiritual da      psicoterapia  e da existência humana. </strong>(4.:1998, Goiânia,      GO). Goiânia: I.T.G.T.,1998.</li>
</ul>
<div mce_tmp="1"><strong> </strong></div>
<ul>
<li><strong>Revista do V Encontro da Abordagem      Gestáltica. Humanizando o diagnóstico. </strong>(5.:1999, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T.,1999.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista do VI Encontro da Abordagem      Gestáltica. A Arte do Encontro. </strong>(6.:      2000, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2000.</li>
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<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. O campo criativo: a abordagem gestaltica trabalhando os grupos      humanos nas áreas: clínica, hospitalar, educacional e organizacional. </strong>(7.: 2001, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2001.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>VIII Encontro da Abordagem      Gestáltica. Relação dialógica: a cura pelo encontro – “se o outro é o      risco, é também a única possibilidade” (Jean-Paul Sartre) </strong>(8.: 2002, Goiânia, GO). Goiânia:      I.T.G.T., 2002.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>IX Encontro da Abordagem Gestáltica.      A emergência da totalidade. </strong>(9.:      2003, Goiânia, GO). Goiânia: I.T.G.T., 2003.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>X Encontro da Abordagem Gestáltica. O      aqui e agora gestáltico. </strong>(10.: 2004, Goiânia, GO).      Goiânia: I.T.G.T., 2004.</li>
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<li><strong>XI</strong> <strong>Encontro da      Abordagem Gestáltica – Presença e Existência. (Anais).</strong> Goiânia/GO: Instituto      de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2005.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica</strong> <strong>–      Gestalt e Fenomenologia: diálogos, desafios e possibilidades.</strong> (12.:      2006: Goiânia). Goiânia: Instituto de Treinamento e Pesquisa em      Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT, 2006.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica.</strong> (12.2: 2006:Goiânia). Goiânia:      Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia – ITGT,      2006.</li>
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<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 1(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Revista da Abordagem gestáltica / </strong>Instituto de Treinamento e Pesquisa      em Gestalt-Terapia de Goiânia – Vol. 13, n. 2(2007). Goiânia: ITGT, 2007.</li>
</ul>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;" mce_style="text-align: justify;" mce_tmp="1"><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> </span></strong></div>
<div mce_tmp="1"><strong>3. LIVROS E/OU ARTOGOS DE/SOBRE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">< ! [if gte mso 9]><xml> <w :WordDocument> </w><w :View>Normal</w> <w :Zoom>0</w> <w :HyphenationZone>21</w> <w :PunctuationKerning /> <w :ValidateAgainstSchemas /> <w :SaveIfXMLInvalid>false</w> <w :IgnoreMixedContent>false</w> <w :AlwaysShowPlaceholderText>false</w> <w :Compatibility> <w :BreakWrappedTables /> <w :SnapToGridInCell /> <w :WrapTextWithPunct /> <w :UseAsianBreakRules /> <w :DontGrowAutofit /> </w> <w :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w> </xml>< ![endif] >< ! [if gte mso 9]><xml> <w :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w> </xml>< ![endif] >< ! [if !mso]><span class="mceItemObject"  classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id=ieooui></span></div>
<div mce_tmp="1"></div>
<p></mce><mce :style>< !  st1\:*{behavior:url(#ieooui) }  ></p>
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<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">METZGER, Wolfgang.      (1979) <strong>Los Prejuicios: ensayo de      caracterización psicológica y social.</strong> Barcelona: Editorial Herder. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">OSTROWER,      Fayga. (1987). <strong>Criatividade e      processos de criação.</strong> Petrópolis: Vozes.</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PAVLOV, Ivan      Petrovich. (2005). “<strong>Critica da Psicologia      da Gestalt”.</strong> In: <strong><em>Textos Escolhidos.</em></strong> Coleção OS      PENSADORES. São Paulo: Editora Nova Cultural Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA,      Antônio Gomes. (2000). <strong>Introdução      ao gestaltismo.</strong> Rio de Janeiro: Imago Ed. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1966) <strong>Percepção e      aprendizagem. </strong>Rio de Janeiro: Editora Fundo de Cultura S.A. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">PENNA, Antônio      Gomes. (1982). <strong>Percepção e      realidade. </strong>Rio de Janeiro: Livraria e Editora Mercúrio Star Ltda. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">RAMOZZI-CHIAROTTINO,      Zélia. (2001). <strong>Annita de Castilho e      Marcondes cabral e a aurora da psicologia no Brasil.</strong> Rio de Janeiro:      Imago Ed.; Brasília DF: CFP. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;" lang="EN-US">RAWLINS, Ian. (1953). <strong>Aesthetics and the Gestalt.</strong> Thomas Nelson and Sons Ltd. </span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-I</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">SIMÕES, Edda A.      Quirino.; TIEDEMANN, Klaus B. (1985) <strong>Psicologia      da Percepção. V. 10-II</strong> São Paulo: EDUSP</span></li>
<li><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">TARAGANO, Fernando.      (1974) <strong>Psicoanálisis gestáltico:      Teoria de la personalidad teoria de la enfermedad psíquica.</strong> Buenos      Aires: Editorial Paidos. </span></li>
<li><strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;">Jornal Brasileiro de Psicologia.</span></strong><span style="font-size: 10pt;" mce_style="font-size: 10pt;"> – v. II, n. 2. (julho) 1965. São Paulo: órgão da      Cadeira de Psicologia da faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da      Universidade de São Paulo – Brasil. (c/ resenha do livro de Kurt Lewin) </span></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>4. REVISTA SOBE PSICOLOGIA DA GESTALT</strong></div>
<div mce_tmp="1">1. Armadilhas da Percepção. Mente &amp; cérebro. Edição especial nº 16. São Paulo/SP: Dueto Editorial</div>
<div mce_tmp="1"><strong>5. Artigos e livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no SCIELO:</strong></div>
<ol>
<li>ENGELMANN. A. A psicologia da gestalt e a ciência empírica contemporânea. (arquivo pdf)</li>
<li>ENGELMANN, A. (2002): <a href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" mce_href="http://www.scielo.br/pdf/prc/v15n2/14362.pdf" target="_blank">Da Conceituação de Estado Subjetivo até a Proposição dos Escalões de Percepto. Psicologia: Reflexão e Crítica, 15(2), pp. 393-405.</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>6. Livros de/sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis em formato PDF no site WWW.ARCHIVE.ORG:</strong></div>
<ol>
<li>GOLDSTEIN, KURT. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology.  Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press (arquivo pdf)</a> (*)</li>
<li>GOLDSTEIN, K. e  Scheerer, M. Abstract and concrete behavior: an experimental exame with special tests. (arquivo pdf)</li>
<li>Goldstein, Kurt. (1951) <a href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/humannature032140mbp" target="_blank">Human Nature: in The Light of Psycopathology. Cambridge, Massachussetts: Harvard University Press. </a></li>
<li>GREEN, C. D. (2000) Introduction to: &#8220;Perception: An introduction to the Gestalt-Theorie&#8221; by Kurt Koffka (1922) (arquivo word)</li>
<li>Hartmann, George W. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestaltpsycholog017928mbp" target="_blank">Gestalt Psychology A Survey Of Facts And Principles. New York: The Ronald Press Company. </a></li>
<li>Henle, Mary (org.) (1961). <a href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/documentsofgesta027559mbp" target="_blank">Documents Of Gestalt Psychology Berkelex, Los Angeles: University of California Press.</a></li>
<li>Katz, David (at all). (1928) <a href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/feelingsandemoti029634mbp" target="_blank">Feelings And Emotions: the Wittenberg Symposium. Worcester, Massachusetts: Clark University Press.</a></li>
<li>Katz, David. ([1948]) <a href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" mce_href="http://www.archive.org/details/psychologicalatl00katzrich" target="_blank">Psychological atlas : with 400 illus. New York, Philosophical Library</a></li>
<li>Koffka, K. (1922). Perception: An introduction to the Gestalt-theorie (arquivo word)</li>
<li>Koffka K.(1928) On the Structure of the Unconscious (arquivo pdf)</li>
<li>Köhler, W. (1929,1971) An old pseudoproblem (arquivo word)</li>
<li>Köhler, W. (1959) Gestalt Psychology Today (arquivo pdf)</li>
<li>Kohler,Wolfgang. (1939) <a href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/placeofvalueinaw029252mbp" target="_blank">The Place Of Value In A World Of Facts London: Kegan paul, Trench, Trubner &amp; CO, Ltd. </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1936) <a href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/principlesoftopo011804mbp" target="_blank">Principles Of Topological Psychology. New York and London: Magraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1935) <a href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/dynamictheoryofp032261mbp" target="_blank">A Dynamic Theory Of Personality: select papers. New York and London: McGraw-Hill Book Company, Inc.</a></li>
<li>LIMA, P. V. de A. Teoria Organísmica. (arquivo pdf)</li>
<li>MEDITSCH, E. O elogio do invisível pelo mestre da imagem: Rudolf Arnheim e o poder do rádio. (arquivo pdf)</li>
<li>Petermann, Bruno. (1932) <a href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" mce_href="http://www.archive.org/details/gestalttheoryand032010mbp" target="_blank">The Gestalt Theory And The Problem Of Configuration. London: Kegan Paul, Trech, Trubner &amp; CO. Ltd. Bradway House, carter Lane, E.C.</a></li>
<li>Wertheimer, M. (1923). Laws of Organization in Perceptual Forms (arquivo pdf)</li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>7. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT disponíveis no site do The International “Society for Gestalt Theory And Its Applications”</strong></div>
<div mce_tmp="1">Site: <a href="http://gestalttheory.net/" mce_href="http://gestalttheory.net/" target="_blank">http://gestalttheory.net/ </a></div>
<ol>
<li>Arnheim, Rudolf (1999). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/arncomp.html" target="_blank">Gestalten and Computers. </a></li>
<li>Brown, Junius F. (1937). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/brown1937.html" target="_blank">Psychoanalysis, Topological Psychology and Experimental Psychopathology.</a></li>
<li>Duncker, Karl. (1941/42) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/duncker41.html" target="_blank">On Pleasure, Emotion, and Striving.</a></li>
<li>Goldstein, Kurt &amp;  Scheerer, Martin (1941)</li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/goldstein41.html" target="_blank">Abstract and Concrete Behavior </a>Henle, Mary (1975). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henle.html" target="_blank">Gestalt Psychology and Gestalt Therapy</a></li>
<li>Henle, Mary (1962). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/henlpers.html" target="_blank">Some Aspects of the Phenomenology of the Personality</a></li>
<li>Hornbostel Erich M. von (1927). <a href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" mce_href="http://gestalttheory.net/musicology/hornbostel1.html" target="_blank">The Unity of the Senses </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka1928.html" target="_blank">On the Structure of the Unconscious</a></li>
<li>Koffka, Kurt (1935) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/koffka.html" target="_blank">Principles of Gestalt Psychology (Chapter I: Why Psychology?)</a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An Old Pseudoproblem (Ein altes Scheinproblem, 1929; translated by Erich GOLDMEYER, 1971)</a></li>
<li>Levy, Erwin (1936). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_man1.html" target="_blank">A Case of Mania with its Social Implications</a></li>
<li>Levy, Erwin (1943). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/levy_schiz1.html" target="_blank">Some Aspects of the Schizophrenic Formal Disturbance of Thought.</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1935). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin1935.html" target="_blank">A Dynamic Theory of Personality (Chapter VIII. Survey of the Experimental Investigations)</a></li>
<li>Lewin, Kurt (1941). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lewin41.html" target="_blank">Theory of Regression in Frustration</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1948). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1948.html" target="_blank">The Role of the Social Field in Psychotherapy</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1959). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/closure.html" target="_blank">Comments on the Concept of Closure</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1993). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/LuchinsStudent.html" target="_blank">On Being Wertheimer&#8217;s Student</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch1.html" target="_blank">A sampling of Gestalt psychologists&#8217; remarks on psychoanalysis.</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. (1997). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/lusch1.html" target="_blank">On Schulte, Wertheimer, and Paranoia<br />
(With an excerpt from WERTHEIMERs Seminars and an additional comment by Daniel J. LUCHINS)</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (1999) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/luch_iso1.html" target="_blank">Isomorphism in Gestalt Theory: Comparison of Wertheimer&#8217;s and Köhler&#8217;s Concepts</a></li>
<li>Luchins, Abraham S. &amp; Luchins, Edith H. (2000/2001) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kgrelbio.html" target="_blank">Kurt Grelling &#8211; Steadfast Scholar in a Time of Madness </a></li>
<li>Maibaum, Matthew (1992). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/maibaum.html" target="_blank">A Lewinian Taxonomy of Psychiatric Disorders</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1928). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzgestalt.html" target="_blank">Certain Implications in the Concept of Gestalt </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metzphen.html" target="_blank">The Phenomenal-Perceptual Field as a Central Steering Mechanism</a></li>
<li>Brandt, Lewis W. &amp; Metzger, Wolfgang (1969). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_real1.html" target="_blank">&#8216;Reality,&#8217; What does it mean?</a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1972). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/metz_school.html" target="_blank">Do Schools of Psychology Still Exist ? </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1974). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/subworld.html" target="_blank">Can the Subject Create His World?</a></li>
<li>Tholey, Paul (1989). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/thol_lucid1.html" target="_blank">Overview of the development of lucid dream research in Germany</a></li>
<li>Toccafondi, Fiorenza. (2002). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/toccafondi.html" target="_blank">Receptions, Readings and Interpretations of Gestaltpsychologie</a></li>
<li>Walter, Hans-Jürgen. (1997) <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/juergen_walter.html" target="_blank">Gestalt Theoretical Psychotherapy and Cognitive Behavior Therapy (translation of 1981 German original version)</a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wert1.html" target="_blank">Gestalt Theory</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech.html" target="_blank">Understanding Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins</a></li>
<li><a href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/wertspeech2.html" target="_blank">More on Psychotics&#8217; Speech &#8211; A Max Wertheimer Seminar Transcript by Abraham S. Luchins and Edith H. Luchins </a></li>
<li>Zanforlin, Mario. (2004). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/zanforlin04.html" target="_blank">Gestalt Theory in Italy &#8211; Is it Still Alive ?</a></li>
</ol>
<div mce_tmp="1"><strong>8. Artigos sobre PSICOLOGIA DA GESTALT e FENOMENOLOGIA disponíveis no site Classics in the History of Psychology</strong></div>
<div mce_tmp="1">Sites: <a href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/index.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/index.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/topic.htm</a></div>
<div mce_tmp="1"><a href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/links.htm" target="_blank">http://psychclassics.yorku.ca/links.htm</a></div>
<ol>
<li>Brentano, Franz. (1874). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/brentano.htm" target="_blank">Psychology from an empirical standpoint (sec I. &#8220;The concept and purpose of psychology&#8221;). (The Value of Knowledge). [From the primary advocate of intentionality as the primary "mark of the mental." Titchner considered him to be Wundt's most important opponent.]</a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937a). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part II, sec. 22-27 on Locke, Berkeley, Hume, and Kant). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Husserl, Edmund. (1937b). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/husserl2.htm" target="_blank">The crisis of European sciences (Part IIIB: The Way into Phenomenological Transcendental Philosophy from Psychology. sec. 57-68. The fateful separation of transcendental philosophy and psychology.). (The Value of Knowledge). [A late work from the founder of phenomenology.] </a></li>
<li>Koffka, Kurt (1922). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/perception.htm" target="_blank">Perception: An introduction to the Gestalt-theorie. Psychological Bulletin, 19, 531-585. </a></li>
<li><a href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Koffka/Perception/intro.htm" target="_blank">Introduction to Koffka (1922) by Christopher D. Green. </a></li>
<li>Koffka, Kurt. (1935). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/koffka.htm" target="_blank">Why psychology?, from Principles of gestalt psychology . (The Value of Knowledge) [From the most important textbook of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1959). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Kohler/today.htm" target="_blank">Gestalt psychology today. American Psychologist, 14, 727-734. </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1929). <a href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" mce_href="http://www.gestalttheory.net/archive/kohl1.html" target="_blank">An old pseudoproblem. (The Gestalt Archive). [From one of the founders of Gestalt psychology.] </a></li>
<li>Köhler, Wolfgang. (1914). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Wolfgang Köhler’s experiments on ape’s intelligence. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Deleware) [Three short videos of the Tenerife apes attempting to solve puzzles.]</a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1930s?). <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/cultures/german_gestalt_psychologists.htm" target="_blank">Kurt Lewin’s videos on psychological fields: Toddlers trying to sit on an attractive stone. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [Two short videos of children solving problems.] </a></li>
<li>Lewin, Kurt. (1950s?) <a href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" mce_href="http://ematusov.soe.udel.edu/World_of_the_Child.wmv" target="_blank">The World of the Child. (German Gestalt Psychologists: Lewin and Köhler, by Eugene Matusov of U. Delaware) [One hour video on application of Lewin’s field theory to developmental psychology.]</a></li>
<li>Mach, Ernst. (1886/1905). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/ge/mach.htm" target="_blank">The analysis of sensations (Introductory remarks: Anti-metaphysical). (The Value of Knowledge). [From a leader among 19th-century phenomenalists.]</a></li>
<li>Merleau-Ponty, Maurice. (1942). <a href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" mce_href="http://www.marxists.org/reference/subject/philosophy/works/fr/merleaup.htm" target="_blank">The structure of behavior (Introduction: &#8220;The problem of the relations of consciousness and nature&#8221;). (The Value of Knowledge). [From one of the most influential phenomenologists of the 20th century. Contains explicit responses to physiological psychologists of the day, and to the Gestalt Theorists as well.] </a></li>
<li>Metzger, Wolfgang. (1953). <a href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" mce_href="http://people.brandeis.edu/~sekuler/metzgerChapter/" target="_blank">On seen motion (U. Neisser, Trans.). From Die Gesetze des Sehens (2nd ed.). Frankfurt am Main: Kramer Verlag. (Robert Sekuler, Brandeis University). [A key chapter by one of the most influential members of the second generation of Gestalt psychologists.] </a></li>
<li>Stumpf, Carl. (1930). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Stumpf/murchison.htm" target="_blank">Autobiography of Carl Stumpf. In C. Murchison (Ed.), History of psychology in autobiography (Vol. 1, pp. 389-441). Worcester, MA: Clark University Press. [The great German psychologist's summary of his life's work.] </a></li>
<li>Titchener, E. B. (1921). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Titchener/brentano-wundt.htm" target="_blank">Brentano and Wundt: Empirical and experimental psychology. American Journal of Psychology, 32, 108-120. </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1938). <a href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" mce_href="http://psychclassics.yorku.ca/Wertheimer/Forms/forms.htm" target="_blank">Laws of organization in perceptual forms. In W. Ellis, W (Ed. &amp; Trans.), A source book of Gestalt psychology (pp. 71-88). London: Routledge &amp; Kegan Paul. (Original work published in 1923 as Untersuchungen zur Lehre von der Gestalt II, in Psychologische Forschung, 4, 301-350.) </a></li>
<li>Wertheimer, Max. (1924). <a href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" mce_href="http://www.enabling.org/ia/gestalt/gerhards/wert1.html" target="_blank">Gestalt theory. (The Gestalt Archive). [From the founder of Gestalt psychology.] </a></li>
</ol>
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<p></mce></p>
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		<title>Entre a Poética e a Sociologia: Contribuições de Paul Goodman para a Gestalt-Terapia.</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 14:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre Gestalt e Literatura, que iniciei a abordar numa articulação histórica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;" align="right"><strong><span style="font-family: Arial;">Luiz Fernando Calaça </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Neste momento, em que levanto possíveis temas para a minha monografia da pós-graduação em Gestalt-Terapia, me defronto com várias possibilidades de articulação e pontos ainda pouco explorados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Um ponto que vem chamando a minha atenção em especial é a possível articulação entre <strong>Gestalt e Literatura</strong>, que iniciei a abordar numa articulação histórica entre as origens da GT, na vida de Perls, e o contexto histórico cultural da Alemanhã pós-1ª Guerra Mundial e nos Estados Unidos da Guerra Fria, com o movimento de Contracultura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tenho, desde 2007, tentado refletir sobre a literatura, em especial a escrita autobiográfica, como recurso terapeutico. Nessa busca, tento encontrar alguns atores que abordaram o tema, mesmo que brevemente, em suas obras. Entre eles, encontrei algumas referências <strong>traduzidas para a lingua portuguesa </strong>que merecem nota e que se agrupam em algumas categorias possíveis:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">1) A escrita como recurso terapeutico:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a passagens no livro <a title="Gestalt Terapia Integrada" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177197&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Gestalt Terapia Integrada</strong></a>, dos Polsters, em que é relatado o momento em que um cliente produz um poema após uma vivência no setting terapeutico, </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">2) A questão da linguagem e a dimensão poética:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o capítulo &#8220;Verbalização e Poesia&#8221;, contido no livro de fundação da abordagem gestáltica, o <strong><a title="Gestalt Therapy " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=31286&amp;ST=SE&amp;FRANQ=268893"><span>Gestalt Therapia</span> </a></strong>do Fritz Perls, Ralph Hefferline e Paul Goodman, em que Paul  Goodman se atém à questão da linguagem,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os capítulos &#8220;A questão da linguagem&#8221; e &#8220;A poética terapeutica&#8221;, do livro <strong><span>A Cara e o rosto: ensaio sobre Gestalt Terapia</span></strong>, da Ana Maria Loffredo, em que ela retoma as reflexões do Paul Goodman e faz articulação com o ensaísta e crítico literário Octávio Paz;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">3) O papel do terapeuta como tecelão de histórias:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- considerações contidas no livro <a title="A arte de restauras histórias" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=176727&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>A arte de restauras histórias</span></strong></a>, da Jean Clark Juliano, em que ela traz o papel do terapeuta como aquele que irá tecer, junto com o cliente, uma colcha a partir de seus fragmentos/retalhos de vida;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">4) Gestaltistas que escrevem poesia:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os poemas e contos presentes nos livros do Paulo Barros, <a title="Narciso e a bruxa e outras histórias psi " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=177344&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Narciso e a bruxa e outras histórias psi </span></strong></a>(1994) e <a title="Amor e ética " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1706126&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Amor e ética</span> </strong></a>(2006); </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- os livros de poemas <strong><span>Gestando poesias</span></strong><em><strong>,</strong></em> de Márcia Lilla, e <strong><span>Janelas da Alma</span></strong>, de Silvério Lucio Karwowski </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial;">5) A poesia e as narrativas autobiográficas como forma possível de transmitir a Gestalt:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato em forma de poesia do caso clínico de atendimento com crianças em arte-terapia gestaltica “<span>A cólera e a cadeira de balanço”</span>, de J. Lederman, contido no livro <strong>Gestalt Terapia: teoria, técnicas e aplicações</strong>, de Fagan e Shepherd (1980)<span style="color: black;">;</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- passagens contidas nas teorizações do Jorge Ponciano Ribeiro, em especial, seu livro <a title="Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1695728&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Ruidos: Contato, luz e liberdade: um jeito gestaltista de falar do espaço e do tempo vividos</span></strong></a><em> </em>(2006);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- a autobiografia do Fritz Perls, <a title="Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo " href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=26057&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong><span>Escarafuchando Fritz, dentro e fora da lata de lixo</span> </strong></a>(1969/1979);</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- o relato autobiográfico da Barry Stevens sobre sua experiência no kibutz gestaltico do Fritz, <strong><a title="Não Apresse o rio, ele corre sozinho" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=45713&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Não Apresse o rio, ele corre sozinho</span></a> </strong>(1970/1979).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">- relatos de experiência e da história da Gestalt Terapia no Brasil, contidos no livro <strong><span>A arte de restaurar histórias</span></strong> e no artigo <span><!--[if gte mso 9]><xml> <u1 :WordDocument> </u1><u1 :View>Normal</u1> <u1 :Zoom>0</u1> <u1 :HyphenationZone>21</u1> <u1 :PunctuationKerning /> <u1 :ValidateAgainstSchemas /> <u1 :SaveIfXMLInvalid>false</u1> <u1 :IgnoreMixedContent>false</u1> <u1 :AlwaysShowPlaceholderText>false</u1> <u1 :Compatibility> <u1 :BreakWrappedTables /> <u1 :SnapToGridInCell /> <u1 :WrapTextWithPunct /> <u1 :UseAsianBreakRules /> <u1 :DontGrowAutofit /> </u1> <u1 :BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</u1> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <u2 :LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </u2> </xml>< ![endif]-->&#8220;Gestalt-terapia: revisitando as nossas histórias&#8221;</span>, publicado na revista eletrônica IGT na Rede, de <span style="color: black;"> </span>Jean Clark Juliano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Essas referências, embora sejam valiosas para esboçar um panorana, me parecem insuficientes para se fazr uma articulação teórica entre Gestalt e Literatura. A única obra que conheço que faz essa articulação é o livro <strong><a title="Psicologia e Literatura" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=197423&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><span>Psicologia e Literatura</span></a> </strong>(1962), de Dante Moreira Leite. A articulação feita por ele, no entanto,   se refere não é a Gestalt Terapia, mas sim à <strong>Psicologia da Gestalt</strong>, de Koffka, Kohler e Wertheimer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Diante dessa carência de teorização, atualmente tenho buscado na literatura em lingua inglêsa essas referências. </span><span style="font-family: Arial;">Dentre esses livros, encontrei o<strong> <span>Every Person&#8217;s life is worh a novel</span></strong> (1987), do Erving Poster, e os livros <strong><span>Speaking and Language: defence of Poetry</span></strong> (1972), <strong><span>Nature Heals: Psychological Essays</span> </strong>(1977) e <strong><span>Creator spirit come: the literary essays of Paul Goodman</span> </strong>(1979) do Paul Goodman. </span><span style="font-family: Arial;">Essas obras infelizmente não tem tradução para o português. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">O livro do Polster é interessante por, além de trazer relatos de casos clínicos, à <a title="Yalon" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=402362&amp;ST=SE&amp;franq=268893">Yallon</a>, traz a perspectiva da narrativa autobiográfica, de considerar o contexto terapeutico como um espaço narrativo, e a natureza historiada da experiência do vivido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Já os livros do Paul Goodman vão para além do campo psicoterapeutico e articula campos do saber como a Linguistica, a Sociologia e a Crítica Literária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua contribuição para a Gestalt-Terapia, infelizmente,  tende a ser considerada muito mais como marco histórico &#8211; por constituir o grupo dos 7 -, não sendo, a meu ver, devidamente valorizado e estudado aqui no Brasil. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Paul Goodman sofre críticas em relação ao  aparente &#8220;hermetismo&#8221; da sua escrita da parte teórica do Gestalt Therapy. Eu compreendo  essa questão principalmente no que tange o desejo de a Gestalt nascente estar buscando uma <strong>aceitação científica</strong> entre os psicólogos americanos e estar <strong>preocupada em romper com a Psicanálise</strong>,  o que faz com que suas teorizações se utilizem de uma linguagem que, em muitos aspectos, é formal e rebuscada, se utilizando de modelos explicativos  ainda atrelado a conceitos psicanalíticos.  Essa crítica ao <strong>Gestalt Therapy </strong>está também muito influenciada pela tradução da obra para a lingua portuguesa, e que pode, por isso, trazer problemas de entendimento que talvez não exista na obra em inglês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Historicamente, a Gestalt Terapia brasileira veio muito influenciada pelo modelo adotado pelo Fritz Perls, baseado nos workshops e trabalhos vivenciais, na década de 70. O que pouco se discute, exceto por alguns poucos autores, é que <strong>a Gestalt Terapia se desenvolveu inicialmente em</strong> <strong>duas vertentes</strong>, uma &#8220;californiana&#8221; &#8211; a do Perls, desenvolvida em Esalen &#8211; e outra &#8220;novaiorquina&#8221;, pela Laura Perls e pelo Paul Goodman, desenvolvida pelo Instituto de Gestalt Terapia de Nova Yok. Essa segunda vertente se preocupava muito mais numa sistematização teórica e conceitual, e não tanto nas vivências. Infelizmente, tanto a Laura quanto o Paul Goodman, escreveram pouco em Gestalt Terapia, e o que foi escrito por eles não foi traduzido para o português, havendo pouquíssimas referências a seus trabalhos. Diferentemente da realidade brasileira, nos Estados Unidos há extensa publicações do Paul Goodman e sobre ele, organizada por Taylor Stoehr. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A obra de Paul Goodman traz consigo um caráter multiteórico e transdisciplinar &#8211; tão valorizado hoje nso meios universitários, porém tão pouco posto em prática &#8211; articulando diversos campos de conhecimento e temáticas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">A formação do Paul Goodman, em especial o seu <strong>doutorado em Humanidades</strong>, faz dele um intelectual eclético, que articula Filosofia, Linguística, Literatura, Psicologia, Arquitetura, Sociologia e Política. Suas obras articulam conceitos e pontos de vistas de autores como Witgenstein, Chomski, Freud, Reich, Buber, Kant, Hume, etc, demosntrando vasto conhecimento e erudição.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Sua formação anarquista e sua militância política dentro do movimento da Caontracultura, fez dele um intelectual que pensava sua realidade, panfletário e crítico ao capitalismo armamentista, opondo-se ao movimento da <strong>Guerra Fria</strong> e à Guerra do Vietnã, e dando visibilidade a questões sociais de políticas identitárias como o <strong>movimento negro</strong> americano e a questão da homossexualidade, sendo, neste último, um dos iniciadores da <a title="Teoria Queer" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=245868&amp;ST=SE&amp;franq=268893"><strong>Teoria Queer</strong></a>. Ao minifestar sua bissexualidade como forma de estar no mundo, Paul Goodman expressa o ideal libertário de relativismo e transvaloração dos papéis sexuais e valores sociais, primando pela liberdade de ser o que se é.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Tal amplitude de sua ação política e de seus focos de reflexão intelectual, aponta, dentro da Gestalt Terapia, para uma contribuição maior e mais ampla que a meramente histórica. As discussões e militâncias dele, e seu engajamento nas origens da Gestalt Terapia, estão diretamente vinculadas à dimensão transgressiva e libertária desta abordagem, como uma vertente em psicoterapia que busca a valorização do humano e confirmação de sua forma de ser no mundo, lutando no caminho da autenticidade, da liberdade e responsabilidade existencial, dirigida a um mundo menos &#8220;neurótico&#8221; e mais comunitário. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Creio que, na mesma proporção em que a Gestalt Terapia herda seus fundamentos filosóficos da Fenomenologia do Brentano e do Husserl, da Ontologia de Heidegger, do Existencialismo de Sartre, da dialética da Indiferenca Criativa do Friedlaender, do Existencialismo dialógico de Martin Buber, do Zen-Budismo, e suas bases teóricas da Psicologia da Gestalt do Koffka, Kohler e Wertheimer,  da Teoria de Campo do Kurt Lewin e da Teoria Organísmica do Kurt Goldstein, ela também deve a Paul Goodman sua &#8220;<strong>Sociologia Utópica</strong>&#8220;, como ele mesmo qualifica seu pensamento, ou, simplesmente, a suas aspirações libertárias e de emancipação do homem e da sociedade. Sem deixar, é claro, de levar em conta o seu olhar para a <strong>dimensão poética</strong>, daquele que age e atua, é autor e tradutor do mundo em que vive.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
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<p></mce></p>
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		<title>Meu primeiro ano de faculdade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 14:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Quando eu entrei no curso de Psicologia da UFBa já havia se passado cerca de 5 meses de quando saiu o resultado. Eu fui aprovado para o 1º semestre do ano de 2004, mas devido ao atraso do calendário, em função do acumulo de greves, as aulas só começaram em maio. Em junho, quando já estávamos “pegando o pique”, houve uma greve que durou 4 meses. Foi uma greve sem sentido, ao meu ver. Reivindicavam coisas diversas, uns alegavam que era por causa da Reforma Universitária, outros reivindicavam melhores condições físicas dos prédios, outros queriam a abertura do restaurante universitário e de um ônibus inter-campi. De tudo isso, só o ônibus saiu do plano das idéias e, mesmo isso, só durou por pouco tempo, por “falta de passageiros”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Lembro-me da primeira semana na faculdade, na recepção dos calouros. Assisti algumas palestras, sobre a história da psicologia no Brasil, sobre luta anti-manicomial e reformulação do currículo do curso de Psicóloga, para melhor se adequar às diretrizes do MEC. Lembro que me empolguei um bocado com a idéia de participar de projeto de pesquisa, muito influenciado por minha irmã, que era bolsista na faculdade de Letras, e via na carreira acadêmica uma possibilidade de continuar estudando e de trabalho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">(<span style="text-decoration: underline;">Parêntese</span>: Na ocasião da palestra sobre luta anti-manicomial eu travei uma discussão com o aluno que trouxe uma visão bem radical da coisa. Até hoje esse tema não desce bem por minha garganta. Não acho que é possível acabar de vez com todo um processo que se construiu e funcionou – bem ou mal – de uma hora para a outra. Sei que a luta é antiga, mas são muitos os fatores relacionados à questão da doença mental. Família, comunidade, políticas de saúde. Não dá pra simplificar e dizer que fechando os hospitais e criando CAPs vai resolver o problema. Os CAPs também apresentam problemas!)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;">Em setembro eu entrei numa pesquisa extra-faculdade, com uma socióloga aposentada. O trabalho era basicamente de arquivista. Ficava horas mexendo em jornais velhos, separando por temas. Muita coisa interessante eu via naquele material. Era um arquivo pessoal que tinha material coletado desde fins do século XIX até 2004. Material sobre a família e a profissão do dono do arquivo, com temas ligados a relações raciais, evasão de talentos, religião e cotidiano. Lembro que eu me divertia lendo alguns artigos. Fiquei nessa pesquisa por um ano de dois meses. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Eu recebia bolsa e com esse dinheiro eu comprava livros, roupas e ia ao cinema. Na ocasião eu tinha entre 18 e 19 anos. Me sentia mais independente por poder custear minhas próprias compras. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Sou de classe média, filho de funcionários públicos, mas sei que as coisas não estão fáceis. Entrar na UFBa foi uma conquista. Não suei tanto, pois sempre fui bom aluno, mas reconheço que é um alívio. Sei que se não tivesse passado numa faculdade pública minha mãe não teria como me manter numa privada. Em fevereiro cheguei a cursar 4 dias de Rui Barbosa, me sentia numa prisão com aqueles corredores revestidos de azulejo. Saiu o resultado da UFBa e eu fiquei feliz, pois não tive que me submeter a uma semana de trote que estava programada para a semana seguinte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Quando passei na UFBa fui logo visitar São Lázaro. Minha mãe me dizia que era uma decadência só. Eu, na minha cabeça, pensei que seria algo semelhante à Ladeira da Montanha ou o Taboão, com prédios sem janelas, paredes caindo, limo… Besteria! Gostei. Parecia uma “fazenda” – como disse uma professora que me recepcionou. Na época eu queria que construíssem um prédio para o Instituto de Psicologia, em Ondina, perto de Letras. Hoje acho que está bem. São Lázaro é um lugar sossegado, tem verde, as pessoas conversam nos caminhos que vão de um prédio a outro de forma descontraída – a tal disciplina optativa de “Patiologia”. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Aprendi muito em conversas informais no corredor. Conheci bons amigos que já se formaram. Me informei e me formei, em parte, nesse “espaço alternativo” da universidade. Mas não gosto da idéia do Fumódromo, das drogas, do pessoal que parece que não toma banho e que pensa que é hippie dos anos 70. Acho muito caricato. Tem gente que eu entrei e já devia estar formado, mas se arrasta no movimento estudantil, como se pudessem mudar o mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Não gosto do movimento estudantil. Me irritei terrivelmente no início do curso, com a greve de 4 meses. Já tínhamos perdido 5 meses devido ao atraso do calendário. Acabamos perdendo um semestre. Nada se resolveu. O prédio do “Iguatemi”, condenado pela CODESAL, foi “reformado” em um mês, por 2 funcionários que martelaram e cobriram as rachaduras expostas e caiaram com tinta barata. Fizeram um enxame, arrastaram mais 2 semanas sem aula por causa desse prédio e ficou por isso mesmo. Se esqueceu Reforma Universitária, se esqueceu restaurante universitário, se esqueceu segurança… Muito barulho por nada! Resolvi escolher pela alienação política e investir um pouco mais em minha formação pessoal. Se eu posso “atuar” de alguma forma na sociedade, será pelo meu trabalho e por uma boa formação profissional, não por militância “porra louca”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Fiz isso! Investi na minha formação profissional! No segundo semestre eu me interessei por Gestalt-Terapia, ao assistir as aulas de Lika. No semestre anterior o professor de Sociologia havia dado uma formação básica de “quebra de paradigmas”. Hoje sei que ele tem formação humanista, educador numa linha rogeriana bem não diretiva. Fiz um curso de Abordagem Centrada na Pessoa, já no 5º semestre, e vi que ele se enquadrava no perfil Carl Rogers. Abandonei o curso da ACP porque achei “não diretivo” demais pro meu gosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Ao final da disciplina de Gestalt, montei meu primeiro grupo de estudos. Me tornei adepto dessa forma alternativa de estudo e tentei montar mais uns 2 ou 3 depois. Li textos de Gestalt-terapia, de Existencialismo e no 4º semestre iniciei meu curso formação – adiantado em relação às outras pessoas, já que se priorizava alunos a partir do 6º semestre. Não me arrependo. Acho que já me encontrei no que gosto, mas mantenho o olhar aberto a várias possibilidades. Não me considero um fanático, mas não nego que tenho uma preferência por visões e abordagens “marginais” dentro da Psicologia. Acho que tenho posições pouco convencionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Acho que a graduação é um espaço de passagem, nem mais nem menos importante que outros espaços de formação. A universidade não é tudo. Existem outros espaços de aprendizado, existem outras formas de conhecimento a serem descobertos. É importante flertar! Se aventurar, tentar conhecer um bocadinho de tudo, para depois ir fazendo escolhas que tem mais a ver consigo. A universidade não oferece tudo. Existe uma Psicologia que é feita fora da academia, numa vivência “aparentemente” sem regras ou metodologias bem específicas e enquadradas. Sem script, ou com um script mais flexível. Não acho isso ruim. Acho que dá espaço maior para a criação do novo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Entrei no curso de Psicologia porque eu gostava, e ainda gosto, de literatura. Minha irmã fez graduação em Letras, me dava aula de Teoria da Literatura quando eu ainda era estudante secundarista. No quarto semestre eu fiz uma disciplina em Letras. Fechei com 10, e a professora ainda disse que eu escrevia como aluno de pós-graduação. Eu fazia uma miscelânea. Joguei Freud no meio da prova e dei asas a minha imaginação. Sem querer me gabar, acho que eu sou muito cara de pau às vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">No segundo semestre fui para meu primeiro evento científico. Foi uma jornada de Psicologia organizada pelos alunos da UNIFACS. No mesmo período estava tento um Encontro Nacional de Psicologia. Optei pelo da UNIFACS. Depois me senti um besta, pois o valor da inscrição do Nacional foi “razoavelmente” em conta (R$ 120,00!!!) Não me arrependo! Assisti palestras sobre literatura, filosofia, música e fiz um workshop sobre arte-terapia gestáltica. Me encontrei, definitivamente. Era isso o que eu queria. Uma articulação entre psicologia e arte. Assisti também uma palestra de um gestaltista que veio para o Nacional e falou sobre as “Atualidade da Gestalt Terapia”. Ele falou de Nietzsche e da influencia do Expressionismo alemão sobre a Gestalt. Anos mais tarde, em 2007, eu fiz um trabalho e apresentei no Rio de Janeiro, sobre a articulação entre Gestalt e Literatura. O expressionismo estava no meio. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Arial;">Acho que esse primeiro ano foi apenas o início de várias descobertas. Me estimulei a pesquisar por conta própria temas que, para mim, fazem sentido, me traduzem. Acho que pra ser um bom profissional tem que ser um apaixonado. Acho que me apaixonei e continuo enamorado, às vezes com crises e brigas. (Não conheço estudante de psicologia que não tenha ou viva em crises!). Mas sempre renovando meu interesse, à medida que descubro novas possibilidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;" align="right"><span style="font-family: Arial;">Salvador, 9 de abril de 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p></mce></p>
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		<title>Vivências e divergências na homossexualidade</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 17:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[homossexual]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias estive pensando sobre a questão da homossexualidade, não de forma abstrata e distanciada, mas implicado neste processo, por ter presenciado um dia de discussões do grupo de estudos UNISEX e por esta fazer parte da minha existência em diversas dimensões e contextos. Na oportunidade, quando nos voltamos para a discussão do livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias estive pensando sobre a questão da homossexualidade, <strong>não de forma</strong> <strong>abstrata</strong> <strong>e distanciada</strong>, mas implicado neste processo, por ter presenciado um dia de discussões do grupo de estudos UNISEX e por esta fazer parte da minha existência em diversas dimensões e contextos. Na oportunidade, quando nos voltamos para a discussão do livro &#8220;O que é homossexualidade&#8221; de Peter Fry, alguns temas sucitaram debates tais como a questão dos papéis sociais e sexuais, o masculino e feminino, ativo e passivo, os tabus e convenções culturais de povos indigenas e da sociedade ocidental até a década de 80, com implicações e atualizações para os dias atuais.</p>
<p>Na ocasião fiquei mobilizado com um ponto em questão: as diversas vivências e rótulos popularmente criados e associados a elas, que, embora não seja canônicamente encontrados nas leituras científicas, figuram no dia-a-dia, entre leigos e &#8220;esclarecidos&#8221;, seja entre heteros ou homossexuais. Tais vivências envolveriam tanto os vários <strong>tipos</strong> de &#8220;homossexuais&#8221; masculinos e femininos, quanto os &#8220;bissexuais&#8221;, &#8220;transexuais&#8221;, &#8220;travestis&#8221; e &#8220;intersexuais&#8221; &#8211; abrangendo as diversas variações no prisma multicolorido da sexualidade humana.</p>
<p>Assim, além desses termos comumente empregados, encontrariamos:</p>
<p>- os gays, bichas, bichinhas pão com ovo, bibas, monas, bofes, pitboys;</p>
<p>- as lésbicas, sapatões/sapatonas, ladies, melissinhas, góbis, bofões, bolachões;</p>
<p>- os bissexuais, &#8220;curiosos&#8221;, HxH, MxM;</p>
<p>- as drags, transformistas, &#8220;transdresseds&#8221;;</p>
<p>- as/os trangêneros, e</p>
<p>- intersexuais.</p>
<p>Todas essas e muitas outras expressões existem, são utilizadas no nosso cotidiano, muitas vezes de forma pejorativa, inclusive dentro da própria &#8220;comunidade&#8221; GLSBTTI. Alguns termos e vivências não dizem respeito necessariamente à homossexualidade &#8211; enquanto comportamento e papéis social e sexual -, mas está incutida no imaginário gay, como a questão das &#8220;drags&#8221; e &#8220;travestis&#8221;. Outros estão ainda restrito ao campo médico, sendo ainda &#8220;obscura&#8221; ou velada a sua manifestação social, como no caso dos intersexuais, sendo ainda um campo a ser desbravado na psicologia.</p>
<p>Em todo o caso, tamanha diversidade de expressões denotam bem que há um polimorfismo de manifestações da sexualidade, que vai muito além do tema da homossexualidade, mas que está intimamente vinculado a ele, tanto no imaginário coletivo, como nas buscas e tentativas de se configurar uma suposta e tão distante identidade gay, ou de &#8220;comunidade gay&#8221;.</p>
<p>Também o que observo, dentro deste movimento, oras coletivo, oras individual, de afirmação e firmação, é que não existe consenso nem comunicação efetiva. Nem todos comungam dos mesmos valores, dos mesmos signos, das mesmas experiências de construção e descoberta de si enquanto gay, lésbica, bi, etc etc. O gay não é o mesmo HxH, nem a bicha é o bofe, e não há uma identificação entre eles que não tragam consigo a marca da diferença e ruídos, fronteiras e conflitos. Nem sempre gay e lésbicas convivem harmoniosamente uns com os outros, e estranham, e &#8220;brincam&#8221; de maneira às vezes chistosa da sua &#8220;diferença&#8221;.</p>
<p>E, o que considero ainda mais sutil e passível de reflexão e crítica é, muitas vezes, a formação de uma pseudo identidade gay para se contrapor com a hegemonica heterossexualidade, sob a bandeira do combate à homofobia e a intolerância. Mas, de fato, será que dentro de nós mesmos não há essa mesma semente do preconceito dirigido ao outro &#8220;igual a nós&#8221;?</p>
<p>O que trago nesse ponto não é a negação da existencia da homofobia ou do preconceito de heterossexuais sobre homossexuais, mas a sim a relativização desta idéia, desta crença, ao levarmos em conta que nem todos são iguais e nem todos pensam da mesma forma. Até entre os heterossexuais há diferentes vivencias e formas de ver o mundo: o pai de familia, o padre, o putão, o galinha, a dona de casa, a estudante, a piriguete, a puta, a beata&#8230;</p>
<p>No final, todos eles não passam de <strong>tipos</strong>. Papéis incorporados, passíveis de crítica, de reflexão, de ressignificação. Cristalizações de valores, crenças, modos de viver e existir norteados por perspectivas diversas de ver e experimentar o mundo.</p>
<p>Dessa forma, tanto heterossexuais como homossexuais, trazem dentro de si, como <strong>categorias</strong> que são, diversas formas e manifestações de existir, que não necessariamente são coerentes e comungam de uma mesma realidade, de uma mesma visão de mundo, de homem, nem são vividas da mesma forma em sociedade. Estabelecer fronteiras entre estas duas categorias, também, abacam por delimitar, artificialmente, limites nem sempre vividos com separação, oposição e tensão de forças antagonicas ou discordantes.</p>
<p>Creio que é, nas <strong>relações interpessoais</strong>, no campo da vivência real entre pessoa e pessoa, que as diferenças verdadeiramente se manifestam e tem seus valores e sentidos negociados. As fronteiras são demarcadas no embate diário com nós mesmos e entre o &#8220;eu&#8221; e o &#8220;outro&#8221;, sejam os protagonistas desse encontro gay, lesbica, hetero, trans, bi, &#8230;</p>
<p>Assim, creio que a diferença não antecede o sujeito, mas se manifesta nele na sua forma de se relacionar com o outro, contextualmente implicado, atuando e interagindo. <strong>Ser homossexual</strong>, então, se esvazia, ao meu ver, assim como <strong>ser heterossexual</strong>, enquanto <strong>categoria abstrata</strong>, se desvinculada da vivência real de cada pessoa no mundo, no contato com os outros, construindo e re-construindo a si e ao outro, com plena liberdade de ser e estar a cada momento como único em sua experiência.</p>
<p style="font-size: 10px">Palavras-chave: homossexual, homossexualidade, <a href="http://nucleounisex.org/homossexulismo">homossexualismo</a></p>
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		<title>Qual é o momento para se começar a terapia?*</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 01:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia? Penso algumas outras coisas também: - A função da terapia é fazer com que a pessoa possa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right" align="right"><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>É curioso. Todos os gestaltistas que ouvi defendem a terapia para terapeutas. Os psicanalistas também. Eu acho importante. Fundamental. Mas sempre me pergunto: Qual é o momento para se começar a terapia?</p>
<p>Penso algumas outras coisas também:</p>
<p>- A função da terapia é fazer com que a pessoa possa lidar de forma mais autônoma com sua própria vida. Quem já faz isso, precisa de terapia?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">- A terapia é indicada pra quem sobre de angústias &#8211; o &#8220;sofrimento psíquico&#8221; dos psicanalistas. As angústias existenciais, no entanto, não serão dissolvidas na terapia. Aprendemos nela a lidar melhor com as angustias, e saber nos posicionar de forma ativa, ou da melhor maneira possível, diante delas.</p>
<p>- A terapia deve ser um lugar de acolhimento, em que a pessoa se sinta a vontade para se abrir no encontro com o outro. É um chamado para um encontro. E se a pessoa não se sentir assim, confortável? Lidar com o desconforto, trabalhar esse desconforto, se torna tema. Isso pode servir para expandir a percepção do cliente para outros momentos em que se depara com desconfortos, mas pode também virar uma tática de convencimento do terapeuta da importância de se fazer terapia. Às vezes essa figura pode ser artificial, produto do próprio contexto artificial da terapia. Talvez seja preciso se pensar se aquele é o momento certo.</p>
<p>- <em>&#8220;A psicoterapia se alimenta dos psicólogos, autofagicamente&#8221;.</em> (Isso foi uma sacada que me foi mostrada por dois professores meus). Psicoterapeutas TÊM DE passar por psicoterapia. Um imperativo da profissão. Nisso vejo alguns lados da moeda, polaridades:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">1) Experimentar a posição de cliente para poder compreender melhor esse lugar, e saber lidar com as angústia daquele que, no futuro, virá te procurar &#8211; eu gosto e concordo com esse argumento;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">2) Um caminho complementar para o aprendizado do modo de ser terapeuta &#8211; concordo parcialmente com esse aspecto, pois é possível que aprendamos e reproduzamos alguns &#8220;maus hábitos&#8221;, por pura reprodução, quando não se tem senso crítico, impedindo a emergência de um estilo próprio &#8211; defendido tanto pela Laura Perls;</p>
<p>3)  Uma forma de se preservar a prática da clínica indiviual, por questão de mercado e campo de atuação profissional, para que todos tenha a possibilidade de exercer a clínica &#8211; descordo completamente, vendo nisso uma posição mesquinha e anti-ética.</p>
<p>Minha crítica é em parte resistência (por que não? também sou humano e filho de Deus. Terapia é cara pra chuchu e nem sempre é possível escolher o terapeuta com quem se acha mais confortável em função disso) e luta pela minha liberdade de escolha (meu eu sartreano se revoltando!).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Sei que essas observações parecem &#8220;racionalizações&#8221; minhas. Mas também são meus <em>insights</em> e reflexões críticas sobre a questão. Não consigo aceitar passivamente um imperativo que remete aos tempos de Freud. Acredito veementemente em outras formas, talvez até mais criativas, de estar consigo mesmo, ampliar a <em>awarness</em>, posicionar-se sobre o mundo e ir em busca de saúde.</p>
<p>A poesia, a música, a arte, a natureza, amigos, namoro, amar, fazer sexo&#8230; Todos são ou podem ser extremamente terapêuticos. A psicoterapia não é a única, nem a melhor.  É algo que nem medicina halopática e homeopática, acumpuntura, massagens curativas, rituais xamânicos, candomblé, etc etc. Existe a técnica, existe o saber teórico por traz da técnica, mas os resultados são alcançados diferentemente para cada um, em seu processo individual, segundo os significados e crenças que cada um traz em sua vida.  É isso!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Defendo a psicoterapia. Escolhi AGORA, começar uma. Já tinha me dado conta antes, em alguns momentos de sua necessidade, mas não serei escravo dela. Preso por minha liberdade, até mesmo pela liberdade de escolher estar preso, imobilizado, em minhas angústias. Só assim creio que poderei de fato aprender a dar meus passos e escolher meus caminhos, ou abrir outros no meio da mata cerrada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Não sei&#8230; Me tornei indisciplinado e questionador. Não sei se isso é bom ou ruim.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">Se um dia eu vier a ser professor direi tudo isso a meus alunos. Defenderei o direito deles de escolher o momento certo, ou escolher outros caminhos. Se não fizer isso, acho que estarei sendo incoerente comigo mesmo e com o que eu acredito ser o que me move na Gestalt.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">___________</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify">* Texto desenvolvido a partir de e-mail encaminhado por mim a Luciana Aguiar, quando trocamos impressões sobre o tema, em 28 de dezembro de 2007.</p>
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		<title>Conceitualização e problematização do Psicodiagnóstico</title>
		<link>http://lfcalaca.com/psicologia/conceitualizacao-e-problematizacao-do-psicodiagnostico.html</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 02:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Em seu livro Psicodiagóstico V, Jurema Cunha (2004) define psicodiagnóstico como “uma avaliação psicológica, feita com propósitos clínicos e portanto não abrangendo todos os modelos de avaliação psicológica de diferenças individuais. É um processo que visa identificar forças e fraquezas no funcionamento psicológico, com um foco na existência ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em> </span></font></p>
<p align="right" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span></span></font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Em seu livro Psicodiagóstico V,<em> </em>Jurema Cunha (2004) define psicodiagnóstico como <em>“uma avaliação psicológica, feita com propósitos clínicos e portanto não abrangendo todos os modelos de avaliação psicológica de diferenças individuais. É um processo que visa identificar forças e fraquezas no funcionamento psicológico, com um foco na existência ou não de psicopatologia.”</em> (p. 23) </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Ao trazer essa conceituação, Cunha circunscreve o psicodiagnóstico ao <strong>contexto clínico</strong>, restringindo-se a uma das muitas práticas possíveis de <strong>avaliação psicológica</strong>, e tendo como um dos possíveis objetivos a identificação de <strong>psicopatologias</strong> existentes no indivíduo. Nesse ponto, tem-se uma perspectiva de estudar o sujeito a partir de possíveis sinais e sintomas – forças e fraquezas – por ele apresentados, que compreendidos em conjunto, levariam à identificação de um quadro de morbidade ou sofrimento psíquico.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Segundo Cunha, as origens da avaliação psicológica e do psicodiagnóstico se deram sob uma tradição médica e da psicologia acadêmica, de orientações comportamentalistas ou psicanalistas, predominantemente, que seguiam estratégias de avaliação comportamental – com identificação de comportamentos-alvo -, ou por uma orientação conceitual circunscritas em um corpo teórico e numa visão de homem específica, segundo as diretrizes de uma comunidade acadêmica. Tais perspectivas justificariam a ênfase dada ao aspecto do sujeito em sofrimento, disfuncional ou em desajuste com um ideal de saúde e normalidade. </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>As origens da avaliação psicológica seria perpassada também por uma tradição psicométrica, que tinha como métodos principais a aplicação de testes psicológicos estruturados ou de testes projetivos. Um outro recurso adotado também seria o uso de entrevistas psicológicas, herdada pela psiquiatria, que variaria desde um modelo mais estruturado, o que trazia como deficiência a questão a falta do <em>rapport</em>, a dimensão idiográfica da experiência do sujeito e a flexibilidade de discurso. Assim, tanto o uso de testes quanto o de entrevistas dirigidas para a identificação de sinais e sintomas seriam enfatizados, em detrimento, muitas vezes, dos aspectos do sujeito que expressassem uma tentativa de adaptação, a melhor maneira possível, voltada para uma perspectiva de saúde dissociada da doença ou do psicopatológico.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>O uso de testes projetivos, principalmente de base psicanalítica, teria vigorado por muito tempo por servir como recurso de identificação do processo dinâmico da personalidade, porém vem caído em desuso por tratar-se de um método muitas vezes de interpretação intuitiva, e por sofrer crítica de psicólogos com orientação comportamental e biológica. (p. 25)</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Uma outra definição de psicodiagnóstico trazida por Cunha é a de <em>“um processo científico, limitado no tempo, que utiliza técnicas e testes psicodiagnósticos (input), em nível individual ou não, seja para atender problemas a luz de pressupostos teóricos, identificar e avaliar aspectos específicos, seja por classificar o caso e prever seu curso possível, comunicando os resultados (output), na base dos quais são propostas soluções”.</em> (p. 26)</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Segundo essa outra definição, além do uso de testes e da vinculação a uma perspectiva teórica, outros aspectos sobre o psicodiagnóstico são apresentados: a <strong>limitação temporal</strong>, o foco na <strong>classificação</strong> e a vinculação dos resultados a um contexto <strong>externo</strong> requerente, aspectos que podem ser problematizados. </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>A limitação temporal que envolve desde a realização do contrato entre o sujeito investigado, o requerente e o psicólogo até a devolução dos resultados, por ser restrito, em geral, a poucas sessões, traz consigo restrições quanto às possibilidades de compreensão do sujeito em sua complexidade, nos mais diversos contextos de sua vida, tratando-se de um recorte, numa redução do fenômeno a um modelo científico incompleto e passíveis de equívocos.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>A investigação psicodiagnóstica, conforma aponta Cunha, se baseia num plano de avaliação que é baseado em perguntas e hipóteses iniciais levantadas a priori. A linha de investigação adotada acaba, pois, a seguir um caminho predeterminado, a partir do que é apresentado como queixa ou dos desdobramentos das entrevistas iniciais, não dando conta, muitas vezes, da variabilidade de questões existentes na vida do sujeito como um todo, que por ventura possa estar atuando sobre o seu campo existencial. </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>A definição de instrumentos de investigação com base nessas hipóteses iniciais podem, a depender do seu caráter e dos objetivos a que se propõe, também limitar as possibilidades de compreensão dinâmica do sujeito, circunscrevendo a um repertório específico de respostas que podem estar aquém das reais necessidades do sujeito objeto de investigação.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Ao ser solicitado por sujeitos outros que não o próprio investigando, essa dimensão externa ao contexto de investigação, acaba por impor um objetivo que pode ir de encontro à liberdade de posicionamento daquele que se torna objeto do psicodiagnóstico. Assim, o psicólogo que realiza o psicodiagnóstico, por mais conhecedor que seja dos métodos a serem empregados, não deve deixar de levar em consideração a pessoa do examinando, bem como ponderar sobre a sua real implicação sobre sua vida, sabendo identificar como e quando é necessário, de fato, submeter o sujeito a uma investigação – muitas vezes invasiva e de repercussões imprevisíveis ou definidoras da vida recente ou futura do sujeito examinado.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Cunha aponta para alguns possíveis usos do psicodiagnóstico. A depender das instituições requerentes e dos objetivos a serem alcançados, as avaliações psicológicas <span> </span>podem ser classificados como : 1) de <em>classificação simples</em>, comparando o sujeito à médias levantadas a partir de outros sujeitos da população; 2) de <em>descrição</em>, que tem um valor mais interpretativo acerca dos escores levantados em testes, buscando identificar as forças e fraquezas e o desempenho do sujeito; 3) de <em>classificação nosológica</em>, que tem fins diagnósticos, visando a tietagem de hipóteses, 4) de <em>diagnóstico diferencial</em>, voltada para identificar variações nos quadros sintomáticos e níveis de funcionamento patológico; 5) de <em>avaliação compreensiva</em>, responsável por determinar o funcionamento da personalidade, funções do ego, insight e sistemas de defesa, voltados para intervenção terapêutica; 6) de <em>entendimento dinâmico</em>, que associaria as dimensões investigadas na avaliação compreensiva a uma perspectiva teórica, buscando inferir possíveis dificuldades futuras e focos terapêuticos para além do material levantado nas entrevistas; 7) de <em>prevenção</em>, voltada para a identificação de problema precocemente, buscando detectar fraquezas e forças do ego, e respostas a situações novas; <img src='http://lfcalaca.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> de <em>prognóstico</em>, tentando determinar o curso provável do caso clínico e, 9) de <em>perícia forense</em>,<span>  </span>voltado para identificar insanidades, incapacidades e patologias que possam estar associadas a infrações da lei e afetem o exercício da cidadania. </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Em todos esses possíveis usos do psicodiagnóstico se supõe que, através de uma metodologia científica seja possível compreender, predizer e, em alguns casos, controlar o desenvolvimento do sujeito, sua personalidade e seu funcionamento nos diversos contextos, prevendo possíveis ocorrências no futuro e determinando intervenções. Deixa-se, no entanto, de se levar em consideração a imprevisibilidade do humano e sua interação em contextos reais de sua vida, reduzindo-se as informações colhidas, muitas vezes, ao relato verbal do sujeito e a respostas levantadas através dos recursos técnicos de avaliação. Tal procedimento pode vir a ter repercussões imprevisíveis, por exemplo, quando se trata de se definir um psicodiagnóstico em criança, levando-se em consideração o fato de tratar-se de uma fase de transformações, em que várias dimensões relacionais e contextuais (família, escola, etc), atuam sobre e com o sujeito. </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>É importante, no processo psicodiagnóstico, levar em consideração o sujeito como algo mutável e dinâmico, circunscrito num mundo maior que o da consulta psicológica, sendo multideterminado e atuando ativamente sobre sua realidade. Assim, também é imprescindível levar em consideração o próprio sujeito do avaliador, qual a perspectiva teórica que norteia sua prática, qual a sua disposição para com o sujeito investigado, seus <em>a prioris</em>, seus preconceitos e limitações, posto que o processo psicodiagnóstico não se dá sem ruídos, de forma objetiva e sem deformações. A leitura dos dados se submete ao crivo do investigador, e a seleção de aspectos mais ou menos relevantes a serem levados em consideração é definido pelo olhar daquele a quem se dirige o objeto de apreciação.</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"><span>            </span>Dessa forma, mais do que compreender o processo psicodiagnóstico em sua dimensão operacional, na definição do objeto a ser investigado, na metodologia a ser seguida e nos possíveis sujeitos a quem se dirige sua aplicação, é necessário se ter uma preocupação ética para com a pessoa que se submete ao exame, e ao próprio investigador, seus limites e possibilidades de relação, posto que, também ele, na interação que estabelece com o outro, transforma e é transformado ao longo deste processo. </font></p>
<p><o></o><font face="Times New Roman"> </font><o></o><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Bibliografia:</font></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 150%; text-align: justify" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">CUNHA, J.A. <em>Psicodiagnóstico</em> – V<em>.</em> Porto Alegre: ARTMED, 2004.</font></p>
<p><em><o></o><font face="Times New Roman"> </font></em><o></o><font face="Times New Roman"> </font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gestalt-terapia: um paradigma &#8220;ateórico&#8221; &#8211; divergências com a Psicanálise.</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B. levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em><br />
Em nossa última reunião discutimos, dentre outras coisas, a questão da ruptura entre Perls e a Psicanálise e as distinções entre a abordagem gestáltica e a psicanalítica. Durante essa discussão, B.  levantou a idéia de que um gestalt-terapeuta jamais indicaria um paciente o tratamento com um psicanalista, fundamentando este argumento no fato de a gestalt-terapia ter surgido em oposição ao método e à teoria psicanalítica ortodoxa de Freud. Inicialmente, tomarei como base a concepção ateórica de Perls, para desenvolver uma argumentação sobre o assunto.<br />
Podemos dizer, dentre outras coisas, que a oposição entre a Gestalt-terapia e a Psicanálise vem não apenas de incompatibilidades teórico-metodológicas, mas que, inclusive essas incompatibilidades, advêm da desilusão e negação pessoal de Perls a Freud e sua abordagem, o que coincidiu com o rompimento com outros psicanalistas na mesma época, como levanta Ana Maria Kiyan:</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;)Aos poucos, fundamentalmente devido à decepção com Freud e também a seu modo específico de olhar para a vida, Perls passou a uma atuação na qual não cabia mais a prática psicanalítica e seus pressupostos.<br />
(&#8230;)Além do rompimento de Perls com a psicanálise, outros rompimentos importantes estavam acontecendo: primeiro Jung, e logo depois Reich (&#8230;) </em>(1)</p></blockquote>
<p>Como pudemos observar ao longo desses dois primeiros semestres de graduação, há nas ciências, e em destaque na Psicologia, uma tendência de negação do pensamento antecessor e dominante, dando-lhe formas e proporções incoerentes, a fim de fundamentar um argumento ou um modelo explicativo. Podemos ver isso inclusive na própria Psicologia da Gestalt, que tido como &#8220;contestador&#8221;, surge em oposição ao modelo introspectivo e ao método fragmentador e analítico de investigação de Wundt, propondo um outro modelo explicativo para os processos de percepção, tendo como base a perspectiva fenomenológica e o princípio de totalidade de Brentano e Husserl.<br />
Assim, também a Gestalt-terapia surge como que em oposição ao método analítico da psicanálise que, por ser o paradigma dominante na clínica, é de certo modo negado por Perls, que propõe, ao invés de uma imersão no passado e no inconsciente, propõe a presentificação e a experimentação vivencial.<br />
É importante salientar, no entanto, que, como já foi mencionado, essa ruptura deu-se principalmente por uma decepção pessoal de Perls à psicanálise, que, como reação passou a nega-la como método e modelo explicativo. Temos no entanto que por mais de 20 anos Perls foi psicanalista e, como tal, propôs uma <em>revisão</em> da teoria em comunicação realizada na Tchecoslováquia, em 1936, não tendo, no entanto, a recepção esperada pelo grupo de psicanalistas, revisão esta que foi desenvolvida e publicada seis anos depois, sob o título de <em>Ego, Fome e Agressão</em> (2).<br />
Partindo dessa ruptura, Perls propôs uma abordagem ateórica (o que não quer dizer que se trata de uma abordagem sem fundamentação teórica) no sentido de negar qualquer modelo pré-estabelecido, qualquer <em>explicação</em> pré-concebida, para lidar e trabalhar na terapia com as questões do paciente, justamente em oposição ao modelo explicativo da psicanálise, que segundo consta, tenderia a enquadrar os casos clínicos à julgamentos coerentes ao seu corpo teórico. Essa postura seria adequada ao próprio método da gestalt-terapia de valorizar a experimentação existencial, o momento vivencial como forma de possibilitar ao paciente entrar em contato com sua própria realidade, com o momento do agora, desprovido de determinismos ou verdades absolutas, tendo em vista uma concepção de homem mutável e em constante processo de construção de si mesmo. Sobre essa questão, fala Alberto Pereira Filho em seu livro Gestalt e Sonhos, sobre a questão da negação da concepção de inconsciente da psicanálise:</p>
<blockquote><p><em>Considero autentica e louvável a tentativa de rompimento com a psicanálise e seus pressupostos teóricos, em especial se levada em conta a imensa contribuição de Perls para o repertório metodológico das psicoterapias. Que uma autonomia metodológica custe o preço de um desabono, de uma desqualificação, porém, parece-me um recurso infeliz, compreensível somente se visto no contexto idiossincrático da história do autor. Uma negação, no sentido filosófico do termo, ou seja, de absorver e ir além, seria mais coerente com uma proposta integradora.</em>(3)</p></blockquote>
<p>O fato, no entanto, de haver uma negação de Perls à teoria e ao método da psicanálise não significa dizer que deva haver um descrédito dessa abordagem por parte dos gestalt-terapeutas ou dos interessados em se aprofundar nessa abordagem. A própria psicanálise sofreu suas alterações e adaptações aos novos tempos, e em muito ainda serve para compreender o pensamento ocidental na pós-modernidade.<br />
O fato de a perspectiva de trabalho com o paciente ser de uma ou outra forma não invalida a possibilidade do seu progresso na terapia, de trabalhar com suas demandas e de conseguir alcançar uma melhor compreensão do indivíduo. Assim como propõe a própria abordagem gestáltica, a verdade, a compreensão de um fenômeno (no caso a terapia), é subjetiva, é individual e coerente à forma de uma consciência significar e desenvolver uma relação.<br />
Creio que conceber a negação de uma ou outra abordagem, invalidando-a como veículo catalizador de mudanças, é cair numa intransigência que, ao menos para mim, vai de encontro à própria práxis da Gestalt-terapia, que prima pela relação e pelo seu papel de criação e transformação. Acredito que cada método terapêutico, em sua diversidade, tende a ser adequado também a cada indivíduo, com seus valores, sua história e visão de mundo.<br />
Certa vez tive uma discussão com nossas colegas D.  e M.  e levantamos a questão de que até mesmo a ciência, com suas mais diversas vertentes e corpos teóricos, condizem de certa forma com crenças, assim como a religião, a filosofia, a política, dentre outras, pois são formas de ver o mundo, forma de interpretá-lo, de significá-lo, servindo como paradigma para nele se posicionar.<br />
A grande questão existente é que haveria uma tendência de se valorizar mais a ciência que outras formas de saber, sendo esta ciência eminentimente positista, que seria mais &#8220;verdadeira&#8221; por possibilitar a apresentação de dados &#8220;absolutos&#8221;, fatos exatos e comprovados empiricamente ou por advir de um raciocínio e método de análise minunciosa, rígido, capaz de possibilitar resultados mais efetivos. Temos, no entanto, que toda essa eficácia e verdade depende do referencial de cada pessoa, podendo outras abordagens, que não estritamente científicas, apresentar o mesmo efetividade sobre a vida de uma pessoa, à medida que essa encontra uma identidade, sua integridade, sentir-se contextualizada.<br />
Acredito que o mesmo ocorre em relação às psicoterapias, com suas diversas abordagens, diversas formas de trabalhar a subjetividade, múltiplas possibilidades de descoberta e inclusão do indivíduo no mundo. A grande questão a ser considerada e trabalhada é que cada uma delas tem suas singularidades e precisam ser vistas como perspectivas, como formas distintas e diversas, que são, de significar o mundo. São verdades possíveis, porém nunca absolutas ou incontestáveis. Creio ser necessário o exercício do diálogo, e não o confronto e a intransigência entre cada uma das formas de pensar a realidade. Sei que isso é difícil de ser alcançado, tendo em vista a necessidade que temos de buscar bases sólidas para nossa vida, algo que nos possibilite uma ilusão de segurança e estabilidade.<br />
Isso me faz lembrar uma alegoria de Kafka, intitulado <em>Fábula Curta</em>, em que a personagem, um rato, reflete sobre o mundo, que progressivamente foi se tornando estreito, à medida em que ele corria de encontro a muros, que inicialmente lhe causaram uma sensação de conforto, mas que, progressivamente foram se encontrando, até que só havia à frente uma ratoeira ou como outra única alternativa, voltar atrás, sendo no final devorado por um gato.<br />
Neste conto é possível percebermos, se fizermos uma associação entre os muros e a idéia de paradigmas, que, muitas vezes estes possibilitam delimitar nossa compreensão do mundo, possibilitar um recorte de nossa realidade, a fim de que possamos nos situar de forma mais objetiva. No entanto, dependendo da forma como nos agarramos a esses limites, podem nos limitar, nos restringir, castrando nossas possibilidades de perceber e vivenciar o mundo à nossa volta, as perspectivas e possibilidades diversas que, potencialmente nos aparece, impossibilitando uma visão mais ampla de nossa existência.<br />
É claro que os paradigmas são de certa forma necessários, para nos possibilitar o mínimo de coerência em nossos posicionamentos, tal como as bases que constituem uma filosofia ou uma linha teórica que fundamentam uma abordagem. É preciso, no entanto, termos a lucidez de que nossa percepção do mundo, apesar de objetiva, é particular e pode abarcar dimensões diversas da do outro, não nos cabendo atribuir juízo de valores ao paradigma do outro tomando como parâmetro nossos próprios paradigmas. Possibilitando o contato, e não a sobreposição, entre essas perspectivas através do diálogo, que no caso da práxis psicoterápica, seria a transdisciplinaridade. Essa postura me remete ao relato de nossa professora Lika Queiroz, que disse ter participado de workshops realizados por uma equipe de formação humanista, encabeçada por Carl Rogers, composta por vários profissionais, de várias áreas e vertentes, da psicologia ou não, incluindo um surfista, o que demonstra a possibilidade de construção de um conhecimento através da diversidade, sem que com isso se perca a individualidade e a coerência de cada olhar sobre o mundo.<br />
Admito que essa perspectiva vai muito além do nosso olhar condicionado, e nisso me incluo, mas creio que, se a Gestalt-terapia valoriza a possibilidade do contato e enfatiza a questão da relação, sem desprezar o papel da subjetividade e da verdade do sujeito, certamente, apesar das divergências de caráter teórico metodológico, a negação de uma ou outra abordagem, de um ou outro paradigma, é, ao menos para mim incoerente como postura ética a ser tomada, se levado em conta seus próprios fundamentos.</p>
<p><em>Salvador, 28/07/2005. </em></p>
<p>NOTAS BIBLIOGRÁFICAS:<br />
(1) KIYAN, Ana Maria Mezzarana. E a Gestalt emerge: vida e obra de Frederick Perls. São Paulo: Editora Altana, 2001, p. 120.<br />
(2) PERLS, Frederick S. Ego, Fome e Agressão. São Paulo: Summus, 2002. p. 9.<br />
(3) LIMA FILHO, Alberto Pereira. Gestalt e sonhos. Goiânia: Dimensão, 1993. p. 36.</p>
<p>______</p>
<p>* Alguns nomes de colegas que fizeram e fazem parte da minha turma de formação em Psicologia e do grupo de estudos (2005), foram omitidos por questões éticas, mantendo-se apenas suas iniciais.</p>
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		<title>Linguagem e a poesia na Psicanálise: transitos entre Lacan e Octávio Paz e um olhar incerto para o futuro.*</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior O inconsciente é linguagem, na psicanálise. O homem é linguagem, posto que é ser de cultura. Essas duas sentenças, em certa medida, traduzem o pensamento psicanalítico sobre a questão da linguagem, pensada por Lacan, que, ao fazer uma releitura da psicanálise de Freud, em associação a uma perspectiva estruturalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p>O inconsciente é linguagem, na psicanálise. O homem é linguagem, posto que é ser de cultura. Essas duas sentenças, em certa medida, traduzem o pensamento psicanalítico sobre a questão da linguagem, pensada por Lacan, que, ao fazer uma releitura da psicanálise de Freud, em associação a uma perspectiva estruturalista, sugere essa compreensão do inconsciente.</p>
<p>Sendo o homem um ser de cultura, este se desprende da natureza de forma irreversível. Por estar imerso na linguagem, o homem cultural se diferencia dos outros animais, posto que não mais se limita a imagem e a realidade aparente, mas transcende essas duas dimensões, que passam a ser cortada pelo simbólico. Na esfera do simbólico o homem transcende a realidade e é capaz de recriá-la através da imaginação, da fantasia, erotisando o sexo, erotisando o universo, que deixa de ser um dado factual para ser um sentido.</p>
<p>O homem é um ser pulsional. A pulsão, por sua vez, é marcada pela linguagem, pela cultura, pelos sentidos que se criam pelo homem, no mundo que passa a ser objeto de desejo. O desejo dá sentido à existência humana. O mundo desejado, o corpo desejado, o “eu” desejado. O homem, e o mundo, são os sentidos criados e recriados pela cultura, que deixa seus registros desde os primeiros momentos da vida infantil, através do processo de socialização, da amamentação ao banho, dos primeiros passos ás primeiras palavras. Na fala o homem, então, se constitui definitivamente, único e singular, despregado da natureza.</p>
<p>Também Paz, em seu livro de ensaios “O Arco e a Lira”, traz essa dimensão lingüística constitutiva do homem, concebendo-o como um ser histórico. A linguagem teria sua origem num determinado momento da história da humanidade que o definiu e o diferenciou dos outros animais, sendo esse retorno a natureza impossível, pois implicaria na perda da função da linguagem, enquanto recurso de representação e abstração da realidade que, foi fundamental para o desenvolvimento das sociedades, das leis, da cultura.</p>
<p>Haveria nos outros animais formas de comunicação, sendo a linguagem humana diferente das outras formas de comunicação diferente em termos de nível de complexidade. Essa diferença, no entanto, é definitiva e definidora. A linguagem humana não traz apenas sinais que remetem a estados emocionais que sinalizam perigo, fuga, presença de alimento ou corte, como nos outros animais. A linguagem humana não apenas reproduz a realidade, mas a cria e recria, reconfigura através dos múltiplos sentidos e significados que emergem da palavra viva.</p>
<p>A dinâmica da linguagem do inconsciente se dá, na psicanálise, através dos mecanismos de metáfora e metonímia, na cadeia associativa de significantes que envolve o deslocamento da pulsão, do objeto de desejo primeiro pela mãe, a outros objetos, no mundo. Da mesma forma funcionaria o sintoma, que se utiliza do recurso da metáfora substitutiva do trauma ou do objeto recalcado por outros conteúdos secundários. A emergência desse conteúdo latente, dotado de energia pulsional, poderia se dar através de manifestações como os sonhos, os chistes, atos falhos, manifestações corporais que, como linguagem, são dotados de sentidos e serem apreendidos pelo sujeito significante.</p>
<p>O próprio homem é o significante da linguagem, na psicanálise, aquele que traz o sentido à fala, não sendo esta atrelada ao significado, a uma representação direta da realidade. A realidade para a psicanálise é a realidade psíquica, e não a realidade factual. A linguagem, para a psicanálise, não é protótipo do mundo, mas um novo mundo, inconsciente, subjetivo, do próprio homem, simbólico.</p>
<p>Em Octávio Paz, essa compreensão se aplica à palavra poética. A linguagem, na poesia, rompe a sua qualidade comunicativa, deixando de servir apenas ao objetivo de representar a realidade, para expandi-la, tranfigurá-la, trangredí-la. A palavra é impossível de ser aprisionada pelos significados definidos, por um único objeto referente. A palavra é múltipla, e múltiplo o homem, que a pronuncia, é inscrito por ela. A palavra poética define o homem em sua condição simbólica, e sua existência é imprecisão. O homem é poeta, e na poesia é servo da linguagem, é veículo na qual ela se manifesta, incorpora, torna-se realidade.</p>
<p>O poema constrói o povo e revela quem somos. Através da palavra poética se criam sentidos, se funda a cultura, a humanidade deixa suas marcas definidoras, sempre reelaboradas. Partindo dessa perspectiva, Paz discute o caráter social da poesia e pensa sua função como criadora de subjetividade partilhada e pessoal. O poeta escreve o poema na linguagem comum aos homens, mas o acesso dos homens aos seus significados revelados, variam a cada época. A poesia emerge tanto em momentos de crise quanto de plenitude social. Na ordem, a poesia é patrimônio de todos, comunica à comunidade ideais comuns, guia a civilização por um caminho. Na crise, a poesia se torna hermética, individualizada, voltada para uma busca incerta de nortes, de sentidos perdidos no caos. Nesses tempos, os mesmos tempos que hoje vivemos, a poesia é revelação da decadência, é alerta, é grito que se faz inaudível no meio da multidão.</p>
<p>A psicanálise, em sua origem nos fins do século XIX, surge como manifestação da cultura revelando o homem moderno em suas neuroses. A Psicanálise é filha da decadência do mundo moderno, e se apresenta furando o campo das ciências exatas e naturais como uma nova forma de pensar o homem, na sua subjetividade, nos seus aspectos ocultos e velados. Assim, em muitos aspectos, ela se aproxima muito mais do fazer poético, do trabalho do artista.</p>
<p>A linguagem para a psicanálise não segue a linha da comunicação, em sua horizontalidade, na seqüência de significados encadeados que remetem a uma realidade factual. Os traumas tratados nem sempre tem um representante no vivido, mas fantasmático, inscrito na cadeia associativa inconsciente, desejo e castração. No método criado pela psicanálise, na associação livre, as palavras emergem como na poesia, rompendo o real, pulsionalizadas, vibrando. E o psicanalista, como o poeta, é servo de seu ofício, instrumento da linguagem, xamã que inicia o cliente, o sujeito, nas artimanhas da linguagem inconsciente. O mundo é lido na psicanálise através de uma forma própria, numa linguagem para iniciados, a linguagem inconsciente.</p>
<p>O lugar almejado pela psicanálise, em muitos momentos, é o de reveladora, permitindo ao próprio sujeito significante da análise a possibilidade de descobrir-se, aperceber-se de um conhecimento que ele mesmo traz em sua vida. Como o poeta, o artista, o analista seria aquele que facilitaria à humanidade ver além de sua realidade cotidiana, expandindo sua visão para além dos significados corriqueiros, dos condicionamentos, dos aprisionamentos. A poesia é a palavra sem fins utilitários. A psicanálise é a revelação da loucura de todos, de cada um de nós. Mas será mesmo?</p>
<p>Paz aponta para o perigo do poeta se transformar em propagandista, ser manipulador das massas, num tempo atual, em que as comunidades de desfizeram e a coletividade está padronizada. Também o psicanalista, ao utilizar-se da teoria psicanalítica, pode incorrer nesse perigoso caminho. Mas serão esses poetas e analistas verdadeiramente poetas e analistas? Ou o lugar da poesia e da psicanálise é, justamente, a margem. O poeta é marginal quando traz uma nova linguagem, quando perverte os sentidos, quando cria o novo. Também o analista deveria assim proceder, no exercício da psicanálise enquanto arte de revelação. Mas será que a psicanálise realmente nos revela os caminhos incosncientes de nossa própria existência, ou nos aprisiona no Édipo, no desejo incestuoso da mãe, no medo da castração, nas estruturas de personalidade, na neurose, psicose e perversão? De que psicanálise se fala e se pratica. Que poesia estamos vendo surgir hoje?</p>
<p>Se estamos vivenciando uma crise dos tempos, a mesma crise de a cem anos, no caminho da decadência da Modernidade, vemos emergir como costumes o individualismo exacerbado e a cegueira de massa, do consumo, do utilitarismo. Mais se escreve autobiografias, mais se lê livros de auto-ajuda e revistas tablóides. Se consome a vida alheia e se viva a própria vida amarrada às aparências, às tiranias da imagem padronizada, tiranizada pela mídia, pela moda. A poesia se torna silenciosa, como a voz dos intelectuais, e a psicanálise corre o risco de se tornar mais um objeto de consumo, um produto fetichizado de consumo, eliciando pequenas revelações que não necessariamente transformam o sujeito em ator de sua própria vida, mas mantêm no ciclo repetitivo. Esse risco não é apenas o da psicanálise, mas de todas as abordagens psicoterapeuticas.</p>
<p>Mesmo assim, ainda se tem a crença e a esperança de que é possível romper a lógica convencional, instaurando uma nova lógica, através da palavra poética, que transgride os significados dicionarizados e cambiando novas dimensões de sensibilidade. Para isso, é necessário que a poesia seja acessível a todos, que haja um compartilhamento da poesia, que novas linguagens ascendam do ordinário e novos sejam os iniciados, os profetas, os loucos.</p>
<p>____________________</p>
<p>*Texto escrito para a disciplina Tópicos Especiais de Psicanálise IV, ministrado pela Profa. Clarice Bacelar. UFBA, nov. 2007.</p>
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		<title>Indivíduo e Sociedade?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 20:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma tentativa de síntese.* Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior Estar diante do outro, um estranho, é defrontar-me com a sensação de fragilidade. O outro me aprisiona com o olhar. Como diria Sartre: “O inferno são os outros”. Diante do outro, estranho, não consigo deixar de ser eu mesmo, em minha dança encenada de papéis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma tentativa de síntese.*</strong></p>
<p><em>Luiz Fernando Calaça de Sá Júnior</em></p>
<p><em>Estar diante do outro, um estranho, é defrontar-me com a sensação de fragilidade. O outro me aprisiona com o olhar. Como diria Sartre: “O inferno são os outros”. Diante do outro, estranho, não consigo deixar de ser eu mesmo, em minha dança encenada de papéis, sempre tropeçando, sempre gaguejando, sempre fingindo uma segurança ou uma meninice que não tenho verdadeiramente. O estranho é o que melhor e mais apto está para me julgar de forma incondicional, sem pestanejar, aprisionando meu presente, cristalizando minha existência num olhar, num adjetivo, num conceito, numa crença concebida na superfície que demonstro ser, como lago. Diante do outro, conhecido, quando creio mininamente conhece-lo, tento ser eu memso. Mas caio na dúvida se o que sou ou creio ser realmente condiz com a imagem que faço de minha figura. Diante do outro conhecido tento ser o que para mim e mais fácil ser, diante do outro, na experiência que dele tenho a partir dos encontros travados anteriormente. Sempre me será um estranho, assim como eu a ele. Mesmo na cotidianeidade, nos dias partilhados em intinmidade, sempre serei um pouco desconhecido – para ele e para mim mesmo – e cada nova revelação será um choque. O estranho se revela a mim, como eu a ele, na parcialidade de um ângulo, de um momento passageiro, num instante de lapso, e cada novo encontro vai deixando indícios, sinais, que confirmam ou negam a primeira impressão. Mesmo assim o olhar do outro me congela em meu movimento em direção ao próximo segundo. </em></p>
<p>Não tentarei ser comportado. Admito, desde o início, que não segui os passos indicados. Não fui sistemático e rigoroso, não fiz resenhas de capítulos, não li tudo o que devia(?) ter lido. Partirei de minhas impressões gerais, agora, após finalizado o percurso de um semestre, de forma corajosa ou suicida.</p>
<p>Comecei o disciplina descrente na possibilidade de eu vir a “aceitar” uma perspectiva sociológica do humano. Não vim com muitas esperanças e tinha medo do previsível. Vim cheio de preconceitos, e não sei, admito, se eles foram desfeitos. Há algo ainda em suspensão, uma tentativa de formular um opinião, o receio de expressá-la.</p>
<p>As aulas consistiram para mim como exposições de teses para as quais eu já vinha com todas as minhas antíteses, de corpo fechado. O único movimento que tive foi o inicial estranhamento manifestado na leitura do primeiro texto, o qual fui expositor, que questionava a relação de intimidade típica da organização familiar, em contraposição à vida errante e democrática, da sociabilidade e dos jogos de papéis vivido nas cidade, no “mundo real” da polis. Desde este princípio me coloquei como estrangeiro, lembrei-me de minha viagem a São Paulo no início do ano e do meu desagrado narcísico diante do que não era meu próprio espelho.</p>
<p>As outras aulas mantive um posição de ouvinte (des)interessado. Tentei prestar atenção no que emergia, as falas que surgiam das leituras, os colegas – até hoje desconhecidos – que emitiam suas opiniões. Todos emitindo seus pontos de vista, para uma questão que acho sem solução. Indivíduo e sociedade? Indivíduo ou sociedade? Indivíduo-sociedade?</p>
<p>Papéis, herança, identidade. Somos nossa casa, nossa família, nossa cultura local e provinciana? Ou somos a polis, as identidades múltiplas, fluidas, negociáveis na pólis. O exercício da teatralidade de papéis assumidos e dissolvidos a cada momento, a cada devis, em que manipulamos o mundo em que somos manipuláveis, como fantoches ou ventrílocos. Não sei. Nessa abertura para o mundo, nos dissolvemos, perdemos a condição de pessoa, nos tornamos anônimos e invisíveis. Quinze minutos de fama, como diria Andy Warhol. Apenas 15 minutos. De resto, somos como os ratos, numa massa que corre em busca da própria sobrevivência, como em Josefina, conto de Franz Kafka.</p>
<p>E as cidades? Haverão realmente espaços para negociações – o grande mercado mundial de homens especialistas -, ou os papéis estão dados e legitimados por nós mesmos. Associações entre o burguês e o proletário, numa relação mutualista, cada qual se apropriando do que lhe é bem pra uso e abuso. Os trabalhadores em equipes que surgem e se desfazem após a realização de uma tarefa, sem que se espere mais nada, sem que se conheça sequer algo do outro. Lembro-me das minhas andanças pela cidade, a pé e de ônibus, desconhecidos que sentam-se um ao lado dos outro ou se esbarram, evitando o olhar constrangedor.</p>
<p>As palavras agora são pronunciadas de forma encenada, na política midiatizada, em que se finge santidade e competência, bastando apenas parecer o que não se é. O tempo das cirurgias plásticas, do clareamento dental, da moda sempre em mutação, dos escândalos que se tornam espetáculo de contemplação e êxtase, melodramas mexicanos, tango. Ninguém é o que realmente aparenta ser. E todos escondem algo por traz do sorriso.</p>
<p>E nas relações em grupo repetimos esses mesmos falseamentos de realidade. Criamos ficção de um mundo improvável, criamos crenças e dogmas em que possamos nos segurar, utopias e “ismos” para remediar o mal estar que a civilização instaura na impossibilidade de saciedade do desejo, na perda do verdadeiro desejo, sublimado ou transformado em sintoma e compulsão. Nesse ponto, só consigo ver a arte como salvação, na minha crença herética de que minha voz solitária me basta. Mas esse mundo não é o mundo dos poetas. É o mundo das caixas registradoras, e precisamos conquistar o pão com o suor do próprio rosto.</p>
<p>E me pergunto, de que serve tantas discussões teóricas? De que serve a universidade que nos prende nas utopias de um mundo possível de salvação. Unindo forças por uma coletividade que é tão abstrata quanto a geometria das formas platônicas. O mundo inteligível das idéias. A sociedade formada de homens, caminhando movida por uma mão abstrata, maquinaria pesada ou tecnologia digital, irrealidade e virtualidade, digitalizando-nos, transformando-nos em porcentagens e estatísticas.</p>
<p>Mas todo um discurso de contrariedade e tudo isso é, também, um ensaio de intelectualismo que vai do nada ao nada. Ainda assim somos humanos, vivemos em agrupamentos, trabalhamos e funcionamos, construímos vidas e vias, traçamos rumos que desejamos trilhar, planejamos e nos projetamos existencialmente, ou simplesmente nos deixamos levar pela correnteza. Despertar para a visão disso tudo é necessário. Uma saída ensaiada da caverna, mas será que realmente saímos do estado de cegueira e entorpecimento? Ou cairemos novamente numa outra cegueira de luminosidade ofuscante onde os contornos das formas são as mesmas sombras projetadas?</p>
<p>Quando digo isso tento pensar no que lemos e discutimos. Tantos pontos de vista, tantos sinais de fumaça sinalizando conceitos, situações, e, todos eles defendendo vieses. Também eu tenho meus vieses, e será que realmente preciso lapidá-los, ou incorporar novas formas, para ser eu mesmo, para ser um outro em auteridade? Será que há essa auteridade ou nos suportamos? A diferença ideológica às vezes é tão mais marcante e conflitiva que as aparentes. Todos nós temos nossas ideologias, nossa forma “melhor” de ver o mundo, nossas verdades, e defendemos como se fossem reais.</p>
<p>Tolerar ou não tolerar? Será que esse meu falatório tem sentido, ou é uma grande confusão? Não sei. Desde o início apontei para minha descompostura intencional. E a tentativa de síntese é falsa. Estou apenas sumariando. Citando. Discorrendo livremente, na liberdade que acredito ter nesse espaço aberto à reflexão. Mas bem posso estar enganado, e o previsível seja o que se espera. Estou tentando me arriscar. Nada tenho a perder. Isso até parece uma provocação ou uma pirraça.</p>
<p>O que mais me resta? Posso tentar fazer mais algumas correlações com o que eu já trazia como idéia. Posso emitir opinião sobre a vivência do grupo. Posso omitir meus sentimentos e acreditar que tudo transcorreu conforme o previsível. Mentira! Trago incômodos.</p>
<p>Entre nós há, e se reproduz, o desconforto. Situação atípica. Uma presença. Algo que destoa do resto do grupo. Ela estava lá, fazendo comentários e perguntas incômodas, aparentemente sem nenhuma conexão com o que ela trabalhado. Às vezes ingênua, outras vezes confrontando a figura central de facilitadora. Senti prazer em ver essa situação se instaurar, pois mostrou o quanto estamos conformados com os papéis dados, e domesticados, e que o imprevisível é desconcertante. Acho que é o lugar da loucura no mundo. É motivo de risos e desconforto, quando não censurado e reprimido. Nada se fala, fica a situação velada, mas eis que emerge e se cristaliza o “bode espiatório”.</p>
<p>E também temos aquela que na risada de deboche abre espaço para as opiniões bem fundamentadas, para as referências à filosofia alemã, o discurso sobre o desejo, o mais forte que submete o outro por prazer de gozar, o relativismo dos valores como verdade afirmada. Senti-me contente. Momentos inesquecíveis nesse período.</p>
<p>Como saio afinal? Não sei. Algo se moveu, mas não mudei meus pontos de vista. Quero sedimentá-los um pouco, teimar na minha ignorância e resistir à psicanálise, ao marxismo, à sociologia, à antropologia, às fenomenologias do outro homem. Mas sei-me em mutação. Já não estou mais no início do percurso. Já estou um tanto cansado das discussões que não levam a lugar nenhum, posto que dissociada da vivência real com o outro. Saio de uma turma de desconhecidos. Se exercitei meu papel nas arenas da polis acadêmica, foi por minha escolha pela omissão consentida. Nada me pereceu tão novo que não seja velho. Como exercitar a própria existência é o que me pergunto.</p>
<p>Não sei se isso é o bastante. Não sei se tenho mais nada a falar. Acho que é tudo o que posso emitir enquanto registro de minhas idéias e síntese de minha participação desse círculo de pessoas. O espaço, eu sei, é importante. Janelas se abrem para que articulações possam ser feitas no futuro. Eu guardei coisas em mim, que não foram ainda assimiladas. Jogo na lata de lixo de minha cachola, para depois ruminar. Sinto muito, pois tentei ser poeta, e sofista, contra a ciência dos conceitos e da busca pela verdade, defendendo o absurdo.</p>
<p>____________________</p>
<p>*Relatório das aulas da disciplina Indivíduo e Sociedade, ministrada pela profa. Sônia Bahia, no semestre de 2007.2.</p>
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